#SOFTBALL – Taco não é Soft https://blog2.softball.com.br Este é o blog criado para divulgação do Softbol e do Beisebol do Brasil. Um jogo empolgante e com muita estratégia, velocidade, raciocínio rápido. Nosso intuíto é que este esporte Olimpico seja aprendido pelas nossas crianças e que estas consigam assimilar os valores legados dpela cultura Jaonesa que instaurou e continua se dedicando a manter este esporte vivo no Brasil. Compartilhe com amigos que ainda não conhecem e colaborem com a educação das crianças. Ajude a fazer um Brasil melhor. Tue, 15 Jul 2025 03:45:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 Taça Brasil Sub-11 – Um domingo de raça, talento e superação em Indaiatuba, SP https://blog2.softball.com.br/2025/07/15/taca-brasil-sub-11-um-domingo-de-raca-talento-e-superacao-em-indaiatuba-sp/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/15/taca-brasil-sub-11-um-domingo-de-raca-talento-e-superacao-em-indaiatuba-sp/#respond Tue, 15 Jul 2025 03:45:13 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3291

A cidade de Indaiatuba foi palco, no último dia 13 de julho de 2025, de um espetáculo esportivo digno de aplausos. A Taça Brasil de Softbol Feminino Sub-11 reuniu meninas de todo o país num torneio que mostrou mais uma vez que o softbol está muito vivo — e que o futuro do esporte é feminino, vibrante e corajoso.

Com jogos realizados no Campo de Softbol do CE Rei Pelé e na ACENBI, o campeonato foi recheado de emoções, reviravoltas, jogos apertados e alguns placares elásticos — uma amostra da diversidade técnica e da paixão que esses times carregam no peito.

https://www.facebook.com/reel/1120038476845044 ( este é o link RESTRITO aos amigos da Paulinha . Voce só pode vê-lo se estiver como Amigo da Paula no Facebook )


🎯 Destaques e Resultados

⚾ Cooper Clube 6 x 1 Central Glória (J10)

Logo às 8h, o Cooper Clube mostrou força e organização para superar o bom time do Central Glória. Com 6 corridas e apenas 1 erro defensivo, as meninas do Cooper dominaram a partida e seguiram firmes na competição.

⚾ Indaiatuba 5 x 5 Nikkey Marília (J11)

No mesmo horário, um empate eletrizante entre Indaiatuba e Nikkey Marília. Destaque para a recuperação da equipe da casa, que mesmo com desvantagem no número de rebatidas, mostrou coragem para buscar o resultado. O placar: 5 a 5, com direito a 8 rebatidas para Indaiatuba! Neste jogo, tivemos a necessidade de “Penalidades”…o que desempataria o jogo. é colocada uma corredora na segunda base e joga-se mais innings, até que saia a equipe vencedora. Indaiatuba conseguiu superar o forte time de Marília.

⚾ Nikkei Curitiba 5 x 2 Nippon Blue Jays (J14)

O Nikkei Curitiba mostrou a que veio: defesa impecável, ataque eficiente e um jogo consistente. As meninas do NBJ até tentaram reagir, mas esbarraram na precisão curitibana.

⚾ NBJ 4 x 3 Gigante/Gecebs (J15)

Um jogo pegado e tenso! Mesmo com 4 erros, o NBJ conseguiu uma vitória apertada sobre o Gigante/Gecebs, que mostrou garra até o último inning. Detalhe: o GIG teve menos rebatidas e mesmo assim pressionou até o fim. Foi na emoção!

⚾ Central Glória 6 x 1 Nikkey Marília (J13)

Na reedição de um duelo interno da chave C, o Central Glória reagiu com força e não deu chances para o Nikkey Marília. Com 7 rebatidas e muita solidez ofensiva, garantiram uma vitória merecida.

⚾ Atibaia 15 x 2 Maringá (J17)

Uma avalanche ofensiva! O time de Atibaia foi implacável: 14 rebatidas, nenhuma falha defensiva e domínio total da partida. Placar expressivo de 15 a 2, que mostrou o potencial desse grupo.

⚾ Nikkei Curitiba 10 x 0 Gigante/Gecebs (J16)

Com mais uma atuação impecável, o Nikkei Curitiba consolidou sua força. Foram 9 rebatidas, zero erros, e uma vitória por shutout sobre o esforçado time Gigante/Gecebs.

⚾ Cooper Clube 5 x 4 Indaiatuba (J12)

Encerrando os confrontos, mais um jogo emocionante. O Cooper Clube, com uma atuação equilibrada, venceu Indaiatuba por 5 a 4, num dos jogos mais bonitos da rodada. Destaque para o equilíbrio defensivo e a frieza no bastão.


🥎 Um torneio com espírito de comunidade

Mais do que vitórias ou derrotas, o que se viu nos campos de Indaiatuba foi um verdadeiro festival de amizade, aprendizado e superação. A filosofia dos clubes, onde o esporte é conduzido por famílias, voluntários e treinadores apaixonados, ficou clara a cada grito do banco, a cada marmita compartilhada no intervalo, a cada incentivo vindo da grade.

As meninas deram show. Mostraram que estão prontas para ocupar espaço. E mais que isso: provaram que o softbol tem alma, cultura e um futuro promissor no Brasil.


🎤 E o Taco Não é Soft estava lá para contar tudo isso.
Junto com o @occ_channel, @Otavio Fernando e @cooper Softbol, registramos as jogadas, os bastidores, os sorrisos e os choros. Porque Softbol também é memória, é construção coletiva, é educação.


Que venham os próximos jogos. As próximas gerações já estão prontas.

Um abraço,
Cesar
Taco Não é Soft


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Quando a bola era de todos https://blog2.softball.com.br/2025/07/15/quando-a-bola-era-de-todos/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/15/quando-a-bola-era-de-todos/#respond Tue, 15 Jul 2025 00:44:57 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3301

Houve um tempo, não tão distante, em que o esporte brasileiro ousava sonhar além das quatro linhas limitadas de um campo de futebol

Foi *Luciano do Valle, visionário da TV e apaixonado por esporte, quem “importou” para o Brasil a ideia de que o país podia ser mais do que futebol. *Vôlei, basquete, boxe, automobilismo, softbol, beisebol, atletismo… todos tiveram, por um tempo, voz e vez na tela, porque ele acreditava que todo esporte merece palco. E que os brasileiros eram capazes de se apaixonar por qualquer jogo — *desde que pudessem conhecê-lo.
*
Antes dele, nos longínquos anos 1940, Boris Casoy — sim, aquele mesmo do “Isso é uma vergonha!” — narrava jogos de beisebol pelo rádio. O Brasil ainda respirava liberdade esportiva, e o povo tinha o direito de gostar do que quisesse.

Mas isso mudou.

Com a ditadura veio o decreto não escrito de que o único “desporto brasileiro” seria o futebol. E, junto com ele, a centralização, o marketing forçado, o controle do gosto popular. Não foi à toa que o futebol, tão genuíno nas origens, *se tornou vitrine para a política, palco para a corrupção e abrigo para interesses escusos.

Hoje, olhamos em volta e vemos um esporte sequestrado. Uma paixão nacional transformada em máquina de lucro, onde a bola só rola quando os donos do sistema permitem — e para poucos. O resto? Que se contente com os restos.

Quantos maus-caráteres se disfarçam de “donos da bola”? Quantos vestem a camisa do esporte apenas para manter seus pequenos feudos de poder e vaidade? E quantos talentos, ideias e projetos são ignorados só porque vêm de fora do “sistema” oficial?

Não basta amar o esporte. É preciso resistir por ele.
É sobre isso que falamos a seguir.

Silenciar para controlar: a chantagem emocional e o autoritarismo chegaram esporte brasileiro?

No Brasil de hoje, aprendemos cedo a não contrariar. A abaixar a cabeça. A concordar mesmo quando algo nos fere. Aprendemos, infelizmente, que questionar significa ser colocado de lado. Cancelado. Silenciado. Se não pertencer a matilha, então, seraz fadado ao “esquecimento”.

É isso que eu acho que estou vivendo, infelizmente. é um reflexo muito real e doloroso do que chamamos de sociodinâmicas autoritárias

Não é sobre mim, especificamente. É sobre um sistema onde, para manter o poder, alguns preferem calar vozes do que encarar críticas construtivas. Onde chantagens emocionais — do tipo “se você falar com ele, está contra nós” — viram método de gestão. Um colega meu, recentemente, levou uma advertência por simplesmente falar comigo. Não por tomar partido, não por me defender — apenas por conversar. Isso, além de infantil, é doentio e reflexo da sociedade sócio politica que somos forçados a viver.

E aqui vai um recado: o esporte não pode se transformar em um espelho político do nosso país. Um lugar onde você precisa “escolher lados”, menos o seu. Onde não há espaço para imparcialidade, para a liberdade de pensar e de construir. Cada atleta, técnico, árbitro ou voluntário que abaixa a cabeça para esse tipo de imposição está reforçando uma lógica autoritária, feudal, egoísta.

E o mais triste: até instituições que deveriam ser livres — como as associações de bairro, clubes particulares, Atleticas Universitárias, escolas secundaristas — se sentem forçadas a entrar nesse jogo, pois precisam do apoio de quem controla os recursos e os torneios. Trocam o coletivo pelo controle, o mérito pela conveniência, as suas bolas pelo taco maior. O medo nos faz fazer coisas impensáveis. Assedio moral também.

Sim, o Softbol é um capricho meu. Uma paixão genuína. Mas não aceito ver esse amor virar moeda de troca política ou palco de tiranias disfarçadas de gestão esportiva. Eu sou gestor, professor, empresário , empreendedor e YouTuber..

Criticar não é destruir. É propor. Quem não aceita crítica, não aceita crescer. E quem controla amizades, silencia vozes e impõe o medo como ferramenta de liderança, na verdade lidera apenas um curral, não um projeto.( Mesmo que , sob sua tutela deixa alguns projetos saírem do papel, só pra ver no que vai dar )

Se você também sente que estamos vivendo sob um império de chantagens e medos, junte-se a nós. Vamos ser mais leves, mais propositivos e menos impositivos
A liberdade de opinião é o primeiro passo para que o Softbol, o esporte e o país avancem. Diferencie uma pessoa , de suas ideias. e jamais, jamais as proíba de fazer o que quer que seja.


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A BASE VEM FORTE! Sub11, Sub-13, Sub16… https://blog2.softball.com.br/2025/07/14/a-base-vem-forte-sub11-sub-13-sub16/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/14/a-base-vem-forte-sub11-sub-13-sub16/#respond Mon, 14 Jul 2025 06:07:23 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3278 Sub-11, Sub-13 e Seleção Sub-19 mostram a força do softbol brasileiro

A Taça Brasil Sub-11 de Softbol realizada em Indaiatuba-SP neste último fim de semana foi muito mais do que um torneio. Foi uma verdadeira aula de técnica, paixão e determinação das nossas pequenas atletas, que provaram, com coragem e competência, que o futuro do softbol no Brasil já está sendo escrito agora — e com letras maiúsculas.

Mais uma vez, a ASB – Associação de Softbol do Brasil marcou presença com excelência ao fornecer os árbitros para a Taça Brasil Sub-11. Tivemos a alegria de encontrar, de surpresa, o próprio presidente da entidade, o Sr. Carlos Oba, que fez questão de prestigiar de perto o talento das nossas pequenas atletas. O Taco Não é Soft agradece a gentileza e o carinho com que fomos recebidos para uma rápida entrevista — é sempre bom ver quem lidera também colocar os pés no campo.

Também fica aqui nosso reconhecimento à comissão organizadora da categoria, que, com muito esforço e planejamento, viabilizou o torneio em dois locais diferentes. Os jogos aconteceram simultaneamente em dois dos três campos da tradicional ACENBI, na rua Chile, e no novíssimo campo do Centro Esportivo Rei Pelé, um presente da prefeitura para a comunidade da Morada do Sol. Este talvez seja o primeiro campo público de softbol do interior paulista — um feito simbólico e necessário, num cenário onde praticamente todos os campos conhecidos ainda pertencem a associações privadas.

Nossa equipe do Taco Não é Soft esteve presente e teve o privilégio de assistir a jogos absolutamente equilibrados, com jogadas dignas das melhores categorias do esporte. As semifinais entre Cooper Clube x Central Glória e Marília x Indaiatuba foram simplesmente emocionantes. A segunda, em especial, foi daquelas partidas em que ninguém fica sentado na arquibancada: alternâncias no placar, arremessos seguros, double plays espetaculares — com bolas cruzando o diamante em altíssima velocidade — e uma energia contagiante vinda das atletas, técnicos e torcedores.

Esses confrontos definiram a final entre Indaiatuba e Cooper Clube, duas das equipes mais bem preparadas do campeonato, na visão do taco. O Cooper conquistou o título com uma vitória apertada por 5 a 4, em um jogo digno de decisão nacional. Sim, estamos falando de meninas com 9, 10 e 11 anos de idade — e sim, elas estão arremessando, rebatendo e jogando com um nível técnico que faz calar as vozes que um dia duvidaram da viabilidade de uma categoria Sub-11 oficial.

Não por acaso, ouvimos da própria Diretora de Softbol da CBBS– Cristiane Goto , entre um jogo e outro, sua alegria em constatar que a base vem forte, consolidando a pirâmide de formação do nosso softbol com qualidade. A vitória recente da Seleção Brasileira no PAN e a classificação histórica para os Jogos Pan-Americanos de 2027 em Lima, no Peru, ficam ainda mais nobres quando percebemos que há meninas preparadas para manter essas conquistas no futuro.

Algumas atletas foram premiadas com destaques:a Lista de premiação pode ser consultada no site da CBBS, ou se quiser, pode ler o artigo no Facebook do Cesar Calderaro.

Além do nível técnico impressionante, vale destacar a hospitalidade impecável da ACENBI, especialmente por meio do trabalho do Diretor Leo Morita, que organizou tudo com carinho e precisão. Um agradecimento especial às mães da categoria Sub-11, que ofereceram um almoço e jantar de tirar o chapéu. Quem esteve lá sabe que o softbol é muito mais do que um jogo — é comunidade, união, família. Agradecimentos especiais para o Kadu e o Marcelo Shida que sustentaram nosso repórter com um pastel de carne excelente.

Quem quiser reviver essas emoções pode procurar as transmissões no canal do OCC Channel, no YouTube do Cooper Softbol, ou ainda no Facebook do Otávio Fernando. Vale cada segundo.

O BRASIL SUB-13 TAMBÉM DEU SHOW… EM PORTO RICO!

Enquanto isso, do outro lado do continente, as meninas do Nikkey Marília da categoria Sub-13 representaram o Brasil com garra e talento no torneio da Little League Softball Panamericana, realizado em Guayama, Porto Rico.

A campanha dessas meninas começou meses atrás, com quatro vitórias incontestáveis na etapa nacional: Cooper/Cotia (7 a 4), Nikkey Marília B (13 a 0), Central Glória-PR (12 a 0) e Indaiatuba (7 a 2). Destaques individuais também merecem menção:

  • Danielle Ayumi K. Fugisaki: melhor jogadora e arremessadora
  • Olívia Lourenço Gimenez: atleta mais esforçada
  • Valentine Primaz S. Santos: melhor empurradora de carreiras e rainha do home run
  • Camila Rodrigues Golim: melhor receptora

Com essa base sólida e inspiradora, o Brasil tem, sim, tudo para continuar crescendo internacionalmente.

E PARA FECHAR: A CANADA CUP

A Seleção Brasileira Sub-19 retornou da Canada Cup, um dos mais prestigiados torneios do softbol mundial, trazendo na bagagem muitos aprendizados. Embora os resultados em campo não tenham sido vitórias numéricas, a vivência técnica, o enfrentamento contra escolas tradicionais e o contato com um nível altíssimo de jogo serão, sem dúvida, pilares de crescimento para essas meninas.

O que se viu no Canadá foi entrega, raça e a certeza de que estamos no caminho certo. Os desafios foram grandes, mas o aprendizado foi maior. E tudo foi documentada pela recém descoberta narradora e comentarista Monica Handa, no canal dela no Facebook.


Em resumo: o Softbol brasileiro está vivo, pulsante e com raízes bem fincadas na nova geração. O que vimos nas meninas do Sub-11, o que conquistamos com o Sub-13 e o que aprendemos com o Sub-15 e Sub-19 é um testemunho claro de que, com organização, carinho e apoio — o futuro é nosso.

Avante, guerreiras do diamante!

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Vitória, Superação e Classificação: Brasil garante vaga no Pan e segue vivo na luta pelo Mundial! https://blog2.softball.com.br/2025/07/04/vitoria-superacao-e-classificacao-brasil-garante-vaga-no-pan-e-segue-vivo-na-luta-pelo-mundial/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/04/vitoria-superacao-e-classificacao-brasil-garante-vaga-no-pan-e-segue-vivo-na-luta-pelo-mundial/#respond Fri, 04 Jul 2025 05:43:38 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3244 A Seleção Brasileira Adulta de Softbol protagonizou um daqueles capítulos que misturam suor, esperança e, por que não, um pouco de sorte – da boa! Lutando bravamente por uma vaga no Mundial de Softbol e pelos Jogos Pan-Americanos, o Brasil entrou em campo contra El Salvador com uma missão clara: vencer. E venceu com autoridade: 10 a 0, sem deixar dúvidas sobre o seu merecimento. Fizemos a lição de casa.Agora restava-no torcer por uma série de resultados.

Mas a classificação não dependia só de nós. Era preciso que a Colômbia, jogando em casa, perdesse dois jogos: um contra a Venezuela, e outro contra o México. Cenário improvável? Total. Mas o softbol, assim como a vida, adora surpreender. E surpreendeu bonito: Colômbia caiu primeiro para a Venezuela, num jogo apertado, e em seguida perdeu para o México. O grupo de WhatsApp do Taco não é Soft quase explodiu de emoção com cada out, cada corrida, cada lance acompanhado à distância, com coração colado na tela.

Com esse resultado, o Brasil garantiu o 6º lugar na classificação geral e, com ele, uma das vagas para os Jogos Pan-Americanos! Uma façanha tão surpreendente que até as jogadoras brasileiras, que acompanharam os jogos decisivos da Colômbia direto do hotel, custaram a acreditar.

Mas a jornada ainda não terminou. No último dia de competição, o Brasil enfrentará o adversário direto na luta por uma vaga no Mundial. É mais uma chance de mostrar que a qualidade do nosso softbol não é apenas promissora — é realidade em ascensão.

E o esporte não para! No embalo dessa conquista, a Seleção Sub-23 já embarca para o Canadá, onde disputará a Canada Cup a partir do dia 07/07. E, nos dias 12 e 13 de julho, os olhos se voltam para Indaiatuba-SP, onde as futuras estrelas do softbol brasileiro — as “pequenininhas” do Sub-11 — disputarão com garra a Taça Brasil de Softbol Sub-11, o que antes se chamava de categoria mirim.

O Taco não é Soft parabeniza todas as atletas, comissões técnicas, familiares e apoiadores dessa campanha memorável. Que venham osJogos Pan-Americanos! Que venha o Mundial! E que o nosso softbol siga firme, crescendo base por base, com talento, coragem e — por que não? — uma pitada de sorte brasileira.

Valeu, Brasil!
Um abraço,
Cesar
Taco não é Soft

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O Último Torneio Acrilex: O Fim de um Ciclo e o Início de uma Nova Lição https://blog2.softball.com.br/2025/07/03/o-ultimo-torneio-acrilex-o-fim-de-um-ciclo-e-o-inicio-de-uma-nova-licao/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/03/o-ultimo-torneio-acrilex-o-fim-de-um-ciclo-e-o-inicio-de-uma-nova-licao/#respond Thu, 03 Jul 2025 02:19:35 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3211 O Último “Acrilex”:

Acabou. O último Acrilex do Nico terminou neste domingo. E eu saí de lá com o coração meio apertado, meio grato — o tipo de sentimento que nos invade quando um capítulo bonito se encerra.

Não, não é que Nico vá deixar o beisebol. Longe disso. Mas ele está mudando de categoria, e o Acrilex… bem, ele não existe no Infantil. Foi o fim de um ciclo. E ele soube disso. Nós também.

O Acrilex é diferente. Acontece no friozinho de junho, quando as crianças já contam os dias para as férias, mas ainda têm energia de sobra para dar risada, sujar o uniforme e correr atrás da bola como se fosse o último out do mundo. É um campeonato grande — talvez o maior em número de participantes do Brasil —, competitivo, sim, mas com um clima mais leve do que os torneios da CBBS. Uma espécie de recreio de meio de ano.

E talvez por isso ele seja tão querido. Porque ali, entre os jogos e os tropeços, cabe tudo: erro, acerto, treino, brincadeira, amizade, frustração e aquela vontade genuína de jogar. Apenas jogar.

Este ano, Atibaia veio com uma abordagem diferente. O time misto, repleto de meninos do último ano da categoria, mas muitos do primeiro ano, que ainda estão compreendendo o jogo, buscando confiança e aprendendo a atuar com o corpo… e com a cabeça. Sabendo disso, o Sensei foi direto: a prioridade não era vencer o campeonato. Era conseguir jogar todos os jogos para que todos os atletas pudessem entrar (inclusive todos os pitcher em formação que temos, que são os 4 do segundo ano que foram e os 5 do primeiro ano)

No sábado, aconteceram os dois jogos classificatórios. Quem vencesse as duas partidas subiria para a chave diamante — a dos times mais fortes. Mas havia um risco: subir significava jogar no domingo contra as potências da competição. Se perdesse o primeiro jogo do domingo, o time jogaria apenas uma vez e acabou.

O Sensei não queria isso, queria jogar todos os jogos. E pensando assim, realmente fazia mais sentido que o time permanecesse na segunda chave — para que todas crianças tivessem a chance de entrar em campo duas vezes no domingo. Era uma decisão clara: não era pelo troféu. Era pela formação.

No sábado, ele escalou um pitcher por inning. Todos jogaram. Todos, sem exceção – 8 Innings jogados, 6 pitchers (e o terror das anotadoras de ter que trocar o time inteiro várias vezes no jogo). A defesa respondeu e provou que estavam bem treinados. Ganhamos o primeiro, mas perdemos o segundo por pouco e terminamos o dia na segunda chave do campeonato.

E então veio o domingo. Era preciso vencer o primeiro jogo — senão, fim de linha. O Sensei confiou no time titular. Colocou os meninos certos, no lugar certo e entrou com o Vini e o Nico de pitcher. E o time cumpriu seu papel e venceram. Essa vitória abriu a porta para o jogo seguinte. E, com ela, todos os atletas tiveram a chance de experimentar rebater e estar ali no montinho. Todos participaram. Todos viveram a experiência.

E o Nico? O Nico jogou bem, leve e solto. Mas o mais bonito não foi o que ele fez com a bola. Foi o que ele fez pelos outros. Ele ajudou os amigos que tinham menos experiência no montinho. Corrigiu o movimento. A pegada. A passada. O arremesso. Deu instrução no ouvido. Incentivo no olhar. Fez questão de dar espaço e, ao mesmo tempo, dar apoio. Inclusive, voltou para o banco no último jogo e ficou ali, do lado dos senseis ajudando com as instruções.

Ele não estava ali apenas para jogar. Estava ali para garantir que os amigos não passassem sozinhos pelo que ele já havia passado. A ansiedade. O medo. A dúvida. O frio na barriga de quem sobe no montinho e ouve o mundo inteiro em silêncio. De estar sozinho lá errando. Ele queria que os pitchers novos tivessem a confiança de jogar a bolinha, de errar e, até colocar jogadores em base com bola com a garantia que eles, a defesa do segundo ano, estaria lá para pegar aqueles corredores. Porque essa experiência só conhece quem vive o montinho e tem coragem de encará-lo.

Ele fez isso sem ninguém pedir. Fez porque quis. Fez porque entendeu. Fez porque cresceu.

Então sim, o Acrilex acabou. Sem taça no alto. Mas com o time inteiro em pé. Sem destaque individual. Mas com orgulho coletivo. Sem o brilho de uma final, mas com a certeza de que, às vezes, o maior título é o que a gente leva para dentro.

Foi o último Acrilex do Nico como jogador. Mas talvez tenha sido o mais bonito. Porque ele jogou como atleta. E viveu como time. Obrigada, Acrilex. Por ter sido o começo. E, agora, o fim — de um capítulo inteiro. Que venham os próximos. A história continua, ano que vem no Infantil.

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InterUSP 2025 chega ao fim: Softball e Baseball com destaque! https://blog2.softball.com.br/2025/06/23/interusp-2025-chega-ao-fim-softball-e-baseball-com-destaque/ https://blog2.softball.com.br/2025/06/23/interusp-2025-chega-ao-fim-softball-e-baseball-com-destaque/#respond Mon, 23 Jun 2025 20:51:54 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3138

A ASB ( Árbitros de Softball do Brasil ) enviou 3 árbitros e seu secretário geral para prestigiarem e arbitrarem no maior torneio universitário da USP.

Chegou ao fim a 41ª edição da InterUSP, o tradicional torneio universitário que reúne as maiores faculdades da Universidade de São Paulo em uma verdadeira olimpíada acadêmico-esportiva. E como sempre, o softball e o baseball marcaram presença — com emoção, técnica e, claro, muito amor pelo esporte.

No softball feminino, a grande campeã foi a Medicina Pinheiros, que jogou com seriedade, disciplina e garra na grande final contra a equipe da FEA (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade). Um jogo digno de final, com defesas organizadas, ataques inteligentes e muita vibração dentro e fora de campo. Parabéns às campeãs e também às finalistas, que mostraram que o softball universitário tem força, tradição e um futuro brilhante!

Já no beisebol masculino, a final entre Poli e Medicina Ribeirão Preto consagrou a Poli como campeã. A equipe mostrou entrosamento e potência no bastão, garantindo mais um título na história do torneio.

O Taco não é Soft agradece imensamente a hospitalidade de todos os envolvidos na organização do evento. Em especial, ao Hugo Braz, da empresa WarmUP, e ao João, seu escudeiro e coordenador de torneio. Ambos, junto aos representantes das Atléticas, fizeram desta edição mais uma celebração impecável do esporte universitário.

Mas a jornada dos times não para por aqui. Os atletas seguem firmes, agora nas disputas da NDU (Novo Desporto Universitário), onde o softball feminino ainda está na fase classificatória. Tem muito jogo pela frente e várias equipes da USP com chances reais de classificação!

Fica o convite do Taco para que todos compareçam ao Estádio Municipal Mie Nishi, em São Paulo, no primeiro sábado de julho, onde acontecerão cinco jogos de softball da NDU. Vamos apoiar e mostrar que o Brasil tem, sim, uma comunidade esportiva universitária vibrante, diversa e apaixonada.

Para a galera de São Carlos e da CAASO, agora é foco total no planejamento do TUSCA, que acontecerá no segundo semestre. Este também promete ser “o maior torneio universitário da América Latina” — e como sempre, o Taco não é Soft estará lá!

O mais importante é você que está lendo entender uma coisa:
Sim, o Brasil sempre teve Softball.
Mas você foi privado de saber disso. A mídia não mostra. Os grandes canais não cobrem. E os órgãos oficiais… muitas vezes parecem torcer contra.

Pergunte-se por quê. E mude esse jogo.

Ajude a divulgar. Apoie o que ninguém quer fazer. Incentive o projeto “Softball para Todos” com sede em São Carlos, SP.

O time Jacarezinhos de São Carlos agradece.
Porque quem educa, inclui. Quem joga, transforma.


Um abraço,
Cesar

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Softball Universitário: A InterUSP 2025 mostra que o Esporte Olímpico ainda vive no coração de quem se importa https://blog2.softball.com.br/2025/06/20/softball-universitario-a-interusp-2025-mostra-que-o-esporte-olimpico-ainda-vive-no-coracao-de-quem-se-importa/ https://blog2.softball.com.br/2025/06/20/softball-universitario-a-interusp-2025-mostra-que-o-esporte-olimpico-ainda-vive-no-coracao-de-quem-se-importa/#respond Fri, 20 Jun 2025 21:08:16 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3127

São Carlos sedia a LXI InterUSP em 2025 e o taco

Enquanto o país segue mergulhado no futebol como se não houvesse amanhã, esquecendo-se de que o Brasil também é pátria de outros esportes, a InterUSP 2025 vem nos lembrar que o Softball ainda pulsa. E pulsa forte.

A tradicional competição universitária das atléticas da Universidade de São Paulo conseguiu um feito raro: reanimar o Softball universitário, um esporte olímpico que o brasileiro médio sequer sabe que existe. Mas existe. E resiste.

📍 Direto de Piracicaba, a ESALQ/USP mais uma vez montou sua equipe feminina e foi para o campo com garra, respeito à camisa da sua atlética e — mais importante — com a vontade de jogar. De Ribeirão Preto, a Medicina e a Odonto USP de São Paulo também surpreenderam positivamente ao montarem suas equipes de Softball e embarcarem nesta ideia que, além de esportiva, é profundamente educativa.

Merecem palmas. As meninas que jogaram — muitas pela primeira vez na vida — saíram de suas zonas de conforto, treinaram como deu e foram para o jogo defender o nome do seu curso. Em uma época em que se valoriza o imediatismo e o “like”, o simples ato de jogar por sua faculdade já é um ato de resistência e afeto.

🧪 Nem tudo foi perfeito…

Durante os jogos classificatórios de quinta e sexta-feira, o time da Farmácia infelizmente teve que desistir. A falta de elenco e o acúmulo de jogos de atletas em outras modalidades pesaram. Ainda não sabemos quem será o campeão dessa InterUSP, mas uma coisa é certa: o Softball já venceu.

E como sempre, o Taco não é Soft estava lá — ouvindo, fotografando, conversando, provocando. Foi assim que conseguimos convencer a Sofia, do Futsal da Medicina Ribeirão, a experimentar o Softball. E cá entre nós: ela tem pode ter futuro nos dois esportes. Isso é o Softball: um espaço que acolhe, ensina e empodera. No ano que em, a Sofia vai também jogar Softbal.


⚾ Duas razões para incluir o Softball na sua Atlética

  1. O Softball é inclusivo e formador
    O esporte exige coordenação, leitura de jogo, pensamento estratégico e espírito coletivo. Ideal para desenvolver competências emocionais e sociais em jovens adultos — além de ser um antídoto perfeito contra o sedentarismo universitário.
  2. Fortalece a cultura da Atlética e promove integração entre cursos
    Poucas modalidades incentivam tanto o espírito de equipe quanto o Softball. Treinar junto, perder junto, ganhar junto. Isso cria laços entre colegas de curso que duram muito além do diploma.

💰 E tem impacto econômico, sim senhor

Não podemos esquecer que torneios como a InterUSP movimentam a economia local. A cidade de São Carlos vê hotéis, restaurantes, padarias e até postos de gasolina se beneficiarem. São centenas de estudantes circulando, consumindo e conhecendo o município. O Softball também é motor econômico — ainda que poucos percebam.


Enquanto os grandes canais não enxergam, nós mostramos. Enquanto as federações se prendem ao alto rendimento, nós celebramos quem começa. Enquanto muitos ignoram, nós gritamos com orgulho: o Softball Universitário vive!


E mais: um aviso aos secundaristas de São Carlos. Vocês que estão estudando para o vestibular também não precisam mais esperar entrar na UFscar ou na USP para poderem jogar Softball. Existe o projeto Jacarezinhos que ensina secundaristas e até pessoal do fundamental 2 a jogar Softball. Quantos mais times foram formados, mais gente pra mostrar o seu talento.

E você, universitário ou universitária, que está lendo isso:
vai esperar outro ano pra defender sua atlética? Ou vai pegar a luva e vir com a gente?

Um abraço,
Cesar – Taco não é Soft


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13 de junho , o Taco estará em.Maringá, comemorando o dia do Softball ! https://blog2.softball.com.br/2025/06/13/13-de-junho-o-taco-estara-em-maringa-comemorando-o-dia-do-softball/ https://blog2.softball.com.br/2025/06/13/13-de-junho-o-taco-estara-em-maringa-comemorando-o-dia-do-softball/#respond Fri, 13 Jun 2025 03:38:31 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3102 Com muita alegria, o blog Taco não é Soft apresenta seu mais novo colunista: Edson Kodama! Atualmente morando em Nova York, Kodama está de passagem por São Paulo, participando do Campeonato Brasileiro de Beisebol Veteranos, promovido pela CBBS Veteranos, defendendo as cores do tradicional Cooperclub — antigo Cooper Cotia. Com uma trajetória marcada pela paixão pelo esporte, conhecimento profundo do beisebol e vivência internacional, Kodama chega para enriquecer ainda mais nosso espaço com histórias, análises e reflexões sobre o universo da bolinha e do taco. Seja muito bem-vindo, Kodama!

13 de junho é o Dia Mundial do Softbol, criado em 2005 para celebrar um esporte praticado por 30 milhões de pessoas em todo o mundo.O primeiro jogo de softbol que se tem registro foi jogado em Chicago, Estado de Illinois, EUA no Dia de Ação de Graças de 1887.

O nome “softbol” foi dado ao jogo em 1926 porque a bola costumava ser macia; No entanto, (quem já pegou uma bola, sabe), as bolas são duras. Um torneio realizado em 1933 na Feira Mundial de Chicago despertou o interesse pelo jogo.Está cientificamente comprovado que rebater no softbol é mais difícil que o beisebol. A velocidade dos arremessos, o tempo de reação dos rebatedores e defensores e a distância do campo indicam que o softbol é realmente mais difícil do que o beisebol.É por esta razão que se adotou a cor amarela para as bolas de softbol.

Como o pitchers plate das arremessadoras em um campo de softbol está mais próximo do home plate do que em um campo de beisebol – 43 pés no softbol em vez de 60 no beisebol – facilitaria um rebatedor visualizar a bola de cor amarela em comparação com uma bola branca.

O softbol foi introduzido nos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996 como um esporte de medalha apenas para mulheres, com os Estados Unidos conquistando a medalha de ouro inaugural do esporte. Eles ganharam os dois títulos subsequentes e desfrutaram de uma seqüência de 22 vitórias consecutivas desde setembro de 2000, antes de serem derrotados pelo Japão na final em 2008.Parabéns à todos que estão direta e indiretamente envolvidos com o softbol.VAI BRASIL!!

Edson A. Kodama de São Paulo.

(A ilustração da postagrm foi a base do pôster da Seleção Brasileira U-15 que disputou a Copa do Mundo de Softbol 2023 em Tóquio.
É um trabalho voluntário de criação da também jogadora de softbol da Seleção Brasileira [@hitomi.nakae / Beatrice Hitomi Nakae ] a quem desejo pronta recuperação.
(https://www.instagram.com/hitomi.nakae/)

@cbbsbr @fpbsbrasil @fprbs @softbol_brasil

Exatamente neste final de semana , a CBBS agendou o Taça Brasil de Softball Feminino sub 19 em Maringá. A ASB foi convidada para ajudar na Arbitragem como tem sido desde 1992 e o OCC Channel estará presente juntamente com a Equipe do Taco não é Soft para cobrir a me aravilhosa festa em comemoração ao dia do Softball

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Softbol Para Todos: Um projeto que transforma vidas em São Carlos https://blog2.softball.com.br/2025/05/31/softbol-para-todos-um-projeto-que-transforma-vidas-em-sao-carlos/ https://blog2.softball.com.br/2025/05/31/softbol-para-todos-um-projeto-que-transforma-vidas-em-sao-carlos/#respond Sat, 31 May 2025 20:29:18 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3055 Em meio às quadras, bastões e luvas, uma nova história está sendo escrita em São Carlos, interior de São Paulo. Não é apenas sobre esportes. É sobre inclusão, educação, desenvolvimento e, acima de tudo, sobre acreditar que é possível transformar vidas por meio do softbol e do beisebol. Assim nasce o projeto “Softbol Para Todos”, uma iniciativa que une paixão, voluntariado e compromisso social.

Onde tudo começou

O “founder” da CBSC é professor e é pai de atletas que se educaram com a ajuda do beisebol e softbol. Ao ministrar aulas de Gestão Estratégica e Gestão da Inovação e Tecnologia propôs aos seus alunos criar uma empresa fictícia para aplicarem-na na prática, Os alunos, que poderiam ter escolhido qualquer empresa, decidiram homenagear o esforço e sonho do professor em educar crianças a partir de um time de Softball. Uma ficção em sala que extrapolou as barreiras entre sociedade e universidade.

O projeto então surgiu da inquietação deste grupo de universitários que, apaixonados pelo esporte e motivados por um forte senso de responsabilidade social, decidiram sair do discurso e partir para a prática. Eles entenderam que, se não começarem agora, as futuras gerações dificilmente terão acesso a modalidades esportivas tão ricas em valores como o softbol e o beisebol. E que se depender dos órgãos governamentais, os objetivos e prioridades são outros.

“Nosso foco está nas crianças do ensino fundamental e médio. A base. Aquelas que, amanhã, podem não só se tornar atletas, mas também cidadãos melhores, conscientes, resilientes e preparados para os desafios da vida”, explicam os organizadores.

Apoios que fazem diferença

O projeto não caminha sozinho. Ele conta com o apoio de parceiros que acreditam no poder do esporte como ferramenta de transformação.

Entre eles está o time dos Jacarés de São Carlos, referência local na prática do beisebol e, que oferece suporte técnico e estrutural, no nome do Francisco J. Goyo Brito. Há também a participação de Thiago Souza, ex-olheiro (scouter) oficial do Houston Astros no Brasil, que traz sua expertise internacional, proporcionando às crianças uma visão muito mais ampla sobre o esporte, suas possibilidades e até caminhos profissionais futuros.

Outro pilar importante do projeto é o ONOVOLAB, um dos maiores hubs de inovação do Brasil, sediado em São Carlos. Através do ONOVOLAB, o projeto estabelece conexões com tecnologia, educação e empreendedorismo, mostrando que o esporte pode ser também uma porta de entrada para outras carreiras e desenvolvimento pessoal.

E, para consolidar esse movimento, empresários locais como alguns dos sócios da PanoBianco Via Prado – São Carlos abraçaram a causa, oferecendo suporte e acreditando na proposta de impactar a comunidade local através do esporte e da educação.

Até mesmo a Biotônica, do  Haroldo, está sendo contactada para ajudar com os seus projetos tecnológicos de sensoriamento funcional remotos para  Ajudar atletas a alcançarem todo o seu potencial. Alguns DM ( Diretores de Modalidades) de Atleticas como a CAASO da USP e da UFScar. Todos pelo Softbol e Beisebol.

Desafios que não desanimam

Se por um lado o projeto coleciona parcerias valiosas, por outro enfrenta desafios que parecem típicos da realidade brasileira. A falta de apoio dos órgãos públicos é uma ferida aberta.

“Por questões puramente pessoais e políticas, não conseguimos apoio das entidades oficiais. A verdade é dura, mas real: para alguns, projetos como o nosso não geram votos, não trazem holofotes, e por isso não são prioridade. Investir em crianças, esporte, educação e cidadania, infelizmente, ainda não é visto como retorno político suficiente”, desabafa um dos líderes do projeto.

Mesmo assim, o grupo segue firme, provando que é possível fazer muito, mesmo sem recursos milionários, quando se tem propósito, união e trabalho em equipe.

Muito mais que esporte

O Softbol Para Todos não ensina só como rebater, arremessar ou correr para a base. Ensina sobre disciplina, respeito, resiliência, cooperação, raciocínio rápido e tomada de decisão. E vai além: o projeto também oferece espaço para desenvolvimento de bioanálises esportivas, acompanhamento de indicadores de desempenho e introdução às estatísticas aplicadas ao esporte, algo extremamente valorizado nas grandes ligas e universidades do exterior. No caso do Brasil, a CBSC está tentando acordos com universidades e faculdades que queiram investir neste nicho específico.

As crianças e adolescentes participantes têm a oportunidade de compreender desde cedo conceitos de ciência aplicada ao esporte, como análise de movimento, prevenção de lesões e desenvolvimento de desempenho. Além disso, aprendem a transformar números em estratégia, a pensar como analistas, desenvolvendo uma habilidade que pode, inclusive, ser levada para além dos campos e aplicada na vida acadêmica e profissional.

Uma proposta de troca justa

O projeto é claro e transparente em seus objetivos. Não busca lucros, não tem fins comerciais. É 100% voluntário e feito com amor.

Os custos operacionais e os custos de investimentos serão cobertos através de patrocínio, propaganda e marketing além de doações de seus participantes e voluntários..

E a proposta de parceria é simples, porém poderosa: “Em troca de apoio — seja logístico, estrutural, material ou institucional —, oferecemos visibilidade. Queremos mostrar para o Brasil inteiro, através do nosso blog e das nossas redes, que existem instituições e pessoas que apoiam verdadeiramente o desenvolvimento esportivo e educacional dos jovens. Gente que faz, que não espera, que acredita”, explica um dos organizadores.

O futuro que já começou

O Softbol Para Todos em São Carlos não é só um projeto esportivo. É um manifesto. Um chamado para quem acredita que o esporte educa, transforma e empodera.

E, se depender dessa turma de universitários, dos Jacarés, de Thiago Souza, do ONOVOLAB, da PanoBianco Via Prado e de tantos outros que estão chegando, o futuro do softbol e do beisebol no Brasil estará cada vez mais ligado à educação, à ciência, à inclusão e, principalmente, ao amor.


Fotos: Internet

Sua gestão se destaca pela inovação, como a implementação de programas de adaptação, a exemplo do NAPE – Núcleo de Apoio Psicopedagógico ao Estudante. Essas iniciativas visam superar desafios educacionais básicos dos alunos, como dificuldades em interpretação de texto e aritmética, contribuindo significativamente para a redução da evasão e a transformação de vidas. Gustavo Azzolini acredita firmemente que a educação é um poderoso fator de transformação individual e comunitária, capaz de moldar a realidade de todo um país.

Além de sua liderança no ensino superior, Gustavo Azzolini demonstra um profundo engajamento social. Ele está diretamente envolvido na coordenação de mais de 20 projetos sociais, que juntos realizam mais de 100 mil atendimentos gratuitos anualmente, reforçando sua convicção de que o trabalho social é um diferencial na construção de uma instituição próxima da comunidade.

A CBSC-SC, reconhecendo a personalidade inovadora e o impacto positivo da liderança de Gustavo Azzolini, tem a certeza de que pode estabelecer uma parceria frutífera com um de seus empreendimentos. Especificamente em relação ao projeto ” Jacarezinhos:- Softbol para todos” de São Carlos, projeto que tem apoio do Time do Jacarés de São Carlos e alunos da UFSCar e USP ( CAASO ) esta parceria poderia ampliar projetos sociais na cidade e região. O “taco não é soft”, esta buscando agendar uma entrevista com o empresário para verificar se, em sua visão estratégica, o apoio e incentivo a um esporte com menor projeção nacional pode realmente projetar sua instituição de ensino e ampliar o interesse regional.

Acompanhem os jogos de Beisebol, softbol e respectivas noticias pelos canais : Matsumidia TV, OCC Channel ou CBBS TV

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Quando conseguiremos alcançar uma maturidade esportiva sem interesses pessoais. https://blog2.softball.com.br/2025/05/21/quando-conseguiremos-alcancar-uma-maturidade-esportiva-sem-interesses-pessoais/ https://blog2.softball.com.br/2025/05/21/quando-conseguiremos-alcancar-uma-maturidade-esportiva-sem-interesses-pessoais/#respond Wed, 21 May 2025 20:28:48 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3002 Um ponto de vista do editor .

É notável a forma como algumas ligas brasileiras, especialmente no beisebol e softbol, parecem mais inclinadas a competir e até a desmerecer o trabalho de outras organizações, ao invés de colaborar para o crescimento e a popularização da modalidade no país. Esse comportamento levanta questionamentos importantes:


Será que a busca por destaque e a percepção de uma suposta superioridade – um “ego inflado” – realmente justificam a falta de união e o possível prejuízo ao desenvolvimento do esporte? Ou o cerne dessa rivalidade reside no medo concreto de que a concorrência diminua o já escasso investimento e patrocínio disponível, comprometendo a subsistência dessas ligas? Estaria o receio da perda de controle e influência sobre a modalidade, ou a “miopia” de uma liderança sem visão de futuro, ditando essa postura segregacionista?


Entendendo a Dinâmica por Trás da Rivalidade
A sua pergunta é bastante perspicaz e, de fato, a complexidade dessa dinâmica reside em diversos fatores:

  • Ego e poder: Algumas ligas podem se enxergar como as únicas detentoras da legitimidade do esporte, o que as leva a uma atitude de superioridade e até de desdém por iniciativas alheias. Essa busca por primazia, muitas vezes, cega para o objetivo maior do desenvolvimento coletivo.
  • Concorrência por recursos: Em um cenário onde o bolo de patrocínio e investimento é pequeno, o medo de que outras ligas “mordam” uma fatia desse bolo é real. A competição por verbas e atenção pode, infelizmente, levar a uma postura defensiva e até hostil.
  • Medo de perda de controle: A ascensão de novas ligas ou o fortalecimento de rivais pode ser interpretado como uma ameaça ao status quo e ao controle exercido por certas organizações. Esse receio de diluição do poder impede a colaboração e a construção de um ambiente mais democrático.
  • Falta de visão e liderança: A ausência de um planejamento estratégico de longo prazo e a incapacidade de enxergar o potencial da união para o crescimento do esporte são grandes entraves. Lideranças que priorizam interesses imediatos e particulares em detrimento do bem comum acabam por perpetuar a fragmentação.
  • Inimizades políticas e imaturidade: E aqui chegamos a um ponto crucial que precisa ser evitado se há um desejo genuíno de crescimento. As “picuinhas” políticas, resultantes da falta de amadurecimento de algumas lideranças, geram atritos desnecessários, desviam o foco dos objetivos maiores e, em última instância, sabotam o progresso do esporte. Para um crescimento sustentável e abrangente, é imperativo que essas rivalidades pessoais e políticas sejam superadas.
  • A Urgência da Colaboração para o Beisebol e Softbol Brasileiros

  • É fundamental que as ligas esportivas brasileiras, especialmente as de beisebol e softbol, reconheçam a importância vital da colaboração para o florescimento da modalidade em todo o país. O modelo atual de competição interna e desmerecimento só prejudica a todos, afasta potenciais fãs, atletas e investidores.
    Ao invés de se digladiarem, essas organizações deveriam:
  • Compartilhar recursos e conhecimento: Unir forças para otimizar o uso de infraestrutura, compartilhar metodologias de treinamento e experiências pode beneficiar exponencialmente o desenvolvimento de atletas e técnicos em todas as regiões.
  • Trabalhar em conjunto para atrair patrocínio e investimento: Um bloco unificado tem muito mais força para negociar com grandes empresas e órgãos governamentais, apresentando um projeto de crescimento mais robusto e atrativo para o esporte como um todo.
  • Desenvolver programas de treinamento e desenvolvimento conjuntos: Criar academias, clínicas e competições que integrem atletas de diferentes ligas pode elevar o nível técnico geral e ampliar a base de talentos.
  • Promover o esporte em nível nacional e internacional de forma coesa: Uma voz única e estratégica na divulgação da modalidade, com eventos e campanhas de marketing coordenadas, terá um impacto muito maior na atração de novos praticantes e na consolidação do beisebol e softbol no cenário esportivo brasileiro.
  • Ao trabalhar juntas, as ligas esportivas brasileiras podem criar um ambiente muito mais colaborativo e inclusivo, beneficiando TODOS os envolvidos: desde os atletas em formação, passando pelos treinadores, dirigentes, patrocinadores, até, e principalmente, os fãs que buscam um esporte vibrante e unificado. A superação das vaidades e a priorização do bem maior do esporte são o caminho para um futuro de crescimento e reconhecimento para o beisebol e softbol no Brasil.
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