#Cevanadieta – Taco não é Soft https://blog2.softball.com.br Este é o blog criado para divulgação do Softbol e do Beisebol do Brasil. Um jogo empolgante e com muita estratégia, velocidade, raciocínio rápido. Nosso intuíto é que este esporte Olimpico seja aprendido pelas nossas crianças e que estas consigam assimilar os valores legados dpela cultura Jaonesa que instaurou e continua se dedicando a manter este esporte vivo no Brasil. Compartilhe com amigos que ainda não conhecem e colaborem com a educação das crianças. Ajude a fazer um Brasil melhor. Tue, 18 Mar 2025 01:44:11 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 Taça Yakult Infantil: O futuro do beisebol brasileiro em campo! https://blog2.softball.com.br/2025/03/18/taca-yakult-infantil-o-futuro-do-beisebol-brasileiro-em-campo/ https://blog2.softball.com.br/2025/03/18/taca-yakult-infantil-o-futuro-do-beisebol-brasileiro-em-campo/#respond Tue, 18 Mar 2025 01:44:11 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2738 O final de semana de 15 e 16 de março foi movimentado para o beisebol brasileiro! Enquanto os adultos deram a largada no Campeonato Adulto Interclubes no histórico Estádio Mie Nishi, e os pequenos do pré-infantil batalhavam no Paulista de Beisebol lá no ANC , o Taco Não é Soft acompanhou de perto um dos torneios mais importantes para a base: a Taça Yakult Infantil, realizada no Centro de Treinamento da Yakult, em Ibiúna. Foram dois dias de muita emoção, talento e competição acirrada, com direito a transmissão ao vivo da CBBS no YouTube, sob o comando de Rafael Matsumoto, do canal MatsumidiaTV e a narração , comentários e explicações do Roni Ebina, um dos diretores da Little League do Brasil.

A competição reuniu 12 equipes de todo o Brasil, formadas por atletas de 10 a 12 anos, mostrando que, apesar das dificuldades, o beisebol de base segue crescendo.
O softbol também está crescendo, o ano também começa com as atletas do SUB 13 com o Campeonato Brasileiro em Atibaia, SP, nos dias 29 e 30 de Março. Que por sinal é a data do inicio do campeonato PAN AMERICANO, sub 15 da WBSC Americas , onde nossas meninas defenderão as cores do Brasil e uma vaga para o mundial mais para o fim do ano. o PAN AMERICANO será em Acapulco, Mexico. e o Mundial desta categoria será na Italia.

Mas isto é para outra reportagem. Vamos nos ater ao beisebol, no CT Yakult e na ACADEMIA CBBS.

Primeira fase: Destaques da fase classificatória

Os jogos iniciais definiram os semifinalistas com partidas de alto nível e algumas surpresas. No Grupo A, os Nippon Blue Jays dominaram, atropelando o Nikkei Curitiba por 24 a 5. No entanto, o Cooper Clube deu trabalho e venceu os curitibanos por 8 a 5, mas acabou superado pelos Jays por 2 a 1.

No Grupo B, Indaiatuba surpreendeu ao vencer o Tozan por 13 a 1, mas depois caiu diante do Maringá, que também passou por cima do Tozan por 18 a 0. O jogo entre Indaiatuba e Maringá foi um dos mais disputados, terminando 2 a 0 para os paranaenses.Lembrando que este time do Maringá, foi Campeão Little League na categoria anterior no ano de 2023.

No Grupo C, o Pinheiros mostrou sua força vencendo o Anhanguera (9 a 4) e o Marília (11 a 1). O Anhanguera, por sua vez, conseguiu boa vitória sobre Marília por 11 a 1 e avançou.

No Grupo D, o Mogi das Cruzes se destacou vencendo Atibaia por 15 a 5 e o Gigante por 4 a 2. O Gigante ainda garantiu classificação ao derrotar Atibaia por 11 a 1.

Finais: Emoção até o último inning!

Com as chaves definidas, os jogos decisivos foram eletrizantes.

Nas semifinais da Chave Ouro, o Mogi das Cruzes superou os Nippon Blue Jays por 8 a 6, enquanto o Pinheiros bateu o Maringá por 6 a 0, garantindo vaga na grande final.

Na disputa do terceiro lugar, o Maringá se impôs e venceu os Nippon Blue Jays por 15 a 3. Já na grande decisão, o Pinheiros confirmou sua força e venceu o Mogi das Cruzes por 13 a 8, levando o título da Taça Yakult 2025! Aqui vai um abraço especial para o Sensei Paulinho Nakagima e para o Alberto Hiroshi Yamamoto ( vice presidente da CBBS /2025 que tem seu neto jogando pelo Pinheiros). Segura coração !!

Enquanto isso, na Chave Prata, o Gigante dominou o Cooper Clube por 9 a 2, e o Anhanguera venceu Indaiatuba por 4 a 3. No duelo decisivo, o Anhanguera garantiu o título da Chave Prata ao bater o Gigante por 10 a 5.

Mais que uma competição: um celeiro de talentos!

A Taça Yakult é um exemplo claro do potencial do beisebol brasileiro de base. Mesmo com poucos investimentos e pouca divulgação fora da comunidade nikkei, esses jovens mostram que o talento está aqui, esperando apenas uma oportunidade para brilhar.

Olhando para frente, cabe às entidades esportivas e à própria CBBS trabalhar para dar continuidade a esse desenvolvimento, buscando ampliar a exposição do esporte e atrair mais crianças para o diamante.

Parabenizamos todas as equipes participantes e esperamos ver esses jovens talentos brilhando ainda mais nos próximos torneios. Porque aqui no Taco Não é Soft, a gente acredita que o beisebol brasileiro tem futuro. Basta a gente acreditar e fazer acontecer! Assista o jogo inteiro, no canal da CBBS…. assine , de o seu like , mas procure o canal OCC Channel , inscreva-se e também de o seu like.

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Vitor Ito: um interprete talentoso ou só mais um cancelado por falta de divulgação? https://blog2.softball.com.br/2025/03/14/vitor-ito-um-interprete-talentoso-ou-so-mais-um-cancelado-por-falta-de-divulgacao/ https://blog2.softball.com.br/2025/03/14/vitor-ito-um-interprete-talentoso-ou-so-mais-um-cancelado-por-falta-de-divulgacao/#respond Fri, 14 Mar 2025 02:45:47 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2728 Se o Brasil tivesse uma liga profissional de beisebol, será que Vitor Ito estaria trabalhando como intérprete no Japão? Ou será que estaríamos vendo seu talento brilhar por aqui na conferência Capital SP? A verdade é que Ito, assim como tantos outros jogadores, não tem um time para chamá-lo de profissional simplesmente porque, no Brasil, o beisebol ainda é tratado como um esporte invisível por muitos que poderiam ajudar a promovê-lo. Mas para nós, ele nunca foi amador..

Um atleta que joga desde o T-Ball ( categoria mais básica, de família de jogadores, tendo a tia Márcia – coordenação de Anotações e Estatísticas e o Pai como Técnico e diretor técnico de Softball, que passou sua vida toda no campo, jamais pode ser chamado de “amador”… Nem de brincadeira.

Nas Eliminatórias do World Baseball Classic (WBC) em Tucson, Arizona, Vitor Ito chamou a atenção do mundo ao ajudar o Brasil a garantir uma vaga na competição de 2026. O problema? Ele fez isso enquanto, oficialmente, sua profissão era ser intérprete do Hanshin Tigers no Japão…. Que é um time de , adivinhem? beisebol. Jogador e tradutor ao mesmo tempo, ele mostrou que talento não se perde, só precisa de *espaço para brilhar*. Se nunca perceberam no Japão, ele brilha no país das oportunidades para o mundo todo.

Durante o jogo decisivo contra a Alemanha, Ito executou um “bunt” perfeito ( bunt, é quando o jogador só encosta o Taco na bola pra ela ficar pertinho para que ele fosse eliminado mas possibilitasse um companheiro avançar bases ), ao longo da competição, bateu 38,5%, além de se destacar na defesa como shortstop. Nipo-brasileiro de terceira geração, Ito jogou beisebol no ensino médio, passou pela Universidade Kyoei no Japão e depois pela tradicional equipe de beisebol corporativo da Nippon Life. Mas, em 2023, sem uma liga profissional no Brasil para absorvê-lo, ele se aposentou e assumiu uma nova carreira como intérprete e empresário.

Nas redes sociais japonesas, a atuação de Ito gerou um questionamento inevitável: “Ele é melhor que alguns jogadores profissionais”. Fãs do Hanshin Tigers começaram a se perguntar por que um talento desses não está em campo em vez de apenas traduzindo para os gringos do time:

  • “Não acredito que um jogador tão talentoso trabalha como intérprete… impressionante.”
  • “Por que não colocá-lo no time titular como shortstop e oitavo no bastão?”
  • “Os movimentos dele são de jogador profissional. Não consegui segurar o riso assistindo ao vídeo.”
  • “Vamos contratá-lo!”

E nós perguntamos: por que ele não pode ser contratado no Brasil?

A resposta é simples e incômoda. O Brasil nunca conseguiu profissionalizar um esporte que alguns teimam em esconder e não divulgar. E, enquanto isso, talentos como Vitor Ito precisam procurar emprego em outras funções, mesmo sendo bons o suficiente para competir no mais alto nível.

Ito é também empreendedor. Ele é um dos socios da Prospect, uma empresa que, junto com outros jogadores amadores (ou deveríamos dizer “profissionais sem contrato”?), ensina e dá dicas para técnicos e atletas. Aqui repetimos: Como chamar de amador alguém que jogou beisebol desde o T-Ball, passou por todas as categorias de base e chegou a defender a Seleção Brasileira? Para nós, ele é apenas mais um profissional sem emprego.

E se ninguém no Brasil criou uma liga para contratá-lo! (ainda). Talvez seja hora de pararmos de nos esconder e começarmos a tratar o beisebol como o esporte que ele merece ser.

Sua chance está no recado do Presidente da federação paulista de beisebol e Softbol.

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