#panobiancovilaprado – Taco não é Soft https://blog2.softball.com.br Este é o blog criado para divulgação do Softbol e do Beisebol do Brasil. Um jogo empolgante e com muita estratégia, velocidade, raciocínio rápido. Nosso intuíto é que este esporte Olimpico seja aprendido pelas nossas crianças e que estas consigam assimilar os valores legados dpela cultura Jaonesa que instaurou e continua se dedicando a manter este esporte vivo no Brasil. Compartilhe com amigos que ainda não conhecem e colaborem com a educação das crianças. Ajude a fazer um Brasil melhor. Sun, 08 Jun 2025 02:00:39 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 3ª Copa São Paulo de Softball Feminino Sub-11 – Emoção molhada em Marília https://blog2.softball.com.br/2025/06/08/3a-copa-sao-paulo-de-softball-feminino-sub-11-emocao-molhada-em-marilia/ https://blog2.softball.com.br/2025/06/08/3a-copa-sao-paulo-de-softball-feminino-sub-11-emocao-molhada-em-marilia/#respond Sun, 08 Jun 2025 02:00:39 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3078

🌧☀ 3ª Copa São Paulo de Softball Feminino Sub-11 – Emoção molhada em Marília ☀🌧

Se organização de Softball de base tem nome no Brasil, esse nome é Nelson Yajima.
E se o evento é cheio de alegria, garra, improviso e muito amor pelo esporte, pode ter certeza que ele está envolvido.

Foi assim na 3ª Copa São Paulo de Softball Feminino Sub-11, que aconteceu em Marília-SP, com a organização da FPBS junto com os experientes dirigentes do Nikkey Marília e a marca registrada de quem realmente acredita no futuro do Softball.

No sábado, o tempo resolveu brincar com todo mundo: chuva, paralisações, troca de campos, uma confusão que em muitos lugares viraria caos… Mas ali virou diversão.
Saiu sol. Voltou a garoa. Os campos estavam molhados. As crianças? Rindo. Jogando. Correndo. Se sujando de terra e alegria.
Softball já é bom… com campo molhado, então, vira festa! Daquelas que mãe adora fotografar e guardar pra sempre.

Marília é uma referência no Softball e no Beisebol nacional. O Clube Nikkey Marília é celeiro de talentos, e o nome mais lembrado neste momento é o da Gabi Narazaki, que hoje veste com orgulho a camisa da Seleção Brasileira Adulta de Softball, como catcher.
Filha do Sérgio Narazaki, que defendeu por uma vida inteira esse mesmo clube, Gabi é símbolo de uma geração que cresceu brincando no campo… e nunca mais saiu dele.

E é por isso que a Copa São Paulo é tão importante. Porque é nessa idade — Sub-11! — que a semente do Softball é plantada.
Nelson Yajima sabe bem disso. Ele já organizava torneios infantis com um esforço descomunal. Todos , sim todos os jogadores de Softball lembram- se do “Torneio Tiemi Yajima” e dos troféus e medalhas que o Nelson e família conseguiam pra todo mundo. Sempre com um objetivo: despertar nas crianças a vontade de jogar.
Foi colaborador da CBBS, ocupou cargos importantes e, ao mesmo tempo, nunca abandonou seu papel na ASB — Árbitros de Softbol Brasil ,a entidade que desde 1992 ensina, treina e certifica árbitros da modalidade.

Aliás, falando em arbitragem, você sabia que um jogo de Softball pode ter até quatro árbitros em campo?
E muitos deles já passaram pelas mãos experientes de Yajima, de Kaneioshi (que, aliás, fez aniversário durante o campeonato!), do Melão — que já foi jogador, técnico e árbitro —, do Kodao, e de tantas outras figuras queridas e conhecidas do meio que mantêm o Softball vivo pelo amor que sentem.

Árbitro Kane, vistoriando , no seu aniversário, um campo molhado pra ver em quanto tempo recomeçar ia o jogo

Quem sabe, entre as meninas que correram, escorregaram e sorriram neste fim de semana, não esteja escondida uma nova Gabi Narazaki?
Quem sabe, mais uma atleta que vai levar no peito, no futuro, o nome da sua cidade, do seu clube, e do Brasil?

Quem sabe o pai de uma delas não descobre sua vocação em ajudar voluntariamente na arbitragem e não se dedica como o sensei Kaneioshi ou o Melão?

O Taco não é Soft não faz previsões.
Mas a gente divulga.
E principalmente: a gente parabeniza quem faz com que o esporte continue crescendo com alma, com memória e com propósito. Um dia chegaremos ao profissionalismo e deixaremos as diferenças políticas e pessoais de lado.

assista os jogos no canal do YouTube do Cooperclub


Um abraço,
Cesar

Taco não é Soft – Porque quem ama o Softball, joga com o coração.

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o NDU ( Novo Desporto Universitario). De novo , não tem nada. https://blog2.softball.com.br/2025/05/08/o-ndu-novo-desporto-universitario-de-novo-nao-tem-nada/ https://blog2.softball.com.br/2025/05/08/o-ndu-novo-desporto-universitario-de-novo-nao-tem-nada/#respond Thu, 08 May 2025 23:55:20 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2938

Você já ouviu falar da NDU? Não? Talvez seja pelo mesmo motivo que você também nunca tinha ouvido falar do Softbol…

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Pois é. O Novo Desporto Universitário (NDU) é simplesmente a vida esportiva das universidades brasileiras. E não, não estamos falando de peladas de fim de semana ou jogos casuais no pátio da faculdade. Estamos falando de uma verdadeira Olimpíada Universitária, com jogos organizados, atléticas engajadas, rivalidades históricas, estrutura de primeira, torcida e, claro, MUITA emoção.

Você sabia que estudantes universitários competem defendendo as cores de suas Atléticas em esportes como basquete, vôlei, handebol, xadrez, natação, polo aquático, futsal, futebol de campo e — veja só — Softbol e Beisebol? Pois é. Isso existe. E é grande.

Mas por que você nunca viu nada sobre isso na TV? Por que não é comentado nos jornais, nas mesas redondas, nos podcasts esportivos, nas redes sociais dos grandes portais?

Simples: vivemos no país do “Só Futebol”.

Vivemos num país onde o esporte universitário é negligenciado pela grande mídia e pela maioria da sociedade, como se não existisse. Um país onde qualquer outra modalidade precisa brigar por migalhas de atenção, visibilidade e apoio — mesmo quando forma cidadãos, une universidades, movimenta milhares de atletas e transforma vidas.

A NDU foi fundada em 2010, quando 22 atléticas universitárias de São Paulo decidiram que era hora de criar algo novo, mais democrático, mais próximo dos próprios estudantes. Hoje, são 42 entidades participantes e mais de 400 equipes inscritas semestralmente, em uma organização séria, transparente, onde os próprios associados decidem os rumos da competição. A gestão é horizontal, o voto é democrático, o protagonismo é coletivo.

Além de promover o esporte de alto nível, a NDU também acredita no esporte como ferramenta de formação humana. Ética, respeito, inclusão, cidadania — tudo isso faz parte da proposta. Mais do que campeões, a NDU ajuda a formar gente consciente do seu papel na sociedade.

E você nunca ouviu falar disso. Assim como nunca tinha parado pra pensar na grandeza do Softbol. Porque, talvez, estão tentando te emburrecer. Tentando te manter preso a uma única forma de torcer, a uma única camisa, a uma única narrativa. Enquanto isso, você é privado de saber que há muito mais acontecendo no Brasil, fora do barulho das vuvuzelas.

O Softbol, por exemplo, é muito maior do que qualquer monotorsedor de futebol pode imaginar. Vai além da força física: exige estratégia, pensamento rápido, trabalho em equipe e uma leitura profunda do jogo. E, sim, está presente nos torneios universitários, sendo praticado por jovens brilhantes e dedicados, que dividem o tempo entre os treinos e a sala de aula.

Está na hora de abrir os olhos. Está na hora de conhecer a NDU. Está na hora de parar de aceitar que o esporte no Brasil se resuma a 22 homens correndo atrás de uma bola. Está na hora de dar espaço a outras vozes, outras modalidades, outras histórias.

Porque o Brasil é muito maior do que você vê na tela da TV. E o esporte brasileiro, mais ainda.


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Por que as empresas devem patrocinar o Softbol Brasileiro? https://blog2.softball.com.br/2025/04/02/por-que-as-empresas-devem-patrocinar-o-softbol-brasileiro/ https://blog2.softball.com.br/2025/04/02/por-que-as-empresas-devem-patrocinar-o-softbol-brasileiro/#respond Wed, 02 Apr 2025 12:14:53 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2783 O patrocínio ao esporte sempre foi uma estratégia eficaz para empresas que desejam fortalecer sua imagem, impactar positivamente a sociedade e, ao mesmo tempo, associar sua marca a valores como superação, trabalho em equipe e inclusão. No Brasil, enquanto esportes como futebol, vôlei e basquete atraem grandes investimentos, modalidades menos conhecidas, como o softbol, ainda enfrentam dificuldades para captar recursos. No entanto, há razões sólidas para que empresas passem a investir no softbol, especialmente considerando que esporte também é cultura e que há incentivos fiscais, como a Lei Rouanet, que podem viabilizar esses investimentos.

Esporte como Cultura e Ferramenta de Transformação Social

O softbol não é apenas uma prática física; ele carrega tradições, valores e identidade cultural. O softbol, por exemplo, tem raízes profundas na cultura japonesa, mas hoje faz parte da diversidade esportiva do Brasil, mesclando técnicas orientais com a energia e criatividade do estilo latino-americano. Também, podemos destacar que por ser cultura Americana, a maioria das escolas americanas e canadenses sediadas nas mais diversas cidades brasileiras, incentivar , como cultura, a prática do softbol que é um esporte tipicamente Americano Apoiar essa modalidade significa preservar e expandir essa tradição, tornando-a acessível a mais jovens e comunidades.

Além disso, o esporte, assim como a arte e a música, tem o poder de transformar vidas. Muitas crianças e adolescentes que ingressam no softbol encontram não apenas um esporte, mas também um caminho para disciplina, socialização e oportunidades futuras. Patrocinar equipes e campeonatos de softbol significa investir diretamente no desenvolvimento humano e social, um impacto que reverbera positivamente em toda a sociedade.

Lei Rouanet e Incentivos Fiscais para o Softbol

Muitos empresários desconhecem que a Lei Rouanet, principal mecanismo de incentivo fiscal à cultura no Brasil, também pode ser utilizada para fomentar eventos esportivos. De acordo com a legislação vigente, projetos que promovem o esporte como manifestação cultural, principalmente aqueles voltados para a inclusão social e a formação educacional de crianças e jovens, podem ser beneficiados por essa lei.

Isso significa que empresas podem destinar parte de seus impostos para apoiar campeonatos de softbol, projetos de base e eventos esportivos, sem aumentar seus gastos diretos. Esse modelo de investimento permite que o dinheiro que já seria pago em tributos seja direcionado para uma ação com impacto real na sociedade. (Será futuramente o caso do projeto Softbol para todos do Jacarezinhos, em São Carlos, SP)

Benefícios para as Empresas

Além dos incentivos fiscais, há outros benefícios diretos para as empresas que patrocinam o softbol:

  1. Aproximação com o público jovem e familiar – O softbol é um esporte praticado por crianças, adolescentes e adultos, sendo ideal para marcas que querem se conectar com esse público de forma positiva.
  2. Branding e reputação corporativa – Empresas que investem em esportes considerados “fora do eixo” demonstram compromisso com a diversidade e a inclusão social.
  3. Exposição de marca – Com a crescente cobertura do softbol em mídias alternativas, como o Taco não é Soft e o OCC Channel, os patrocinadores ganham visibilidade em eventos e transmissões esportivas.
  4. Responsabilidade social – Associar sua marca a um esporte que promove valores positivos e inclusão é uma excelente estratégia de responsabilidade social corporativa (RSC).

Faça sua empresa ajudar a sociedade que a sociedade retribuirá consumindo seus produtos e serviços.

Patrocinar o softbol brasileiro é uma decisão inteligente e estratégica para qualquer empresa que deseja fortalecer sua marca, impactar a sociedade e, ao mesmo tempo, se beneficiar dos incentivos fiscais disponíveis. Com o suporte de leis como a Lei Rouanet e a Lei do incentivo ao esporte, investir no esporte se torna ainda mais acessível e vantajoso. O softbol está crescendo no Brasil, e as empresas que souberem enxergar essa oportunidade estarão não apenas apoiando um esporte, mas também contribuindo para o desenvolvimento cultural e social do país.

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Mitos e Verdades Sobre o Beisebol e Softbol nos Clubes Brasileiros https://blog2.softball.com.br/2025/03/18/mitos-e-verdades-sobre-o-beisebol-e-softbol-nos-clubes-brasileiros/ https://blog2.softball.com.br/2025/03/18/mitos-e-verdades-sobre-o-beisebol-e-softbol-nos-clubes-brasileiros/#respond Tue, 18 Mar 2025 17:51:04 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2744 No Brasil, o beisebol e o softbol sempre tiveram uma característica peculiar: sua prática esteve quase que exclusivamente restrita aos clubes nipo-brasileiros. Mas por quê? Esse fenômeno não ocorreu por um motivo técnico ou estrutural, e sim por uma questão cultural. Diferentes comunidades imigrantes trouxeram seus esportes e os cultivaram em seus clubes sociais. Enquanto italianos, alemães e outras etnias focaram no futebol, as colônias japonesas abraçaram o beisebol e o softbol, esportes que já eram populares no Japão. Com isso, criou-se o mito de que esses esportes eram “coisa de japonês”, afastando outras comunidades da prática. Por outro lado, devido a perseguição na era Vargas, as colônias japonesas conseguiam se divertir e confraternizar somente em campeonatos nos finais de semana. As mães e esposas dos jogadores preparavam.comida (obento) e ficavam na torcida pelos seus times . De 1950 pra 2025 não mudou muita coisa.

o Taco não é Soft tem severas críticas com relação a essa “segregação” esportiva que se impõe. Somos todos Brasileiros e devemos praticar todos os esportes possíveis, não só o futebol. E para isso é importante o marketing e a propaganda.

O Mito da Divisão de Gênero

Outro equívoco comum é a ideia de que o beisebol é um esporte para os “machos” e o softbol para as “meninas”. Essa visão ultrapassada gerou uma divisão artificial e prejudicial dentro da comunidade esportiva. Enquanto nos Estados Unidos pouca distinção existe ( informação incerta ) e na Argentina o softbol é mais popular que o próprio beisebol, no Brasil ainda há resistência para tratar os dois esportes de forma equitativa. Essa separação não tem base técnica, e sim uma construção cultural que precisa ser revista.

A Realidade Dentro dos Clubes

A predominância dos clubes nipo-brasileiros se deu por desinteresse das demais associações esportivas. Como consequência, a maioria dos atletas acaba sendo descendente de japoneses, pois são as famílias que frequentam esses clubes. No entanto, mesmo dentro dessas organizações, existem divisões internas significativas. Os departamentos de beisebol e softbol costumam ser separados, e cada clube possui várias categorias, gerenciadas de forma independente.

Esse modelo gera desafios. Com poucos sócios e recursos escassos, há disputas internas entre categorias e até entre administradores, que competem pelo mesmo atleta. Como os jogadores passam, em média, apenas dois anos em cada categoria, há um esforço constante para captar novos talentos e mantê-los engajados.

Além disso, os clubes precisam se autofinanciar. Como raramente há verba suficiente para distribuir entre todos os departamentos, cada categoria precisa buscar seus próprios recursos por meio de rifas, eventos e patrocínios. Essa necessidade acaba criando uma competição interna dentro dos próprios clubes, tornando o ambiente, por vezes, desgastante.

A Cultura dos Clubes e o Modelo de Gestão

A influência cultural japonesa também impacta a gestão dos clubes. O envolvimento familiar é intenso: os pais ajudam na alimentação dos atletas, na limpeza dos espaços e na educação dos jogadores, fortalecendo um modelo comunitário baseado no voluntariado. Essas organizações funcionam quase como grandes famílias, onde a ajuda mútua é essencial para manter os times ativos. No entanto, a falta de profissionalização e transparência financeira pode dificultar a expansão do esporte. Já existem outros modelos administrativos mistos que estão sendo testados. Ainda incipientes, mas podem inovar e modernizar clubes que queiram adot-las no futuro.

Nos Estados Unidos e na Argentina, o softbol e o beisebol são muito mais amplos e diversificados, com estrutura mais profissionalizada e aberta a diferentes perfis de atletas. No Brasil, talvez o modelo ideal seja um meio-termo: manter o espírito comunitário e a dedicação voluntária, mas também abrir espaço para maior profissionalização, captação de patrocínios e expansão do esporte para além dos clubes nipo-brasileiros.

O Papel do Taco Não é Soft

O blog Taco Não é Soft existe para divulgar e desmistificar o beisebol e o softbol no Brasil. Nosso objetivo é que, no futuro, mais atletas e mais recursos possam chegar a esses esportes, evitando disputas internas desnecessárias e tornando as modalidades mais acessíveis a todos. Se tivermos mais jogadores, mais dinheiro, mais campeonatos e menos ego, poderemos crescer de forma sustentável e justa, sem precisar dividir os esportes por gênero ou manter práticas excludentes.

O beisebol e o softbol são para todos. Cabe a nós derrubar os mitos e abrir espaço para um futuro mais inclusivo e promissor para essas modalidades no Brasil

A obrigação do incentivo , constitucionalmente e moralmente é do governo , mas, cono tudo no Brasil, a gente só fica esperando o responsável fazer algo e criticando. Resolvemos adotar a tática DIY ( Do it yourself) , traduzindo para o português : para de reclamar, dar ideias e se irritar, tire os glúteos da cadeira e faça algo você mesmo. A ajuda vira da comunidade realmente comprometida com o esporte….e as represálias virão, certamente de interesseiros e invejosos. Críticas e sugestões são bem-vindas ❤❤⚾⚾🥎🥎🥎

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Taça Yakult Infantil: O futuro do beisebol brasileiro em campo! https://blog2.softball.com.br/2025/03/18/taca-yakult-infantil-o-futuro-do-beisebol-brasileiro-em-campo/ https://blog2.softball.com.br/2025/03/18/taca-yakult-infantil-o-futuro-do-beisebol-brasileiro-em-campo/#respond Tue, 18 Mar 2025 01:44:11 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2738 O final de semana de 15 e 16 de março foi movimentado para o beisebol brasileiro! Enquanto os adultos deram a largada no Campeonato Adulto Interclubes no histórico Estádio Mie Nishi, e os pequenos do pré-infantil batalhavam no Paulista de Beisebol lá no ANC , o Taco Não é Soft acompanhou de perto um dos torneios mais importantes para a base: a Taça Yakult Infantil, realizada no Centro de Treinamento da Yakult, em Ibiúna. Foram dois dias de muita emoção, talento e competição acirrada, com direito a transmissão ao vivo da CBBS no YouTube, sob o comando de Rafael Matsumoto, do canal MatsumidiaTV e a narração , comentários e explicações do Roni Ebina, um dos diretores da Little League do Brasil.

A competição reuniu 12 equipes de todo o Brasil, formadas por atletas de 10 a 12 anos, mostrando que, apesar das dificuldades, o beisebol de base segue crescendo.
O softbol também está crescendo, o ano também começa com as atletas do SUB 13 com o Campeonato Brasileiro em Atibaia, SP, nos dias 29 e 30 de Março. Que por sinal é a data do inicio do campeonato PAN AMERICANO, sub 15 da WBSC Americas , onde nossas meninas defenderão as cores do Brasil e uma vaga para o mundial mais para o fim do ano. o PAN AMERICANO será em Acapulco, Mexico. e o Mundial desta categoria será na Italia.

Mas isto é para outra reportagem. Vamos nos ater ao beisebol, no CT Yakult e na ACADEMIA CBBS.

Primeira fase: Destaques da fase classificatória

Os jogos iniciais definiram os semifinalistas com partidas de alto nível e algumas surpresas. No Grupo A, os Nippon Blue Jays dominaram, atropelando o Nikkei Curitiba por 24 a 5. No entanto, o Cooper Clube deu trabalho e venceu os curitibanos por 8 a 5, mas acabou superado pelos Jays por 2 a 1.

No Grupo B, Indaiatuba surpreendeu ao vencer o Tozan por 13 a 1, mas depois caiu diante do Maringá, que também passou por cima do Tozan por 18 a 0. O jogo entre Indaiatuba e Maringá foi um dos mais disputados, terminando 2 a 0 para os paranaenses.Lembrando que este time do Maringá, foi Campeão Little League na categoria anterior no ano de 2023.

No Grupo C, o Pinheiros mostrou sua força vencendo o Anhanguera (9 a 4) e o Marília (11 a 1). O Anhanguera, por sua vez, conseguiu boa vitória sobre Marília por 11 a 1 e avançou.

No Grupo D, o Mogi das Cruzes se destacou vencendo Atibaia por 15 a 5 e o Gigante por 4 a 2. O Gigante ainda garantiu classificação ao derrotar Atibaia por 11 a 1.

Finais: Emoção até o último inning!

Com as chaves definidas, os jogos decisivos foram eletrizantes.

Nas semifinais da Chave Ouro, o Mogi das Cruzes superou os Nippon Blue Jays por 8 a 6, enquanto o Pinheiros bateu o Maringá por 6 a 0, garantindo vaga na grande final.

Na disputa do terceiro lugar, o Maringá se impôs e venceu os Nippon Blue Jays por 15 a 3. Já na grande decisão, o Pinheiros confirmou sua força e venceu o Mogi das Cruzes por 13 a 8, levando o título da Taça Yakult 2025! Aqui vai um abraço especial para o Sensei Paulinho Nakagima e para o Alberto Hiroshi Yamamoto ( vice presidente da CBBS /2025 que tem seu neto jogando pelo Pinheiros). Segura coração !!

Enquanto isso, na Chave Prata, o Gigante dominou o Cooper Clube por 9 a 2, e o Anhanguera venceu Indaiatuba por 4 a 3. No duelo decisivo, o Anhanguera garantiu o título da Chave Prata ao bater o Gigante por 10 a 5.

Mais que uma competição: um celeiro de talentos!

A Taça Yakult é um exemplo claro do potencial do beisebol brasileiro de base. Mesmo com poucos investimentos e pouca divulgação fora da comunidade nikkei, esses jovens mostram que o talento está aqui, esperando apenas uma oportunidade para brilhar.

Olhando para frente, cabe às entidades esportivas e à própria CBBS trabalhar para dar continuidade a esse desenvolvimento, buscando ampliar a exposição do esporte e atrair mais crianças para o diamante.

Parabenizamos todas as equipes participantes e esperamos ver esses jovens talentos brilhando ainda mais nos próximos torneios. Porque aqui no Taco Não é Soft, a gente acredita que o beisebol brasileiro tem futuro. Basta a gente acreditar e fazer acontecer! Assista o jogo inteiro, no canal da CBBS…. assine , de o seu like , mas procure o canal OCC Channel , inscreva-se e também de o seu like.

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O Sonho do Beisebol Universitário: De Limeira a São Carlos https://blog2.softball.com.br/2025/02/22/o-sonho-do-beisebol-universitario-de-limeira-a-sao-carlos/ https://blog2.softball.com.br/2025/02/22/o-sonho-do-beisebol-universitario-de-limeira-a-sao-carlos/#respond Sat, 22 Feb 2025 21:25:20 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2651 Durante 17 anos como professor universitário, tive a oportunidade de lecionar em diversas instituições brasileiras. Sempre me incomodou a forma como o esporte e o condicionamento físico e mental dos alunos eram negligenciados em comparação com as festas universitárias. Enquanto essas festividades são importantes para o convívio social, o esporte é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento pessoal e profissional, algo que poucas instituições valorizam de verdade.

Nos meus últimos anos de ensino, em uma faculdade de Limeira, tentei introduzir o beisebol e o softbol na vida dos alunos. Os estudantes de Engenharia Elétrica até se empolgaram, mas foi só entusiasmo inicial. Os de Administração não demonstraram muito interesse. Mas foi com os alunos de Engenharia de Produção que o projeto realmente ganhou vida.

Durante uma atividade interdisciplinar entre as disciplinas de Gestão Estratégica e Gestão da Inovação, propus que os alunos criassem uma empresa fictícia para aplicar os conceitos aprendidos em sala. Depois de muitas discussões, surgiu a ideia de uma empresa dedicada a ensinar professores de educação física a incluir beisebol e softbol no currículo escolar. Nasceu, então, a NSL, com estrutura, missão, valores e toda a formalização necessária para operar como uma empresa de verdade.

Um Novo Caminho, o Mesmo Sonho

Hoje, não estou mais naquela instituição. Retornei ao gerenciamento de projetos e consultoria empresarial, ajudando empresas a sair da mesmice e a melhorar seus times de marketing, muitas vezes displicentes e sem propósito definido. Mas o sonho de contribuir para a sociedade por meio do esporte não acabou—ele apenas mudou de forma. Agora, estou envolvido em uma organização que se preocupa com o bem-estar físico e mental das pessoas.

Se você está se perguntando o que isso tem a ver com beisebol e softbol, a resposta é simples: a semente foi plantada em Limeira, mas o solo não era fértil. Agora, estamos levando essa ideia para São Carlos, onde os administradores parecem mais humildes e menos resistentes a novas ideias. Com o apoio de instituições como o Onovolab, a Academia Panobianco e até a Secretaria de Esportes de São Carlos, quem sabe esse projeto finalmente floresça?

O Esporte Universitário Ainda Tem Esperança

Fico feliz em ver que a ideia ainda vive na universidade, agora com a nova turma de Educação Física, que tem o potencial de agregar atletas de diferentes cursos e formar equipes para disputar os campeonatos universitários de beisebol e softbol. O Taco Não é Soft está apoiando os calouros de Educação Física de 2025, especialmente o Kukimoto, que, como São Tomé, só acredita vendo.

Tenha fé, Kukimoto! O time vai sair do papel, vai ficar forte e, quem sabe, pode ser campeão em quatro anos. O beisebol e o softbol universitário ainda têm muito para crescer no Brasil, e nós estaremos lá para contar essa história! ⚾🔥

Esta acabando… Últimos retoque e aberta a visitação.

Inauguração na Segunda-feira .dia 24 de fevereiro as 18:00. Eu acho que a Kombi do Português vai estar lá.

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O Segredo do Sucesso da Disney: Atenção aos Detalhes e Cuidado com a Experiência do Cliente https://blog2.softball.com.br/2025/02/09/o-segredo-do-sucesso-da-disney-atencao-aos-detalhes-e-cuidado-com-a-experiencia-do-cliente/ https://blog2.softball.com.br/2025/02/09/o-segredo-do-sucesso-da-disney-atencao-aos-detalhes-e-cuidado-com-a-experiencia-do-cliente/#respond Sun, 09 Feb 2025 17:02:32 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2578 Quando se fala em Disney, logo pensamos em magia, diversão e um serviço impecável. Mas por trás do encantamento que os parques temáticos proporcionam, há um segredo que faz toda a diferença: a atenção extrema aos detalhes. Essa filosofia, que tornou a Disney um modelo de excelência em atendimento, pode ser aplicada a qualquer negócio – inclusive ao setor esportivo e de bem-estar.

O Cuidado com os Pequenos Detalhes

A Disney é mundialmente conhecida por seu nível de exigência com a manutenção, limpeza e experiência do cliente. Algumas das práticas adotadas nos parques incluem:

  • Pintura sempre impecável: Qualquer raspão ou desgaste nas estruturas dos parques é retocado imediatamente. Nenhum detalhe é ignorado. A ideia é que os visitantes sintam que estão entrando em um mundo novo e perfeito.
  • Limpeza constante: A Disney possui equipes dedicadas exclusivamente a manter o parque limpo, coletando qualquer sujeira quase instantaneamente. Até mesmo chicletes são proibidos para evitar que acabem grudados em algum lugar.
  • Atendimento encantador: Todos os funcionários, ou melhor, “elenco” da Disney, são treinados para tratar os visitantes com máxima cortesia e atenção, tornando cada interação uma experiência memorável.
  • Manutenção cuidadosa: Carrinhos, brinquedos e atrações são inspecionados regularmente para garantir segurança e conforto, sem esperar que algum problema apareça.

Aplicando a Filosofia Disney ao Esporte e ao Bem-Estar

Esse mesmo cuidado com os detalhes é o que torna um espaço esportivo, uma academia ou até mesmo um time de beisebol ou softbol um verdadeiro sucesso. São pequenas ações que fazem toda a diferença na experiência dos alunos e atletas.

A nova academia tecnológica que está chegando a São Carlos entendeu essa lição e promete oferecer um atendimento excepcional, com ambientes sempre bem cuidados, estrutura impecável e um serviço voltado para a experiência do aluno. Assim como a Disney, os responsáveis pelo projeto sabem que detalhes importam – e são eles que fazem um cliente se sentir especial e querer voltar.

A Excelência Está nos Detalhes

Seja em um parque temático, em uma academia ou em um campo de treinamento, o segredo do sucesso está na atenção aos detalhes. O Taco não é Soft acredita que essa nova academia de São Carlos pode ser um marco para o esporte na cidade, ajudando a formar atletas, criar novas oportunidades e, quem sabe, até contribuir para o desenvolvimento do beisebol e do softbol na região.

O sucesso da Disney nos ensina que não basta oferecer um serviço, é preciso criar uma experiência. E você? Está pronto para viver essa nova fase do esporte em São Carlos?

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