OCC Channel – Taco não é Soft https://blog2.softball.com.br Este é o blog criado para divulgação do Softbol e do Beisebol do Brasil. Um jogo empolgante e com muita estratégia, velocidade, raciocínio rápido. Nosso intuíto é que este esporte Olimpico seja aprendido pelas nossas crianças e que estas consigam assimilar os valores legados dpela cultura Jaonesa que instaurou e continua se dedicando a manter este esporte vivo no Brasil. Compartilhe com amigos que ainda não conhecem e colaborem com a educação das crianças. Ajude a fazer um Brasil melhor. Tue, 15 Jul 2025 14:40:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 E o fair play revela os gigantes de 10 anos que já entendem o que é ser grande numa “seletiva” https://blog2.softball.com.br/2025/07/15/e-o-fair-play-revela-os-gigantes-de-10-anos-que-ja-entendem-o-que-e-ser-grande-numa-seletiva/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/15/e-o-fair-play-revela-os-gigantes-de-10-anos-que-ja-entendem-o-que-e-ser-grande-numa-seletiva/#respond Tue, 15 Jul 2025 14:40:54 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3313 Segunda-feira. O silêncio da manhã parecia mais profundo do que o habitual. Nico e Olivia dormiram até 9:30 — um recorde, revelando o corpo exausto depois de um final de semana exigente. É o primeiro dia das férias — da escola e, agora, também dos treinos de beisebol, que fizeram uma pausa depois de um fim de semana intenso: a seletiva para a seleção brasileira sub-10 pan-americana, que acontecerá na Venezuela.

Cerca de 80 meninos de 9–10 anos disputando 18 vagas. Todos nervosos (meninos e pais), sendo avaliados e querendo ter o orgulho de representar o Brasil. E, mesmo assim, algo raro aconteceu: vimos crianças torcendo umas pelas outras. Havia incentivo. Apoio. Aplauso. Torcida silenciosa. Dicas. Parecia que cada um sabia que, se não fosse ele, tudo bem que fosse o amigo.

Nico Cabral, #49 de Atibaia, e Jeremias Aires, #31 do Gecebs, aquecem durante a seletiva do fim de semana (Foto: Guilherme Gibim)

Foi nesse clima que vimos Jeremias tomando café no sábado de manhã, assim que entramos no refeitório do CT Yakult. Jogador brilhante do Gecebs, time de tradição, já cruzou com o Nico em muitos campeonatos desde que começaram no beisebol (eles são de 2015). Alto, esguio, com uma envergadura que salta aos olhos, tem um braço privilegiado e um domínio impressionante para alguém que ainda vai completar 10 anos. Caminha com leveza, mas impõe presença — mesmo em silêncio. E no montinho… É preciso. Firme. Seguro. Domina os arremessos com naturalidade, como se tivesse nascido dentro de um campo. Um talento silencioso — e inegável. É, sem exagero, um dos melhores pitchers da categoria hoje.

Mas a gente não esperava vê-lo naquela seletiva. O sotaque entrega: Jeremias (ou Jeremiah, como eu o chamo) nasceu na Venezuela e, pelas regras, só brasileiros podem participar de seleções pan-americanas nacionais. Descobrimos que o menino tem dupla cidadania — o avô é brasileiro — e, portanto, estava ali com legitimidade plena e muito merecimento. Quando o vimos ali sentado com os colegas, houve surpresa e sorrisos (e a quase certeza de que agora seriam 17 vagas para cerca de 79 meninos).

Sábado à noite, depois de todos os drills, jogos e avaliações, os meninos tiveram um tempo livre entre o jantar, o banho e o descanso para o próximo dia. Jeremias apareceu no alojamento de Atibaia para brincar. Uns 10 minutos depois, atrás dele, a mãe chegou, rindo e brincando:

— Vocês sequestraram meu filho pra jogar em Atibaia?

E bem que a gente queria — o menino é pura simpatia, humildade, sorrisos e técnica perfeita. Ficamos ali, observando todas as crianças juntas — de times diferentes, sotaques variados — conversando e brincando como se fossem uma só turma.

Foi então que a mãe do Jeremias começou a contar a história deles — uma história riquíssima de emoção, que encheu os olhos de lágrimas.

Quando vieram ao Brasil, Jeremias tinha uns cinco, seis anos. Filho de pai e mãe venezuelanos — a mãe, com o nome mais significativos que já ouvi: Roraima — Jeremias nunca mais voltou. Fez do Brasil a sua casa, do campo de beisebol o seu lugar de pertencimento. E do Gecebs, o time do coração.

Jere na rebatida, durante a seletiva destre fim de semana (Foto: Guilherme Gibim)

Roraima contou que estavam ali, sim, competindo por uma vaga — mas também carregavam um sonho maior: aquela seletiva era a primeira oportunidade de, talvez, Jeremias voltar à Venezuela após 4 anos. E mais: voltar defendendo a camisa do país que os acolheram.

O beisebol no Brasil tem mudado e uma parte significativa dessa transformação veio de fora. Uma das maiores influências nos últimos anos tem sido a dos venezuelanos — famílias que cruzaram fronteiras com filhos pequenos e sonhos grandes. Trazem técnica refinada, paixão, Reggaeton e generosidade. Uma entrega ao jogo que contagia.

Aqui em casa, esse movimento tem nome, rosto e ensinamento: Nico já foi treinado por três senseis venezuelanos (Jhonathan, Thony e Hector). Cada um, à sua maneira, ensinou e ensina bem mais do que técnica. Ensinam intensidade, exigência, amor pelo jogo, coragem — e também respeito. Porque ser grande, eles mostram, não é só saber jogar. É saber crescer junto com força, raça e determinação.

Nico e o sensei de pitcher venezuelano Thony Zorilla

E, claro, não dá pra falar de beisebol no Brasil sem reverenciar a base que nos sustentou por décadas: a comunidade japonesa — que temos no sangue. Foram os nipo-brasileiros que fincaram as estacas, construíram campos em terrenos improváveis, ensinaram as primeiras gerações a respeitar o esporte. Os que jogavam descalços com a mesma seriedade de quem disputa final de campeonato.

Agora, o que vemos é um campo plural. O menino de sobrenome japonês (Kawazoe) dividindo posição com o menino de sotaque espanhol (Aires). O beisebol brasileiro se tornando, cada vez mais, um espelho do país que somos: diverso, miscigenado, resiliente.

Jeremias é um retrato dessa imigração. A mãe disse que além do desejo de entrar para a seleção brasileira, o menino quer muito — muito mesmo — pisar novamente na terra que eles chamam de “país-mãe”. Ela relatou o quanto essa vontade se transformou em esforço e treino, tanto que tinha machucado a canela. Mas, ainda assim, não tinha desistido de seguir.

Chamei o Nico e contei um pouco dessa história, cheia de emoção. Ele imediatamente procurou Jeremias, deu um tapa nas costas e falou, com um sorriso imenso:

— Jeremias, você tem que passar nessa seletiva.
— Você também, amigo — ele respondeu.

E ali, naquela conversa de dois segundos, coube tudo o que acredito que o esporte pode ensinar. Numa seletiva em que a ansiedade poderia virar competição cega, o que se viu foi reconhecimento. Uma criança torcendo sinceramente por outra, mesmo sabendo que poderiam disputar a mesma vaga. Essa é a verdadeira vitória.

Os resultados da seletiva devem sair na próxima semana. A ansiedade é grande. Nico sabe o quanto se dedicou — treinou duro, se entregou, enfrentou o nervosismo e mostrou, mais uma vez, que ama esse jogo com o corpo inteiro. Tenho certeza de que, independente do resultado, ele está orgulhoso de si por ter dado o máximo que podia. Nós também.

Mas o que mais me toca, no fim de tudo, não é a vaga. É essa capacidade que ele — e tantas outras crianças — demonstraram de enxergar o outro, de aplaudir o esforço genuíno, de torcer mesmo quando estão competindo. Porque é isso que fica e o resto, é a história que eles mesmo estão escrevendo.

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Pinheiros de Curitiba representa o Brasil com garra na Little League Baseball, no Equador https://blog2.softball.com.br/2025/07/15/pinheiros-de-curitiba-representa-o-brasil-com-garra-na-little-league-baseball-no-equador/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/15/pinheiros-de-curitiba-representa-o-brasil-com-garra-na-little-league-baseball-no-equador/#respond Tue, 15 Jul 2025 04:44:11 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3298 O beisebol brasileiro está dando show no cenário internacional, e quem está carregando a bandeira do país com orgulho é o *Clube Pinheiros de Curitiba. Campeão do Campeonato Brasileiro de Beisebol Infantil – 2025 – Taça Little League , o time embarcou rumo ao Equador para disputar a fase pan-americana da competição — e já começou com o pé direito.

Na estreia, os meninos do Pinheiros *venceram o Chile por 6 a 5, numa partida emocionante, decidida nos detalhes. Como nos contou uma das mães sofredoras e torcedoras ( Paulinha, ), o time chileno contava com uma forte base de jovens atletas *venezuelanos, que se espalharam pelo continente após deixarem o país natal — mas levaram com eles a paixão viva pelo beisebol, como tem acontecido aqui no Brasil..

No segundo jogo, mais um resultado positivo: *1 a 0 contra a campeã Guatemala, numa partida equilibradíssima, digna de fase final. Com duas vitórias suadas, o time brasileiro agora *descansa nesta quarta-feira e se prepara para encarar o próximo desafio: o time do Equador 2, que é sempre uma potência nas categorias de base, e este ano esta participando com 2 times.

A partida será novamente transmitida ao vivo pelo YouTube, e nós, do Taco Não é Soft, estaremos de olho, vibrando por cada jogada, por cada rebatida, por cada conquista desses jovens guerreiros.

Parabéns ao Clube Pinheiros de Curitiba por mostrar, com talento e disciplina, que o Brasil tem beisebol de qualidade — e que, com investimento e visibilidade, podemos ir ainda mais longe. Boa sorte, meninos! Estamos com vocês!

Um abraço,
Cesar

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Taça Brasil Sub-11 – Um domingo de raça, talento e superação em Indaiatuba, SP https://blog2.softball.com.br/2025/07/15/taca-brasil-sub-11-um-domingo-de-raca-talento-e-superacao-em-indaiatuba-sp/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/15/taca-brasil-sub-11-um-domingo-de-raca-talento-e-superacao-em-indaiatuba-sp/#respond Tue, 15 Jul 2025 03:45:13 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3291

A cidade de Indaiatuba foi palco, no último dia 13 de julho de 2025, de um espetáculo esportivo digno de aplausos. A Taça Brasil de Softbol Feminino Sub-11 reuniu meninas de todo o país num torneio que mostrou mais uma vez que o softbol está muito vivo — e que o futuro do esporte é feminino, vibrante e corajoso.

Com jogos realizados no Campo de Softbol do CE Rei Pelé e na ACENBI, o campeonato foi recheado de emoções, reviravoltas, jogos apertados e alguns placares elásticos — uma amostra da diversidade técnica e da paixão que esses times carregam no peito.

https://www.facebook.com/reel/1120038476845044 ( este é o link RESTRITO aos amigos da Paulinha . Voce só pode vê-lo se estiver como Amigo da Paula no Facebook )


🎯 Destaques e Resultados

⚾ Cooper Clube 6 x 1 Central Glória (J10)

Logo às 8h, o Cooper Clube mostrou força e organização para superar o bom time do Central Glória. Com 6 corridas e apenas 1 erro defensivo, as meninas do Cooper dominaram a partida e seguiram firmes na competição.

⚾ Indaiatuba 5 x 5 Nikkey Marília (J11)

No mesmo horário, um empate eletrizante entre Indaiatuba e Nikkey Marília. Destaque para a recuperação da equipe da casa, que mesmo com desvantagem no número de rebatidas, mostrou coragem para buscar o resultado. O placar: 5 a 5, com direito a 8 rebatidas para Indaiatuba! Neste jogo, tivemos a necessidade de “Penalidades”…o que desempataria o jogo. é colocada uma corredora na segunda base e joga-se mais innings, até que saia a equipe vencedora. Indaiatuba conseguiu superar o forte time de Marília.

⚾ Nikkei Curitiba 5 x 2 Nippon Blue Jays (J14)

O Nikkei Curitiba mostrou a que veio: defesa impecável, ataque eficiente e um jogo consistente. As meninas do NBJ até tentaram reagir, mas esbarraram na precisão curitibana.

⚾ NBJ 4 x 3 Gigante/Gecebs (J15)

Um jogo pegado e tenso! Mesmo com 4 erros, o NBJ conseguiu uma vitória apertada sobre o Gigante/Gecebs, que mostrou garra até o último inning. Detalhe: o GIG teve menos rebatidas e mesmo assim pressionou até o fim. Foi na emoção!

⚾ Central Glória 6 x 1 Nikkey Marília (J13)

Na reedição de um duelo interno da chave C, o Central Glória reagiu com força e não deu chances para o Nikkey Marília. Com 7 rebatidas e muita solidez ofensiva, garantiram uma vitória merecida.

⚾ Atibaia 15 x 2 Maringá (J17)

Uma avalanche ofensiva! O time de Atibaia foi implacável: 14 rebatidas, nenhuma falha defensiva e domínio total da partida. Placar expressivo de 15 a 2, que mostrou o potencial desse grupo.

⚾ Nikkei Curitiba 10 x 0 Gigante/Gecebs (J16)

Com mais uma atuação impecável, o Nikkei Curitiba consolidou sua força. Foram 9 rebatidas, zero erros, e uma vitória por shutout sobre o esforçado time Gigante/Gecebs.

⚾ Cooper Clube 5 x 4 Indaiatuba (J12)

Encerrando os confrontos, mais um jogo emocionante. O Cooper Clube, com uma atuação equilibrada, venceu Indaiatuba por 5 a 4, num dos jogos mais bonitos da rodada. Destaque para o equilíbrio defensivo e a frieza no bastão.


🥎 Um torneio com espírito de comunidade

Mais do que vitórias ou derrotas, o que se viu nos campos de Indaiatuba foi um verdadeiro festival de amizade, aprendizado e superação. A filosofia dos clubes, onde o esporte é conduzido por famílias, voluntários e treinadores apaixonados, ficou clara a cada grito do banco, a cada marmita compartilhada no intervalo, a cada incentivo vindo da grade.

As meninas deram show. Mostraram que estão prontas para ocupar espaço. E mais que isso: provaram que o softbol tem alma, cultura e um futuro promissor no Brasil.


🎤 E o Taco Não é Soft estava lá para contar tudo isso.
Junto com o @occ_channel, @Otavio Fernando e @cooper Softbol, registramos as jogadas, os bastidores, os sorrisos e os choros. Porque Softbol também é memória, é construção coletiva, é educação.


Que venham os próximos jogos. As próximas gerações já estão prontas.

Um abraço,
Cesar
Taco Não é Soft


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Quando a bola era de todos https://blog2.softball.com.br/2025/07/15/quando-a-bola-era-de-todos/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/15/quando-a-bola-era-de-todos/#respond Tue, 15 Jul 2025 00:44:57 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3301

Houve um tempo, não tão distante, em que o esporte brasileiro ousava sonhar além das quatro linhas limitadas de um campo de futebol

Foi *Luciano do Valle, visionário da TV e apaixonado por esporte, quem “importou” para o Brasil a ideia de que o país podia ser mais do que futebol. *Vôlei, basquete, boxe, automobilismo, softbol, beisebol, atletismo… todos tiveram, por um tempo, voz e vez na tela, porque ele acreditava que todo esporte merece palco. E que os brasileiros eram capazes de se apaixonar por qualquer jogo — *desde que pudessem conhecê-lo.
*
Antes dele, nos longínquos anos 1940, Boris Casoy — sim, aquele mesmo do “Isso é uma vergonha!” — narrava jogos de beisebol pelo rádio. O Brasil ainda respirava liberdade esportiva, e o povo tinha o direito de gostar do que quisesse.

Mas isso mudou.

Com a ditadura veio o decreto não escrito de que o único “desporto brasileiro” seria o futebol. E, junto com ele, a centralização, o marketing forçado, o controle do gosto popular. Não foi à toa que o futebol, tão genuíno nas origens, *se tornou vitrine para a política, palco para a corrupção e abrigo para interesses escusos.

Hoje, olhamos em volta e vemos um esporte sequestrado. Uma paixão nacional transformada em máquina de lucro, onde a bola só rola quando os donos do sistema permitem — e para poucos. O resto? Que se contente com os restos.

Quantos maus-caráteres se disfarçam de “donos da bola”? Quantos vestem a camisa do esporte apenas para manter seus pequenos feudos de poder e vaidade? E quantos talentos, ideias e projetos são ignorados só porque vêm de fora do “sistema” oficial?

Não basta amar o esporte. É preciso resistir por ele.
É sobre isso que falamos a seguir.

Silenciar para controlar: a chantagem emocional e o autoritarismo chegaram esporte brasileiro?

No Brasil de hoje, aprendemos cedo a não contrariar. A abaixar a cabeça. A concordar mesmo quando algo nos fere. Aprendemos, infelizmente, que questionar significa ser colocado de lado. Cancelado. Silenciado. Se não pertencer a matilha, então, seraz fadado ao “esquecimento”.

É isso que eu acho que estou vivendo, infelizmente. é um reflexo muito real e doloroso do que chamamos de sociodinâmicas autoritárias

Não é sobre mim, especificamente. É sobre um sistema onde, para manter o poder, alguns preferem calar vozes do que encarar críticas construtivas. Onde chantagens emocionais — do tipo “se você falar com ele, está contra nós” — viram método de gestão. Um colega meu, recentemente, levou uma advertência por simplesmente falar comigo. Não por tomar partido, não por me defender — apenas por conversar. Isso, além de infantil, é doentio e reflexo da sociedade sócio politica que somos forçados a viver.

E aqui vai um recado: o esporte não pode se transformar em um espelho político do nosso país. Um lugar onde você precisa “escolher lados”, menos o seu. Onde não há espaço para imparcialidade, para a liberdade de pensar e de construir. Cada atleta, técnico, árbitro ou voluntário que abaixa a cabeça para esse tipo de imposição está reforçando uma lógica autoritária, feudal, egoísta.

E o mais triste: até instituições que deveriam ser livres — como as associações de bairro, clubes particulares, Atleticas Universitárias, escolas secundaristas — se sentem forçadas a entrar nesse jogo, pois precisam do apoio de quem controla os recursos e os torneios. Trocam o coletivo pelo controle, o mérito pela conveniência, as suas bolas pelo taco maior. O medo nos faz fazer coisas impensáveis. Assedio moral também.

Sim, o Softbol é um capricho meu. Uma paixão genuína. Mas não aceito ver esse amor virar moeda de troca política ou palco de tiranias disfarçadas de gestão esportiva. Eu sou gestor, professor, empresário , empreendedor e YouTuber..

Criticar não é destruir. É propor. Quem não aceita crítica, não aceita crescer. E quem controla amizades, silencia vozes e impõe o medo como ferramenta de liderança, na verdade lidera apenas um curral, não um projeto.( Mesmo que , sob sua tutela deixa alguns projetos saírem do papel, só pra ver no que vai dar )

Se você também sente que estamos vivendo sob um império de chantagens e medos, junte-se a nós. Vamos ser mais leves, mais propositivos e menos impositivos
A liberdade de opinião é o primeiro passo para que o Softbol, o esporte e o país avancem. Diferencie uma pessoa , de suas ideias. e jamais, jamais as proíba de fazer o que quer que seja.


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A BASE VEM FORTE! Sub11, Sub-13, Sub16… https://blog2.softball.com.br/2025/07/14/a-base-vem-forte-sub11-sub-13-sub16/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/14/a-base-vem-forte-sub11-sub-13-sub16/#respond Mon, 14 Jul 2025 06:07:23 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3278 Sub-11, Sub-13 e Seleção Sub-19 mostram a força do softbol brasileiro

A Taça Brasil Sub-11 de Softbol realizada em Indaiatuba-SP neste último fim de semana foi muito mais do que um torneio. Foi uma verdadeira aula de técnica, paixão e determinação das nossas pequenas atletas, que provaram, com coragem e competência, que o futuro do softbol no Brasil já está sendo escrito agora — e com letras maiúsculas.

Mais uma vez, a ASB – Associação de Softbol do Brasil marcou presença com excelência ao fornecer os árbitros para a Taça Brasil Sub-11. Tivemos a alegria de encontrar, de surpresa, o próprio presidente da entidade, o Sr. Carlos Oba, que fez questão de prestigiar de perto o talento das nossas pequenas atletas. O Taco Não é Soft agradece a gentileza e o carinho com que fomos recebidos para uma rápida entrevista — é sempre bom ver quem lidera também colocar os pés no campo.

Também fica aqui nosso reconhecimento à comissão organizadora da categoria, que, com muito esforço e planejamento, viabilizou o torneio em dois locais diferentes. Os jogos aconteceram simultaneamente em dois dos três campos da tradicional ACENBI, na rua Chile, e no novíssimo campo do Centro Esportivo Rei Pelé, um presente da prefeitura para a comunidade da Morada do Sol. Este talvez seja o primeiro campo público de softbol do interior paulista — um feito simbólico e necessário, num cenário onde praticamente todos os campos conhecidos ainda pertencem a associações privadas.

Nossa equipe do Taco Não é Soft esteve presente e teve o privilégio de assistir a jogos absolutamente equilibrados, com jogadas dignas das melhores categorias do esporte. As semifinais entre Cooper Clube x Central Glória e Marília x Indaiatuba foram simplesmente emocionantes. A segunda, em especial, foi daquelas partidas em que ninguém fica sentado na arquibancada: alternâncias no placar, arremessos seguros, double plays espetaculares — com bolas cruzando o diamante em altíssima velocidade — e uma energia contagiante vinda das atletas, técnicos e torcedores.

Esses confrontos definiram a final entre Indaiatuba e Cooper Clube, duas das equipes mais bem preparadas do campeonato, na visão do taco. O Cooper conquistou o título com uma vitória apertada por 5 a 4, em um jogo digno de decisão nacional. Sim, estamos falando de meninas com 9, 10 e 11 anos de idade — e sim, elas estão arremessando, rebatendo e jogando com um nível técnico que faz calar as vozes que um dia duvidaram da viabilidade de uma categoria Sub-11 oficial.

Não por acaso, ouvimos da própria Diretora de Softbol da CBBS– Cristiane Goto , entre um jogo e outro, sua alegria em constatar que a base vem forte, consolidando a pirâmide de formação do nosso softbol com qualidade. A vitória recente da Seleção Brasileira no PAN e a classificação histórica para os Jogos Pan-Americanos de 2027 em Lima, no Peru, ficam ainda mais nobres quando percebemos que há meninas preparadas para manter essas conquistas no futuro.

Algumas atletas foram premiadas com destaques:a Lista de premiação pode ser consultada no site da CBBS, ou se quiser, pode ler o artigo no Facebook do Cesar Calderaro.

Além do nível técnico impressionante, vale destacar a hospitalidade impecável da ACENBI, especialmente por meio do trabalho do Diretor Leo Morita, que organizou tudo com carinho e precisão. Um agradecimento especial às mães da categoria Sub-11, que ofereceram um almoço e jantar de tirar o chapéu. Quem esteve lá sabe que o softbol é muito mais do que um jogo — é comunidade, união, família. Agradecimentos especiais para o Kadu e o Marcelo Shida que sustentaram nosso repórter com um pastel de carne excelente.

Quem quiser reviver essas emoções pode procurar as transmissões no canal do OCC Channel, no YouTube do Cooper Softbol, ou ainda no Facebook do Otávio Fernando. Vale cada segundo.

O BRASIL SUB-13 TAMBÉM DEU SHOW… EM PORTO RICO!

Enquanto isso, do outro lado do continente, as meninas do Nikkey Marília da categoria Sub-13 representaram o Brasil com garra e talento no torneio da Little League Softball Panamericana, realizado em Guayama, Porto Rico.

A campanha dessas meninas começou meses atrás, com quatro vitórias incontestáveis na etapa nacional: Cooper/Cotia (7 a 4), Nikkey Marília B (13 a 0), Central Glória-PR (12 a 0) e Indaiatuba (7 a 2). Destaques individuais também merecem menção:

  • Danielle Ayumi K. Fugisaki: melhor jogadora e arremessadora
  • Olívia Lourenço Gimenez: atleta mais esforçada
  • Valentine Primaz S. Santos: melhor empurradora de carreiras e rainha do home run
  • Camila Rodrigues Golim: melhor receptora

Com essa base sólida e inspiradora, o Brasil tem, sim, tudo para continuar crescendo internacionalmente.

E PARA FECHAR: A CANADA CUP

A Seleção Brasileira Sub-19 retornou da Canada Cup, um dos mais prestigiados torneios do softbol mundial, trazendo na bagagem muitos aprendizados. Embora os resultados em campo não tenham sido vitórias numéricas, a vivência técnica, o enfrentamento contra escolas tradicionais e o contato com um nível altíssimo de jogo serão, sem dúvida, pilares de crescimento para essas meninas.

O que se viu no Canadá foi entrega, raça e a certeza de que estamos no caminho certo. Os desafios foram grandes, mas o aprendizado foi maior. E tudo foi documentada pela recém descoberta narradora e comentarista Monica Handa, no canal dela no Facebook.


Em resumo: o Softbol brasileiro está vivo, pulsante e com raízes bem fincadas na nova geração. O que vimos nas meninas do Sub-11, o que conquistamos com o Sub-13 e o que aprendemos com o Sub-15 e Sub-19 é um testemunho claro de que, com organização, carinho e apoio — o futuro é nosso.

Avante, guerreiras do diamante!

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O brilho do time é maior quando todas brilham juntas https://blog2.softball.com.br/2025/07/11/o-brilho-do-time-e-maior-quando-todas-brilham-juntas/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/11/o-brilho-do-time-e-maior-quando-todas-brilham-juntas/#respond Fri, 11 Jul 2025 03:23:24 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3276

Reflexões sobre união, protagonismo coletivo e o verdadeiro espírito do Softbol ( na visão do Taco não é Soft – baseado nos 16 anos de convivência com a “familia” Softbol – principalmente com o Arbitros e Clubes japoneses )

Entre os tacos, os treinos e as viagens que nos emocionam, há um elemento que não pode ser esquecido: a importância do coletivo.

Estamos prestes a ver mais uma geração de meninas fazer história pelo Brasil: o time SUB-13 do Nikkey Marília se prepara para representar nosso país na etapa Panamericana da Little League, em Porto Rico. Um feito grandioso. Uma conquista que, por si só, já diz muito sobre o talento, a garra e a dedicação dessas atletas, seus técnicos, pais e apoiadores.

Mas aqui vai um convite à reflexão.

Nos últimos dias, enquanto buscávamos imagens e fotos para divulgar essa história linda no blog, percebemos algo curioso e, ao mesmo tempo, preocupante: *quase todas as fotos compartilhadas pelas famílias exaltavam apenas a filha que estava na imagem. Faltava o grupo. Faltava o time. Faltava a consciência de que *ninguém joga Softbol sozinho.

E isso não é uma crítica — é um chamado. Um pedido carinhoso, como quem observa de fora e, com o coração cheio de admiração por todas, pensa:
“Se esse time chegou tão longe, foi porque cada menina, do banco à titular, teve um papel fundamental.”

🌱 O elogio isolado pode virar sombra

Quando exaltamos apenas uma jogadora, por mais talentosa que ela seja, acabamos sem querer criando divisões. A menina que lê um post que não a inclui pode se perguntar: “E eu, não fiz parte disso?”
E isso dói.

Às vezes, não dói no começo. Mas com o tempo, *minam-se as raízes da união. Crescem o ciúme, o sentimento de exclusão, a vaidade, o individualismo. E aí, perdemos o melhor que o esporte tem a oferecer: *a formação de caráter através da convivência e da cooperação.

🤝 A verdadeira vitória está na coletividade

O Softbol, como qualquer esporte coletivo, é uma *escola de vida. Ensina que *não existe estrela solitária que vença campeonatos. Ensina que até aquele erro de arremesso no 3º jogo foi parte da construção da vitória no 4º. Ensina que apoiar a colega é tão importante quanto rebater. Ensina que ganhar é sobre somar — nunca sobre se destacar sozinho.

Por isso, convidamos as famílias, com todo carinho e respeito, a pensarem sobre isso.
O que é mais bonito: uma só filha celebrada ou todas as meninas reconhecidas como uma equipe, uma irmandade que constrói juntas uma história inesquecível?

📸 Vamos postar fotos do time?

Vamos, sim! Vamos *fazer história juntas, de mãos dadas. Se tiver uma foto do grupo completo, manda pra gente! A gente quer contar essa história do jeito que ela merece: com *todas as protagonistas no mesmo palco, com suas diferenças, sorrisos, erros e acertos. Porque o que essas meninas já fizeram é maior que qualquer jogada individual.
É sobre o Brasil. É sobre o futuro. É sobre valores.

E se você é mãe, pai, técnico ou parente… lembre-se:
o brilho da sua filha é lindo — mas é ainda mais bonito quando ela brilha ao lado das outras.

Esse é o Softbol que queremos construir.
Esse é o Brasil que queremos representar.

Um abraço,
Cesar
Taco Não é Soft

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Nikkey Marília Sub‑13: Campeãs do LL Brasil e rumo a Porto Rico! https://blog2.softball.com.br/2025/07/10/nikkey-marilia-sub%e2%80%9113-campeas-do-brasil-e-rumo-a-porto-rico-%f0%9f%a5%8e/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/10/nikkey-marilia-sub%e2%80%9113-campeas-do-brasil-e-rumo-a-porto-rico-%f0%9f%a5%8e/#respond Thu, 10 Jul 2025 03:53:16 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3267

Sim…. ja a muito tempo tentamos ter uma “Little League” no Brasil.. Muitos problemas, muitos diferentes objetivos misturados com objetivos pessoais e talvez pouco foco na educação. Ja a 3 anos, alguns nobres interessados conseguiram apoio da Confederação e Conseguiram fazer seus campeonatos nacionais, para o Beisebol. e neste ano, conseguiram organizar o primeiro campeonato da Little League Softbol..O Seu time pode participar também. O que acham meninas ?..

É com imenso orgulho que o Taco não é Soft anuncia as brilhantes atletas da categoria sub‑13 do *Nikkey Marília Beisebol e Softbol, agora **Campeãs do Torneio Little League Brasil! Graças à campanha impecável em abril — foram *4 jogos e 4 vitórias (7×4 contra Cooper/Cotia, 13×0 contra o time B do próprio Nikkey Marília, 12×0 contra Central Glória‑PR e 7×2 contra Indaiatuba) — elas garantiram uma vaga para representar o Brasil *entre os dias 14 e 19 de julho, em *Guayama, Porto Rico, no torneio pan‑americano dessa organização mundial de base.

As meninas embarcam para Porto Rico nesta quinta-feira (9/7), e só após a chegada é que irão conhecer os adversários. Mas nem isso diminui o entusiasmo da delegação!

👏Destaques individuais:

  • *Danielle Ayumi K. Fugisaki: eleita *Melhor Jogadora e Melhor Arremessadora
  • *Olívia Lourenço Gimenez: reconhecida como *Atleta mais esforçada
  • *Valentine Primaz S. Santos: premiada como *Melhor Impulsionadora de Corridas e Rainha do Home Run
  • *Camila Rodrigues Golim: indicada como *Melhor Receptora

Fonte: Conexão Marília — parabéns, meninas! 🎉 Abração, Fernando!


📚 O que é a Little League Softball?

A *Little League Softball®, criada em 1974 nos EUA, é uma das maiores organizações de base esportiva do mundo. Hoje, conta com cerca de *300 mil atletas em mais de 24 mil equipes em mais de 25 países . Voltada para meninas de *4 a 16 anos, o programa ensina muito mais que fundamentos do jogo: *autoestima, espírito de equipe e valores como respeito, coragem e lealdade

A liga desenvolve torneios regionais que levam, entre outras etapas, ao Softball World Series — eventos internacionais com grande visibilidade, transmitidos até pela TV ESPN


🌟 A importância desse feito — e o que vem pela frente

O Nikkey Marília mostra que o softball já tem espaço de destaque no Brasil — mas ainda há muito a conquistar. A conquista nacional e a participação pan‑americana demonstram que nossos talentos podem brilhar com apoio e estrutura.

Em Porto Rico, as meninas terão a chance de:

  • Jogar em alto nível,
  • Criar laços de amizade com equipes estrangeiras,
  • Aprender experiências que só um torneio internacional oferece.

Para nós, do *Taco não é Soft, isso é mais que esporte — é *formação de cidadãs, que aprendem a lutar, colaborar, se emocionar e ganhar ou perder com humildade. ( percebemos no meio esportivo muita influencia de políticos e de orgulhosos e egocêntricos…. que servem de contra exemplos vivos a serem mostrados para as pequenas atletas e o Softbol mostra e ensina que atleta é exatamente o contrario: nunca desmerecer o companheiro de equipe, evitar deixar se influenciar por comentários maleficos e desmotivadores. Empatia com o colega e respeito com os adversarios ).

Vamos juntos torcer por elas! E você, que ama softball, acompanhe nossos posts: teremos conteúdo exclusivo direto de Porto Rico, curiosidades sobre a liga e entrevistas que vão inspirar ainda mais!


Taco não é Soft – conectando o soft‑bol no Brasil, um post de vitória por vez.



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HOJE tem Brasil na Canada Cup Sub-19! https://blog2.softball.com.br/2025/07/08/hoje-tem-brasil-na-canada-cup-sub-19/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/08/hoje-tem-brasil-na-canada-cup-sub-19/#respond Tue, 08 Jul 2025 00:14:35 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3262

HOJE tem Brasil na Canada Cup Sub-19!

Atenção, amantes do softbol: nossa Seleção Brasileira Feminina Sub-19 estreia HOJE na Canada Cup 2025! O torneio vai de 7 a 13 de julho, na cidade de Surrey, British Columbia, no Canadá, e coloca nossas meninas frente a frente com a elite do softbol juvenil mundial.

A Canada Cup – categoria Sub-19 (Futures Gold Division) é uma das competições mais disputadas do planeta, reunindo seleções nacionais de base, times dos EUA nas categorias 18U Gold e 18U A, clubes internacionais de alto rendimento e os melhores times U19 do Canadá.

É jogo grande. É oportunidade gigante. E o Brasil tá dentro!

Participar dessa competição representa um salto na formação das nossas atletas: elas terão contato com escolas táticas diferentes, enfrentarão adversárias com anos de rodagem em campeonatos internacionais, e vão mostrar ao mundo o quanto o softbol brasileiro está crescendo.

A equipe foi convocada pela CBBS e passou por treinamento intensivo em Curitiba, no tradicional campo do Nikkei, com direito a muito suor, disciplina e, claro, espírito de equipe.

Atletas convocadas: ( visitar site oficial da CBBS )

Amanda Sayuri Handa
Ana Clara Rodrigues Ribeiro
Ana Julia dos Santos Noris
Ana Luiza Nascimento Amorim
Ana Luiza Saito Kanemaru
Beatriz Rie Miyoshi Nakamura
Bruna Yukari Notoya
Carolina Miki Hayashi
Emanueli dos Santos da Silva
Emily Falceti
Gisele Sayuri Sato Coelho
Helen Bianca Rodrigues Domingues
Juliana Akemi Alonso Higashi
Maria Julia Yatsu Gonçalves Pedroso
Mariana Sayuri Kotaka
Maya Mune
Sarah Alves
Vitoria Lima de Castro

👥 Comissão Técnica:

Técnico: Lucas Yudi Takaki Auxiliar Técnico: Vitor Kendi Nakamura Chefe da Delegação: Vivian Tiemi Tsuneto Mune

A jornada começa hoje, com muita garra, foco e coração. Vamos acompanhar cada jogo, torcer por cada corrida, vibrar por cada defesa.
Porque quando a camisa é verde e amarela, a alma joga junto!

O OCC Channel divulgará o link oficial da Transmissão
https://app.hometeamlive.com/#/home/bf382e9a-a85e-421d-be69-1bd0997ce8d4?eventId=115

Vai, Brasil! 💚💛
#CanadaCup2025 #SoftbolBR #Sub19 #FuturasGigantes #TacoNãoÉSoft


Um abraço,
Cesar

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Softball Feminino: Pan-Americano Chega ao Fim e Brasil Já Mira Lima 2027! https://blog2.softball.com.br/2025/07/05/softball-feminino-pan-americano-chega-ao-fim-e-brasil-ja-mira-lima-2027/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/05/softball-feminino-pan-americano-chega-ao-fim-e-brasil-ja-mira-lima-2027/#respond Sat, 05 Jul 2025 16:00:29 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3251

Estamos indo pro CANADÁ

O Campeonato Pan-Americano de Softball Feminino terminou, e a Seleção Feminina do Brasil garantiu sua vaga para os Jogos Pan-Americanos de Lima, Peru, em 2027! Uma excelente notícia para o esporte brasileiro, que continua a crescer e conquistar seu espaço no cenário internacional.

Enquanto a seleção principal celebra a classificação, outras cinco potências pan-americanas – Canadá, Cuba, México, Porto Rico e Venezuela – carimbaram seus passaportes para a disputa do Mundial. Parabéns a todas as equipes pelo desempenho!

A arbitragem brasileira também teve grande destaque no Pan, com a excelente representação de Patrícia Ogata e Waldir Ogawa. Ambos, fazem parte da ASB (Associação de Arbitros de Softball do Brasil) e credenciados internacionalmente pela WBSC, demonstraram a qualidade e o profissionalismo dos nossos árbitros. Lembrando que a ASB é a empresa que treina, credencia e sede arbitros de softball para a CBBS ( e qualquer outra liga)poder realizar os campeonatos oficiais no Brasil.


Do Pan ao Canadá: Nossas Atletas Não Param!

Apesar do cansaço do Pan-Americano, a máquina do softball brasileiro não para! Enquanto as meninas da seleção principal sequer desembarcaram, a Seleção Sub-19 já está a caminho de Surrey, British Columbia, no Canadá. Elas participarão da Canada Cup, um torneio internacional de altíssimo nível, que acontece de 7 a 13 de julho de 2025.

O Taco, sempre de olho no futuro do nosso esporte, vai acompanhar de perto a participação da nossa equipe Sub-19. A Canada Cup é uma competição extremamente desafiadora, que certamente trará um aprendizado valioso para nossas jovens atletas, moldando-as para os desafios futuros. Muitas delas, com certeza, irão se juntar as adultas em Lima, 2027 nos Jogos Panamericanos.


O Futuro Começa Aqui: Destaque para o Softball Sub-11 em Indaiatuba!

Mas, antes mesmo das grandes competições, o Taco volta seus olhos para as categorias de base – o verdadeiro alicerce para futuras seleções. Queremos dar um destaque especial ao Softball Sub-11, o começo de tudo! É nessa fase que a paixão pelo esporte se acende, em um ambiente lúdico e divertido.

Indaiatuba está se preparando para receber essas pequenas atletas do futuro na Taça Brasil da categoria, na ACENBI. Um convite especial para os pais da região: levem seus filhos para presenciarem esse momento único, onde a alegria de jogar e o espírito esportivo são prioridade. Venham ver de perto a base sólida que estamos construindo para as futuras gerações de atletas de seleção!


Divulgue o Softball!

O Taco convida você, nosso leitor, a ser um embaixador do softball! Ajude a divulgar esse esporte maravilhoso para mais brasileiros que ainda não o conhecem. Através das colônias japonesas, o softball tem crescido e tem tudo para conquistar o Brasil. Procure em sua cidade por projetos e times de softball e descubra um esporte que une estratégia, velocidade e muita emoção!


Divulgue o Softball!

O Taco convida você, nosso leitor. Ajude a divulgar esse esporte maravilhoso para mais brasileiros que ainda não o conhecem.

Através das colônias japonesas, o softball tem crescido nestes ultimos 40 anos e tem tudo para conquistar o Brasil. Procure em sua cidade por projetos e times de softball e descubra um esporte que une estratégia, velocidade e muita emoção!
Em São Carlos temos o Jacarezinhos, em Nova Friburgo temos o Arremesso de ouro, em Belo Horizonte temos o Alvorada, em Rolandia o Legends, em Sorocaba temos os Eagles. Na sua cidade… procure o Time.

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Vitória, Superação e Classificação: Brasil garante vaga no Pan e segue vivo na luta pelo Mundial! https://blog2.softball.com.br/2025/07/04/vitoria-superacao-e-classificacao-brasil-garante-vaga-no-pan-e-segue-vivo-na-luta-pelo-mundial/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/04/vitoria-superacao-e-classificacao-brasil-garante-vaga-no-pan-e-segue-vivo-na-luta-pelo-mundial/#respond Fri, 04 Jul 2025 05:43:38 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3244 A Seleção Brasileira Adulta de Softbol protagonizou um daqueles capítulos que misturam suor, esperança e, por que não, um pouco de sorte – da boa! Lutando bravamente por uma vaga no Mundial de Softbol e pelos Jogos Pan-Americanos, o Brasil entrou em campo contra El Salvador com uma missão clara: vencer. E venceu com autoridade: 10 a 0, sem deixar dúvidas sobre o seu merecimento. Fizemos a lição de casa.Agora restava-no torcer por uma série de resultados.

Mas a classificação não dependia só de nós. Era preciso que a Colômbia, jogando em casa, perdesse dois jogos: um contra a Venezuela, e outro contra o México. Cenário improvável? Total. Mas o softbol, assim como a vida, adora surpreender. E surpreendeu bonito: Colômbia caiu primeiro para a Venezuela, num jogo apertado, e em seguida perdeu para o México. O grupo de WhatsApp do Taco não é Soft quase explodiu de emoção com cada out, cada corrida, cada lance acompanhado à distância, com coração colado na tela.

Com esse resultado, o Brasil garantiu o 6º lugar na classificação geral e, com ele, uma das vagas para os Jogos Pan-Americanos! Uma façanha tão surpreendente que até as jogadoras brasileiras, que acompanharam os jogos decisivos da Colômbia direto do hotel, custaram a acreditar.

Mas a jornada ainda não terminou. No último dia de competição, o Brasil enfrentará o adversário direto na luta por uma vaga no Mundial. É mais uma chance de mostrar que a qualidade do nosso softbol não é apenas promissora — é realidade em ascensão.

E o esporte não para! No embalo dessa conquista, a Seleção Sub-23 já embarca para o Canadá, onde disputará a Canada Cup a partir do dia 07/07. E, nos dias 12 e 13 de julho, os olhos se voltam para Indaiatuba-SP, onde as futuras estrelas do softbol brasileiro — as “pequenininhas” do Sub-11 — disputarão com garra a Taça Brasil de Softbol Sub-11, o que antes se chamava de categoria mirim.

O Taco não é Soft parabeniza todas as atletas, comissões técnicas, familiares e apoiadores dessa campanha memorável. Que venham osJogos Pan-Americanos! Que venha o Mundial! E que o nosso softbol siga firme, crescendo base por base, com talento, coragem e — por que não? — uma pitada de sorte brasileira.

Valeu, Brasil!
Um abraço,
Cesar
Taco não é Soft

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