BeisebolBrasil – Taco não é Soft https://blog2.softball.com.br Este é o blog criado para divulgação do Softbol e do Beisebol do Brasil. Um jogo empolgante e com muita estratégia, velocidade, raciocínio rápido. Nosso intuíto é que este esporte Olimpico seja aprendido pelas nossas crianças e que estas consigam assimilar os valores legados dpela cultura Jaonesa que instaurou e continua se dedicando a manter este esporte vivo no Brasil. Compartilhe com amigos que ainda não conhecem e colaborem com a educação das crianças. Ajude a fazer um Brasil melhor. Fri, 11 Jul 2025 03:23:24 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 O brilho do time é maior quando todas brilham juntas https://blog2.softball.com.br/2025/07/11/o-brilho-do-time-e-maior-quando-todas-brilham-juntas/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/11/o-brilho-do-time-e-maior-quando-todas-brilham-juntas/#respond Fri, 11 Jul 2025 03:23:24 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3276

Reflexões sobre união, protagonismo coletivo e o verdadeiro espírito do Softbol ( na visão do Taco não é Soft – baseado nos 16 anos de convivência com a “familia” Softbol – principalmente com o Arbitros e Clubes japoneses )

Entre os tacos, os treinos e as viagens que nos emocionam, há um elemento que não pode ser esquecido: a importância do coletivo.

Estamos prestes a ver mais uma geração de meninas fazer história pelo Brasil: o time SUB-13 do Nikkey Marília se prepara para representar nosso país na etapa Panamericana da Little League, em Porto Rico. Um feito grandioso. Uma conquista que, por si só, já diz muito sobre o talento, a garra e a dedicação dessas atletas, seus técnicos, pais e apoiadores.

Mas aqui vai um convite à reflexão.

Nos últimos dias, enquanto buscávamos imagens e fotos para divulgar essa história linda no blog, percebemos algo curioso e, ao mesmo tempo, preocupante: *quase todas as fotos compartilhadas pelas famílias exaltavam apenas a filha que estava na imagem. Faltava o grupo. Faltava o time. Faltava a consciência de que *ninguém joga Softbol sozinho.

E isso não é uma crítica — é um chamado. Um pedido carinhoso, como quem observa de fora e, com o coração cheio de admiração por todas, pensa:
“Se esse time chegou tão longe, foi porque cada menina, do banco à titular, teve um papel fundamental.”

🌱 O elogio isolado pode virar sombra

Quando exaltamos apenas uma jogadora, por mais talentosa que ela seja, acabamos sem querer criando divisões. A menina que lê um post que não a inclui pode se perguntar: “E eu, não fiz parte disso?”
E isso dói.

Às vezes, não dói no começo. Mas com o tempo, *minam-se as raízes da união. Crescem o ciúme, o sentimento de exclusão, a vaidade, o individualismo. E aí, perdemos o melhor que o esporte tem a oferecer: *a formação de caráter através da convivência e da cooperação.

🤝 A verdadeira vitória está na coletividade

O Softbol, como qualquer esporte coletivo, é uma *escola de vida. Ensina que *não existe estrela solitária que vença campeonatos. Ensina que até aquele erro de arremesso no 3º jogo foi parte da construção da vitória no 4º. Ensina que apoiar a colega é tão importante quanto rebater. Ensina que ganhar é sobre somar — nunca sobre se destacar sozinho.

Por isso, convidamos as famílias, com todo carinho e respeito, a pensarem sobre isso.
O que é mais bonito: uma só filha celebrada ou todas as meninas reconhecidas como uma equipe, uma irmandade que constrói juntas uma história inesquecível?

📸 Vamos postar fotos do time?

Vamos, sim! Vamos *fazer história juntas, de mãos dadas. Se tiver uma foto do grupo completo, manda pra gente! A gente quer contar essa história do jeito que ela merece: com *todas as protagonistas no mesmo palco, com suas diferenças, sorrisos, erros e acertos. Porque o que essas meninas já fizeram é maior que qualquer jogada individual.
É sobre o Brasil. É sobre o futuro. É sobre valores.

E se você é mãe, pai, técnico ou parente… lembre-se:
o brilho da sua filha é lindo — mas é ainda mais bonito quando ela brilha ao lado das outras.

Esse é o Softbol que queremos construir.
Esse é o Brasil que queremos representar.

Um abraço,
Cesar
Taco Não é Soft

Coloque aqui sua propaganda. Ajude o projeto Jacarezinho a cobrir os custos da empresa. a única fonte de renda é você.

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ACRILEX – a 40 anos apostando no beisebol infantil como ferramenta de educação https://blog2.softball.com.br/2025/06/30/3190/ https://blog2.softball.com.br/2025/06/30/3190/#respond Mon, 30 Jun 2025 01:32:57 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3190

Resenha – XXXIX Torneio Acrilex de Beisebol Pré-Infantil

Muito além da competição: o coração bate mais forte nas bases do GECEBS

O fim de semana foi movimentado nas dependências do GECEBS, que mais uma vez abriu os portões — e os corações — para receber o XXXIX Torneio Acrilex de Beisebol Pré-Infantil. E como já virou tradição, o evento não foi apenas um campeonato, mas uma verdadeira celebração do esporte, da infância e do espírito coletivo que mantém o baseball e o softball vivos no Brasil.

Este ano, além da categoria pré-infantil, o torneio reuniu mais de 15 equipes de T-Ball e contou também com uma disputada competição de Softball Sub-11, provando que, cada vez mais, meninos e meninas estão encontrando no diamante um espaço para aprender, competir e sonhar.

Um jogo para a história: GECEBS x ANHANGUERA

O jogo mais emocionante do torneio foi, sem dúvidas, a semifinal da categoria Diamantes entre o GECEBS e o Anhanguera. Em casa e empurrados pela torcida, os pequenos do GECEBS lutaram bravamente, mas acabaram superados por um time do Anhanguera que saiu desgastado da partida. E esse cansaço fez diferença: na grande final, o Nikkei Curitiba aproveitou a oportunidade e sagrou-se campeão do torneio com um desempenho sólido.

Mas como sempre dizemos aqui: às vezes se ganha, às vezes se aprende — e o GECEBS saiu desse jogo maior do que entrou.

Voz de menina, pensamento de gigante: Larissa, 11 anos

Entre um jogo e outro, encontramos Larissa, do GECEBS Sub-11, e a entrevista com ela merece um lugar especial nesta resenha.

Com 11 anos, Larissa já sabe bem do que gosta: “Prefiro o softball ao futebol, à natação e até ao balé”, diz ela com firmeza. Mas em seguida completa, com brilho nos olhos:

“Na verdade, o que eu mais gosto é de beisebol. Tem mais gente, é mais movimentado…”

A fala da Larissa traz à tona uma questão importante: no Brasil, ainda não temos times de beisebol femininos e são poucos os de softball masculinos. Segundo ela, isso não deveria importar, porque as duas modalidades podem ser jogadas por qualquer um. Um recado direto e necessário, vindo de quem já entende o poder do esporte para quebrar barreiras.

O que deixou a equipe do taco mais emocionada foi ver que outros times que a tempo não tinham time de bases, “começaram ou recomeçar”. Adoramos ver o Eagles de Sorocaba, o time de Osasco, o “Tbolzinho” de São José dos Campos o time de Guararapes ( viu Roni?., um dia vamos trazer Rolândia também. E quem sabe os Jacarezinhos de São Carlos.?) e o grande time de Ibiúna.

Agradecimentos que vêm do coração

Nada disso teria acontecido sem o empenho de uma equipe que coloca muito mais que tempo em cada detalhe: coloca amor, tradição, propósito.e a ACRILEX, sempre ajudando e investindo no Esporte.

Nosso muito obrigado a Sergio Matumoto, Jorge Ono, Beto Higashi, Raul Higushi, Helbert, Higa, Massao e a todas as pessoas que participaram da organização do Torneio ACRILEX. A forma cortês, acolhedora e eficiente com que vocês recebem a todos é exemplo para o país inteiro…. ( Mas as tias da cozinha…ahhh o almoço… INESQUECÍVEL)

O Taco não é Soft esteve presente, como sempre, ao lado do OCC Channel e da Matsumidia TV ( na realidade o Raphael Matsumoto estava no evento universitário que acontecia no CT YAKULT), e saímos de lá com a certeza de que o futuro do beisebol e do softball está sendo muito bem lapidado, diamante por diamante.

Também conhecemos uma equipe de fotógrafos muito legais que tiraram.mais de10000 fotos. O Juan disse que qualquer um pode adquirir as fotos dos filhos ou Netos no site da FoTop. Acessa lá www.fotop.com.br

E conheci o Emerson , da DroneVisual1603 que tem um canal no YouTube com o mesmo nome . Ele inclusive vai ceder umas tomadas , na faixa, para o nosso Blog. Visite o canal dele.

Afinal não deveria haver “concorrência” se o objetivo é comum. O sol nasceu pra todos e o Baseball e Softball também. Juntos somos mais fortes.

Quem sabe não pode virar uma parceria pra gente ter um desconto para os leitores do blog?


Um abraço,
Cesar
Taco não é Soft – Onde a paixão pelo jogo encontra a palavra certa.


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Para as mães do banco, com carinho O que eu aprendi quando eu vi meu filho jogar um ano inteiro https://blog2.softball.com.br/2025/06/24/para-as-maes-do-banco-com-carinho-o-que-eu-aprendi-quando-eu-vi-meu-filho-jogar-um-ano-inteiro/ https://blog2.softball.com.br/2025/06/24/para-as-maes-do-banco-com-carinho-o-que-eu-aprendi-quando-eu-vi-meu-filho-jogar-um-ano-inteiro/#respond Tue, 24 Jun 2025 19:35:32 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3174 Eu lembro direitinho do primeiro campeonato do Nico no beisebol, apenas duas semanas depois que ele entrou no time, em junho de 2022. Ele tinha 7 anos. Era um torneio Acrilex no Clube GECEBS em Arujá — o primeiro dele no T-ball, a categoria mais lúdica do beisebol (aquela em que as crianças aprendem mais a gostar da terra do que do jogo).

Nicola Cabral, na época #6 no T-bol do Sofbol, no seu primeiro jogo no Acrilex (2022) contra Tozan ( Time de Campinas )


Esse é o maior campeonato em número de participantes, com as categorias do T-ball e o Pré-Infantil e o Softbol jogando no mesmo lugar e ao mesmo tempo ( Em muitos campos criados no clube ). Naquela época, eu — totalmente leiga e maravilhada com o esporte — assistia aos meninos de 9 e 10 anos como quem vê um espetáculo do Cirque du Soleil: “Meu Deus, olha como eles jogam com arremessador, com catcher, sem precisar do T… rebatem, correm, matam meninos na base… ágeis como acrobatas…”

Na minha cabeça, aquilo era outro mundo. Um mundo impossível pro meu filho alcançar quando tivesse 9 anos. Eu realmente achava que não daria tempo, que era difícil demais, que aquilo era só pra alguns.

Mas o destino (e a falta de atletas de 2013/2014) tinha outros planos. O time de Atibaia do pré-infantil (9–10 anos) precisava completar o elenco e acabou puxando quatro meninos que completavam 8 anos em 2023: Nico, Yago, Bernardo e Vinícius. Os outros três já tinham mais experiência, já estavam há alguns anos no beisebol.

O Nico… ainda não.

Os técnicos diziam que ele tinha potencial, força e tamanho. Mas eu via que ele ainda não tinha o tempo de beisebol, o conhecimento de jogo, a maturidade necessária e nem o gosto pelo treino. Enquanto os amigos viraram titulares, Nico era banco. Entrava só de vez em quando — primeiro como Defensor Externo Direito e, depois, no segundo semestre, como Primeira Base. Jogava dez minutos aqui, um inning ali, ficava como último ou penúltimo rebatedor do line-up. Chegamos a viajar dez horas de ônibus pra ele jogar o finalzinho de um jogo já perdido

Nico, de Defensor Externo Direito, durante um campeonato em 2023 no Cooper Clube

E mesmo assim, eu o levava. Porque ele queria estar com o time. Queria brincar no alojamento, correr pelos corredores, jogar futebol depois da partida. E eu pensava: “Pelo menos ele não está na tela dos computadores, como a maioria das crianças de hoje. Ele tá vivendo algo do mundo real, pulando, correndo.”

Mas, confesso… doía. Eu reclamava com meu marido: “Não vou mais levá-lo. Ele quase não joga. Por que o técnico não avisa logo quem vai entrar? A gente nem vinha.”

Só que ele queria ir. E voltava quase sempre arrasado. Chorava no carro. Dizia que queria desistir, que era injusto. Que vinha treinando muito, quase nunca faltava e merecia estar no line-up.

E eu… também não entendia o quão difícil é esse jogo e que, mesmo com meses de treino, ele não evoluia a ponto de estar pronto para ser titular. E ele continuava no banco. É duro ver seu filho ali e não querer invadir o campo e pedir: “Dá uma chance, só pra ele mostrar que consegue.” Mas a gente esquece que o mesmo técnico que escala… é o que treina. Ele sabe quem está pronto e quem ainda não chegou lá.

E o banco… fez o trabalho dele. Foi ali que o Nico começou a observar. A escutar (às vezes). A segurar o choro (quase nunca). Mas, principalmente, foi ali que ele começou a entender que ninguém ia dar nada para ele de presente. Que, pra jogar, ele precisava merecer. E que, pra merecer… ele precisava treinar sério. E eu aprendi que ser reserva não é castigo. É processo. É degrau. Na época eu não via isso. Só via meu filho triste e achava que ele era injustiçado. Hoje, entendo que aquele banco ensinou mais do que qualquer prêmio.

Essa era a visão que a gente mais tinha do Nico, durante o primeiro ano do pré-infantil
A virada veio no ano seguinte, em 2024 — o primeiro ano de verdade do Nico na categoria que lhe era de direito. Em um dos campeonatos, Nico achava que tinha arrebentado — e tinha mesmo. Rebateu bem, defendeu bem. Mas o troféu destaque foi pra outros meninos. Ele saiu quieto. Não gritou. Chorou baixinho e sozinho.

O Sensei percebeu e o chamou pra conversar. E eu nunca soube o que foi dito. Mas, desde aquele dia, o Nico virou outro. Passou a chegar no treino focado. Parou de dar desculpas. Ficou mais centrado e sério. Começou a querer aprender. A ver jogos da MLB, observar o posicionamento dos jogadores profissionais. Estudou as posições e jogadas. E eu vi ele se apaixonar de verdade pelo esporte. O bichinho do beisebol realmente mordeu.

E ele foi seguindo assim: treinando muito. Observando muito.

Hoje, aos 10 anos, ele é um dos titulares do time e, quem o vê jogar, acha que ele brilha por um talento nato. Mas foi o banco que construiu isso. Foi o banco que ensinou que quem quer… espera. Treina. Persevera. O banco ensina a ter casca. A segurar o orgulho. A perder… e continuar.

Ainda assim, essa posição não é garantida. Atleta tem fases de ápice e de baixa. O line-up muda conforme a dança. Além disso, no fim deste ano, os nascidos em 2015 mudam de categoria e de treinador (o ciclo vira de dois em dois anos). E quando ele subir de novo… pode voltar pro banco. Vai ter que se provar de novo. Treinar com a bola nova, a arremessar e rebater com efeito, aprender as novas regras que não tem no prézinho e trabalhar mais. Vai ter que conquistar, outra vez, cada espaço e posição. Porque no beisebol — como na vida — ninguém tem lugar cativo.

Por isso, se eu puder falar com alguma mãe de um menino que está no banco: não deixa esse momento decidir se ele vai continuar ou não no esporte.

Pra quem acabou de chegar no esporte competitivo, vindo das bases lúdicas, o banco parece triste. Mas é lugar de formação. Ser titular não significa estar no topo. Significa estar pronto — e isso leva tempo de treino e maturidade de jogo.

Na maioria das vezes, os titulares são os meninos mais velhos da categoria, ou os que jogam há mais tempo e têm mais leitura de jogo. Não é sobre brilho rápido. Nem sobre talento escondido. É sobre trajetória. E o banco faz parte do caminho.

Segura esse tempo. Apoia. Incentiva. A vez do seu filho vai chegar. E quando ela chegar, você vai olhar pra trás e entender: O banco não é o fim. É só o começo.

Neste fim de semana, três anos depois daquele primeiro campeonato, o Nico volta para participar do seu último Torneio Acrilex. Agora como titular de Atibaia e jogando daquele jeito que achei que nunca jogaria. E com a mesma consciência de sempre: Nada é garantido. Tudo é conquistado. Bora lá?

Nico no Acrilex do ano passado, após o encerramento. Empolgados para esse ano?

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O Softbol Brasileiro Entra em Campo na Colômbia – E a Arbitragem Vai Junto! https://blog2.softball.com.br/2025/06/23/o-softbol-brasileiro-entra-em-campo-na-colombia-e-a-arbitragem-vai-junto/ https://blog2.softball.com.br/2025/06/23/o-softbol-brasileiro-entra-em-campo-na-colombia-e-a-arbitragem-vai-junto/#respond Mon, 23 Jun 2025 23:01:25 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3149

Nenhum jogo de verdade acontece sem arbitragem. Mesmo quando é só uma brincadeira entre amigos, alguém precisa decidir o que foi falta, o que foi ponto, o que valeu ou não. Alguém precisa garantir a ordem e o respeito pelas regras.
No softbol, não é diferente.

A arbitragem brasileira de softball é coordenada pela ASB – Árbitros de Softbol do Brasil, entidade responsável por formar, treinar e credenciar árbitros em território nacional, inclusive com certificações internacionais.
E é com muito orgulho que anunciamos que a ASB enviará dois árbitros brasileiros para atuarem no XI Campeonato Panamericano de Softbol, que acontece de 27 de junho a 5 de julho, em Montería, Colômbia:

🎽 Waldir Ogawa
🎽 Patrícia Ogata

Esses voluntarios não apenas representam o Brasil como árbitros – eles mostram ao mundo a competência técnica e a seriedade com que o Softbol é tratado por aqui. A CBBS, as confederações oficiais e as universitárias ou escolas que promovem campeonatos de softball podem contar com a ASB para palestras, clínicas, treinamentos e até credenciamentos para qualquer entidade no Brasil. Basta entrar em contato.

✈ Mas a grande viagem mesmo é da nossa Seleção Adulta Feminina de Softbol

Elas embarcam hoje para disputar o Campeonato Panamericano, que vale vaga para os Jogos Panamericanos e também para a Fase de Grupos do Campeonato Mundial de Softbol.

🗓 27 de junho a 5 de julho
📍 Montería, Colômbia
📺 Transmissão oficial (paga): Link do Torneio – USD 14,99

Agora é a hora de mostrar que o Brasil não é só futebol.

Convidamos toda a comunidade esportiva brasileira – do Softbol, do Beisebol, do Futsal, do Handebol, do Vôlei, do Basquete… todos – para apoiar o Softbol Feminino do Brasil.

Nossas atletas não têm a mesma visibilidade, nem os mesmos patrocínios… mas têm coragem, talento, dedicação e uma missão histórica: representar nosso país com garra, amor e dignidade em uma das maiores competições internacionais da modalidade.

Se você puder, assista aos jogos.
Se não puder, divulgue para quem está desligado
Se puder mais, apoie e patrocine.
Mas nunca deixe de torcer pelo Softball

Porque o Taco não é Soft… e o Brasil também não. 🇧🇷🥎

Cara feia pra gente é fome!!

a Confederação Brasileira divulgou na sua página oficial como será esta competição: todas as imagens abaixo são públicas e se encontram no Facebook da CBBS.

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3ª Copa São Paulo de Softball Feminino Sub-11 – Emoção molhada em Marília https://blog2.softball.com.br/2025/06/08/3a-copa-sao-paulo-de-softball-feminino-sub-11-emocao-molhada-em-marilia/ https://blog2.softball.com.br/2025/06/08/3a-copa-sao-paulo-de-softball-feminino-sub-11-emocao-molhada-em-marilia/#respond Sun, 08 Jun 2025 02:00:39 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3078

🌧☀ 3ª Copa São Paulo de Softball Feminino Sub-11 – Emoção molhada em Marília ☀🌧

Se organização de Softball de base tem nome no Brasil, esse nome é Nelson Yajima.
E se o evento é cheio de alegria, garra, improviso e muito amor pelo esporte, pode ter certeza que ele está envolvido.

Foi assim na 3ª Copa São Paulo de Softball Feminino Sub-11, que aconteceu em Marília-SP, com a organização da FPBS junto com os experientes dirigentes do Nikkey Marília e a marca registrada de quem realmente acredita no futuro do Softball.

No sábado, o tempo resolveu brincar com todo mundo: chuva, paralisações, troca de campos, uma confusão que em muitos lugares viraria caos… Mas ali virou diversão.
Saiu sol. Voltou a garoa. Os campos estavam molhados. As crianças? Rindo. Jogando. Correndo. Se sujando de terra e alegria.
Softball já é bom… com campo molhado, então, vira festa! Daquelas que mãe adora fotografar e guardar pra sempre.

Marília é uma referência no Softball e no Beisebol nacional. O Clube Nikkey Marília é celeiro de talentos, e o nome mais lembrado neste momento é o da Gabi Narazaki, que hoje veste com orgulho a camisa da Seleção Brasileira Adulta de Softball, como catcher.
Filha do Sérgio Narazaki, que defendeu por uma vida inteira esse mesmo clube, Gabi é símbolo de uma geração que cresceu brincando no campo… e nunca mais saiu dele.

E é por isso que a Copa São Paulo é tão importante. Porque é nessa idade — Sub-11! — que a semente do Softball é plantada.
Nelson Yajima sabe bem disso. Ele já organizava torneios infantis com um esforço descomunal. Todos , sim todos os jogadores de Softball lembram- se do “Torneio Tiemi Yajima” e dos troféus e medalhas que o Nelson e família conseguiam pra todo mundo. Sempre com um objetivo: despertar nas crianças a vontade de jogar.
Foi colaborador da CBBS, ocupou cargos importantes e, ao mesmo tempo, nunca abandonou seu papel na ASB — Árbitros de Softbol Brasil ,a entidade que desde 1992 ensina, treina e certifica árbitros da modalidade.

Aliás, falando em arbitragem, você sabia que um jogo de Softball pode ter até quatro árbitros em campo?
E muitos deles já passaram pelas mãos experientes de Yajima, de Kaneioshi (que, aliás, fez aniversário durante o campeonato!), do Melão — que já foi jogador, técnico e árbitro —, do Kodao, e de tantas outras figuras queridas e conhecidas do meio que mantêm o Softball vivo pelo amor que sentem.

Árbitro Kane, vistoriando , no seu aniversário, um campo molhado pra ver em quanto tempo recomeçar ia o jogo

Quem sabe, entre as meninas que correram, escorregaram e sorriram neste fim de semana, não esteja escondida uma nova Gabi Narazaki?
Quem sabe, mais uma atleta que vai levar no peito, no futuro, o nome da sua cidade, do seu clube, e do Brasil?

Quem sabe o pai de uma delas não descobre sua vocação em ajudar voluntariamente na arbitragem e não se dedica como o sensei Kaneioshi ou o Melão?

O Taco não é Soft não faz previsões.
Mas a gente divulga.
E principalmente: a gente parabeniza quem faz com que o esporte continue crescendo com alma, com memória e com propósito. Um dia chegaremos ao profissionalismo e deixaremos as diferenças políticas e pessoais de lado.

assista os jogos no canal do YouTube do Cooperclub


Um abraço,
Cesar

Taco não é Soft – Porque quem ama o Softball, joga com o coração.

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Softbol Para Todos: Um projeto que transforma vidas em São Carlos https://blog2.softball.com.br/2025/05/31/softbol-para-todos-um-projeto-que-transforma-vidas-em-sao-carlos/ https://blog2.softball.com.br/2025/05/31/softbol-para-todos-um-projeto-que-transforma-vidas-em-sao-carlos/#respond Sat, 31 May 2025 20:29:18 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3055 Em meio às quadras, bastões e luvas, uma nova história está sendo escrita em São Carlos, interior de São Paulo. Não é apenas sobre esportes. É sobre inclusão, educação, desenvolvimento e, acima de tudo, sobre acreditar que é possível transformar vidas por meio do softbol e do beisebol. Assim nasce o projeto “Softbol Para Todos”, uma iniciativa que une paixão, voluntariado e compromisso social.

Onde tudo começou

O “founder” da CBSC é professor e é pai de atletas que se educaram com a ajuda do beisebol e softbol. Ao ministrar aulas de Gestão Estratégica e Gestão da Inovação e Tecnologia propôs aos seus alunos criar uma empresa fictícia para aplicarem-na na prática, Os alunos, que poderiam ter escolhido qualquer empresa, decidiram homenagear o esforço e sonho do professor em educar crianças a partir de um time de Softball. Uma ficção em sala que extrapolou as barreiras entre sociedade e universidade.

O projeto então surgiu da inquietação deste grupo de universitários que, apaixonados pelo esporte e motivados por um forte senso de responsabilidade social, decidiram sair do discurso e partir para a prática. Eles entenderam que, se não começarem agora, as futuras gerações dificilmente terão acesso a modalidades esportivas tão ricas em valores como o softbol e o beisebol. E que se depender dos órgãos governamentais, os objetivos e prioridades são outros.

“Nosso foco está nas crianças do ensino fundamental e médio. A base. Aquelas que, amanhã, podem não só se tornar atletas, mas também cidadãos melhores, conscientes, resilientes e preparados para os desafios da vida”, explicam os organizadores.

Apoios que fazem diferença

O projeto não caminha sozinho. Ele conta com o apoio de parceiros que acreditam no poder do esporte como ferramenta de transformação.

Entre eles está o time dos Jacarés de São Carlos, referência local na prática do beisebol e, que oferece suporte técnico e estrutural, no nome do Francisco J. Goyo Brito. Há também a participação de Thiago Souza, ex-olheiro (scouter) oficial do Houston Astros no Brasil, que traz sua expertise internacional, proporcionando às crianças uma visão muito mais ampla sobre o esporte, suas possibilidades e até caminhos profissionais futuros.

Outro pilar importante do projeto é o ONOVOLAB, um dos maiores hubs de inovação do Brasil, sediado em São Carlos. Através do ONOVOLAB, o projeto estabelece conexões com tecnologia, educação e empreendedorismo, mostrando que o esporte pode ser também uma porta de entrada para outras carreiras e desenvolvimento pessoal.

E, para consolidar esse movimento, empresários locais como alguns dos sócios da PanoBianco Via Prado – São Carlos abraçaram a causa, oferecendo suporte e acreditando na proposta de impactar a comunidade local através do esporte e da educação.

Até mesmo a Biotônica, do  Haroldo, está sendo contactada para ajudar com os seus projetos tecnológicos de sensoriamento funcional remotos para  Ajudar atletas a alcançarem todo o seu potencial. Alguns DM ( Diretores de Modalidades) de Atleticas como a CAASO da USP e da UFScar. Todos pelo Softbol e Beisebol.

Desafios que não desanimam

Se por um lado o projeto coleciona parcerias valiosas, por outro enfrenta desafios que parecem típicos da realidade brasileira. A falta de apoio dos órgãos públicos é uma ferida aberta.

“Por questões puramente pessoais e políticas, não conseguimos apoio das entidades oficiais. A verdade é dura, mas real: para alguns, projetos como o nosso não geram votos, não trazem holofotes, e por isso não são prioridade. Investir em crianças, esporte, educação e cidadania, infelizmente, ainda não é visto como retorno político suficiente”, desabafa um dos líderes do projeto.

Mesmo assim, o grupo segue firme, provando que é possível fazer muito, mesmo sem recursos milionários, quando se tem propósito, união e trabalho em equipe.

Muito mais que esporte

O Softbol Para Todos não ensina só como rebater, arremessar ou correr para a base. Ensina sobre disciplina, respeito, resiliência, cooperação, raciocínio rápido e tomada de decisão. E vai além: o projeto também oferece espaço para desenvolvimento de bioanálises esportivas, acompanhamento de indicadores de desempenho e introdução às estatísticas aplicadas ao esporte, algo extremamente valorizado nas grandes ligas e universidades do exterior. No caso do Brasil, a CBSC está tentando acordos com universidades e faculdades que queiram investir neste nicho específico.

As crianças e adolescentes participantes têm a oportunidade de compreender desde cedo conceitos de ciência aplicada ao esporte, como análise de movimento, prevenção de lesões e desenvolvimento de desempenho. Além disso, aprendem a transformar números em estratégia, a pensar como analistas, desenvolvendo uma habilidade que pode, inclusive, ser levada para além dos campos e aplicada na vida acadêmica e profissional.

Uma proposta de troca justa

O projeto é claro e transparente em seus objetivos. Não busca lucros, não tem fins comerciais. É 100% voluntário e feito com amor.

Os custos operacionais e os custos de investimentos serão cobertos através de patrocínio, propaganda e marketing além de doações de seus participantes e voluntários..

E a proposta de parceria é simples, porém poderosa: “Em troca de apoio — seja logístico, estrutural, material ou institucional —, oferecemos visibilidade. Queremos mostrar para o Brasil inteiro, através do nosso blog e das nossas redes, que existem instituições e pessoas que apoiam verdadeiramente o desenvolvimento esportivo e educacional dos jovens. Gente que faz, que não espera, que acredita”, explica um dos organizadores.

O futuro que já começou

O Softbol Para Todos em São Carlos não é só um projeto esportivo. É um manifesto. Um chamado para quem acredita que o esporte educa, transforma e empodera.

E, se depender dessa turma de universitários, dos Jacarés, de Thiago Souza, do ONOVOLAB, da PanoBianco Via Prado e de tantos outros que estão chegando, o futuro do softbol e do beisebol no Brasil estará cada vez mais ligado à educação, à ciência, à inclusão e, principalmente, ao amor.


Fotos: Internet

Sua gestão se destaca pela inovação, como a implementação de programas de adaptação, a exemplo do NAPE – Núcleo de Apoio Psicopedagógico ao Estudante. Essas iniciativas visam superar desafios educacionais básicos dos alunos, como dificuldades em interpretação de texto e aritmética, contribuindo significativamente para a redução da evasão e a transformação de vidas. Gustavo Azzolini acredita firmemente que a educação é um poderoso fator de transformação individual e comunitária, capaz de moldar a realidade de todo um país.

Além de sua liderança no ensino superior, Gustavo Azzolini demonstra um profundo engajamento social. Ele está diretamente envolvido na coordenação de mais de 20 projetos sociais, que juntos realizam mais de 100 mil atendimentos gratuitos anualmente, reforçando sua convicção de que o trabalho social é um diferencial na construção de uma instituição próxima da comunidade.

A CBSC-SC, reconhecendo a personalidade inovadora e o impacto positivo da liderança de Gustavo Azzolini, tem a certeza de que pode estabelecer uma parceria frutífera com um de seus empreendimentos. Especificamente em relação ao projeto ” Jacarezinhos:- Softbol para todos” de São Carlos, projeto que tem apoio do Time do Jacarés de São Carlos e alunos da UFSCar e USP ( CAASO ) esta parceria poderia ampliar projetos sociais na cidade e região. O “taco não é soft”, esta buscando agendar uma entrevista com o empresário para verificar se, em sua visão estratégica, o apoio e incentivo a um esporte com menor projeção nacional pode realmente projetar sua instituição de ensino e ampliar o interesse regional.

Acompanhem os jogos de Beisebol, softbol e respectivas noticias pelos canais : Matsumidia TV, OCC Channel ou CBBS TV

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https://blog2.softball.com.br/2025/05/31/softbol-para-todos-um-projeto-que-transforma-vidas-em-sao-carlos/feed/ 0
Yakiu é pra todo mundo. Infelizmente, no Brasil pouca gente conhecia. https://blog2.softball.com.br/2025/05/12/yakiu-e-pra-todo-mundo-infelizmente-no-brasil-pouca-gente-conhecia/ https://blog2.softball.com.br/2025/05/12/yakiu-e-pra-todo-mundo-infelizmente-no-brasil-pouca-gente-conhecia/#respond Mon, 12 May 2025 22:52:57 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2952

O Brasil está no jogo. E as meninas também! Beisebol brasileiro vive um novo momento — e a colônia japonesa comemora com orgulho

Maio de 2025 — Quem diria? Aquele esporte jogado no campinho de terra atrás do Kaikan, com tacos gastos e bolas costuradas à mão, hoje representa o Brasil no mundo. Sim, o beisebol brasileiro está vivendo uma nova era — e nós, do Taco não é Soft, temos o maior orgulho de fazer parte da torcida por essa trajetória que une gerações, histórias e culturas.

A raiz desse esporte no Brasil é japonesa, e disso ninguém tem dúvida. Desde os primeiros torneios realizados por imigrantes no interior de São Paulo até os campos modernos que hoje recebem jogos oficiais, foram décadas de esforço, tradição familiar, marmitas na arquibancada, filhos e netos passando o bastão — ou melhor, o taco — de mão em mão.

E agora, todo esse esforço floresce em resultados que atravessam fronteiras.

Em 2024, o Brasil conquistou a medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Santiago, um feito inédito e histórico. E em 2025, mais uma conquista: a classificação para o Qualifier do World Baseball Classic 2026, o maior campeonato de seleções do planeta. É o Brasil se consolidando como uma potência emergente, com jogadores formados aqui brilhando em ligas como a MLB e a NPB — e inspirando crianças de todo o país a sonhar alto. Sim, o que antes era restrito aos clubes e colônias japonesas, agora ganhou força nas universidades e escolas americanas, pois descobriu-se que no Brasil se jogam.beisebol e softbol sim.

Mas talvez o passo mais emocionante dessa jornada esteja prestes a acontecer: a convocação da Primeira Seleção Brasileira Feminina de Beisebol, na categoria sub-12!

Isso mesmo: pela primeira vez, meninas brasileiras vão vestir a camisa da Seleção em um torneio internacional. Elas vão representar o país no 43º Boys Nankyu World Championship, em Edogawa, Tóquio, no Japão — onde enfrentarão, inclusive, equipes masculinas e outras potências do beisebol como Japão, EUA, Austrália, Coreia e China. Isso é possível sim. Nesta faixa de idade as meninas são mais desenvolvidas fisicamente que os meninos. A diferença aumenta aos 14, 15 anos , na puberdade, quando os meninos dão aquele “estirão”. Mas até lá, não existem diferenças substanciais e as crianças podem sim, competir entre si. Depois, devido a falta de praticantes o beisebol cede suas atletas para disputarem Softbol. Mas isso não importa. O que importa é que ambos os esportes estão sendo conhecidos e praticados por mais e mais adolescentes no país.

Quando o sonho é coletivo, a vitória é de todos

A emoção é imensa — principalmente entre as famílias das colônias japonesas espalhadas pelo Brasil, que veem com os olhos cheios d’água essa nova geração realizando sonhos que começaram com seus avós, há mais de um século.

Para muitas dessas famílias, participar de um torneio internacional não é apenas uma conquista esportiva — é uma honra cultural e um tributo à memória de quem nunca deixou o amor pelo beisebol morrer. Representar o Brasil no Japão tem um peso simbólico gigante: é como fechar um ciclo e abrir uma nova era, com as meninas agora também fazendo parte desse legado.

Apoio, visibilidade e o papel de todos nós

É claro que nada disso acontece sem desafios. Ainda falta muito apoio. A Seleção Feminina Sub-12 precisa de patrocínio, divulgação e solidariedade. O Taco não é Soft está fazendo sua parte — contando histórias, gerando visibilidade e mostrando que o beisebol não é só elite de clubes tradicionais de SP e PR. O esporte está crescendo nas universidades, nas comunidades, nos projetos sociais e, agora, também nas seleções femininas.

Enquanto muitos dirigentes ainda tratam o beisebol como um clube fechado, a realidade é que juntos somos mais fortes. Não estamos competindo por holofotes, estamos lutando por um sonho comum: que o beisebol brasileiro cresça, apareça e transforme vidas.

As meninas estão prontas. As famílias estão orgulhosas. E nós estamos aqui — no campo, na arquibancada e na internet — batendo palmas por cada conquista.

Agora é com você. Divulgue, apoie, compartilhe. O Brasil tem uma seleção feminina de beisebol. E isso não é pouca coisa.

#VamosMeninas #BeisebolBrasil #TacoNãoÉSoft


Claro! Aqui está um panfleto de captação de patrocínio em linguagem direta e tocante, pensado para ser usado tanto impresso quanto digitalmente pelos leitores do blog Taco não é Soft:


O Brasil já tem sua 1ª Seleção Feminina de Beisebol Sub-12


Vamos levar nossas meninas ao Mundial no Japão!

Elas estão prontas. Treinando forte. Com o coração batendo forte.
Mas levar uma equipe de crianças para o outro lado do mundo tem um custo alto — passagens, alimentação, hospedagem, uniformes, equipamentos…

E a verdade é: as famílias não conseguem arcar com tudo sozinhas.
A maioria vem de projetos comunitários e clubes pequenos, sustentados por pura paixão.

E é aí que VOCÊ entra em campo.

Se você acredita no poder transformador do esporte, na força das meninas e na importância de fazer história com elas, nos ajude a tornar esse sonho possível.

  • Se é empresário: doe, patrocine, associe sua marca a um projeto de valor.
  • Se é fã: divulgue, compartilhe, converse com quem pode ajudar.
  • Se pode contribuir de alguma forma: procure a CBBS (Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol) e saiba como apoiar.

Juntas, essas meninas vão representar o Brasil.

Com sua ajuda, vão também representar a esperança, a igualdade e o futuro do beisebol.


Entre em contato com a CBBS:
[www.cbbs.com.br]
Ou fale com a gente pelo blog:
[www.blog.softball.com.br]

Se quiser falar diretamente com a comissão , fale com a “Tia” Silvia Saito, no telefone (11 ) 98207-5718

Porque apoiar essas meninas é apoiar o Brasil.


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Beisebol em São Carlos: trabalho de base e paixão pelo esporte! https://blog2.softball.com.br/2025/04/28/beisebol-em-sao-carlos-trabalho-de-base-e-paixao-pelo-esporte/ https://blog2.softball.com.br/2025/04/28/beisebol-em-sao-carlos-trabalho-de-base-e-paixao-pelo-esporte/#respond Mon, 28 Apr 2025 19:34:34 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2911 No final de semana do dia 26 de abril, São Carlos foi palco de mais uma etapa da Liga Paulista de Beisebol (LPB), uma competição que, apesar de existir há 18 anos, ainda é pouco ( ou nada ) conhecida pelo público brasileiro.

O Taco não é Soft vai entrar neste emaranhado de intrigas políticas, disputas pessoais e interesses diversos e trazer para seus leitores, de maneira parcial e transparente porque isto acontece. Afinal , tudo que é público ( e esporte é) tem que ser entendido por seus fans.

Os jogos aconteceram no campo da USP/CAASO, adaptado para receber partidas de beisebol — já que a cidade ainda luta para ter um campo específico para a prática deste esporte maravilhoso, que começa a conquistar o coração dos brasileiros.

O destaque, na visão da equipe do Taco, ficou para a equipe dos Jacarés, que disputou dois jogos seguidos: venceu o primeiro confronto contra o time da UFSCAR e foi superado no segundo pela equipe do CAASO B. Representando a garra de São Carlos, os atletas Goyo, Pedro, Shimoda, Guilherme, Álvaro, Massao, Kendys, Enzo, Ledwin, Luis Simosa, Leo, Wilfredo (cheerleader) e Shinji deram tudo de si em campo.

A LPB funciona de forma independente da Federação Paulista de Beisebol ( levantaremos a história para nossos leitores )e é organizada em “conferências” regionais. A Conferência 4 Nordeste, da qual os times de São Carlos participam, conta com **10 times** dos **32** inscritos na Liga, sim, a liga que o Brasil desconhece tem 32 times de Beisebol, incluindo equipes de Ribeirão Preto e Guatapará. Os melhores colocados ao longo do ano avançam para um quadrangular final que define o campeão da temporada.

Enquanto muitos ainda desconhecem a existência do beisebol no país — reflexo da falta de divulgação e do desinteresse de certos setores da mídia e de órgãos oficiais —, a comunidade do beisebol segue trabalhando firme! Em São Carlos, além da competição adulta, existe um projeto de base em formação, o **Jacarezinhos**, para desenvolver novos talentos e garantir o futuro do esporte.

Além disso, o Little League Brasil Sub-16 ( Seniors) foi realizado em Ibiúna, com o apoio da Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol (CBBS), reforçando a importância dos projetos de formação. Por outro lado, o Bixusp de Softbol, que seria realizado em São Paulo, precisou ser adiado, mostrando que os desafios ainda são grandes — mas a vontade de fazer o esporte crescer é maior ainda!

Apoie o beisebol e o softbol brasileiros! Compartilhe essas informações, incentive novos praticantes, mostre para seus amigos e familiares. O esporte não pode esperar por verbas que nunca chegam, não pode ficar restrito apenas a uma família. O futuro é construído por quem acredita — e age!

O Canal do Softball
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Campeonato Paulista Pré-Infantil: a base viva do beisebol paulista reacende https://blog2.softball.com.br/2025/04/20/campeonato-paulista-pre-infantil-a-base-viva-do-beisebol-paulista-reacende/ https://blog2.softball.com.br/2025/04/20/campeonato-paulista-pre-infantil-a-base-viva-do-beisebol-paulista-reacende/#respond Sun, 20 Apr 2025 22:08:29 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2873

Campeonato Paulista Pré-Infantil: a base viva do beisebol paulista reacende

O Campeonato Paulista de Beisebol Pré-Infantil 2025 foi, até aqui, um retrato vívido do esforço coletivo para manter viva a chama da base esportiva em nosso estado. Com partidas emocionantes desde o primeiro arremesso, o torneio deixou claro que o beisebol mirim está mais vivo do que nunca — graças, em grande parte, ao incentivo ativo da Federação Paulista de Beisebol e Softbol, liderada pelo Sr. Hiraoka, que tem batalhado para trazer de volta times tradicionais à formação de base e apoiado a criação de novas equipes, construindo pontes para o futuro do esporte.

Análise Jogo a Jogo

Chave A

  • J01 – Mogi das Cruzes 5 x 15 Anhanguera
    A equipe do Anhanguera começou avassaladora, com ataques consistentes e bom aproveitamento nas rebatidas. Mogi até mostrou força ofensiva, mas a defesa não segurou a pressão.
  • J02 – Mogi das Cruzes 10 x 15 Gecebs
    Jogo mais equilibrado, com alternância no placar até o meio da partida. O Gecebs garantiu a vitória com uma última entrada agressiva no bastão.
  • J03 – Anhanguera 3 x 8 Gecebs
    Gecebs seguiu firme, com consistência no montinho e rebatidas bem distribuídas. Anhanguera não repetiu a boa atuação da estreia.

Chave B

  • J04 – Gigante 11 x 10 Atibaia
    Um verdadeiro jogaço, decidido nos detalhes. Gigante levou a melhor em uma partida onde ambas as equipes mostraram maturidade surpreendente para a idade.
  • J05 – Atibaia 14 x 15 Indaiatuba
    Outro duelo eletrizante. Indaiatuba venceu por uma corrida de diferença num jogo marcado por viradas e aplausos da torcida.
  • J06 – Gigante 3 x 13 Indaiatuba
    Indaiatuba deslanchou, dominando Gigante com um ataque cirúrgico e uma defesa segura. Uma das atuações mais convincentes da fase de grupos.

Chave C

  • J07 – Nippon Blue Jays 15 x 4 Tozan
    Vitória expressiva dos Blue Jays, que abriram vantagem cedo e não deram espaço para reação.
  • J08 – Tozan 3 x 11 Cooper
    Cooper mostrou um jogo coletivo muito organizado e não deu chances para Tozan reagir.
  • J09 – Nippon Blue Jays 4 x 14 Cooper
    Cooper confirmou seu favoritismo na chave, anulando o ataque adversário com excelente controle no arremesso.

Chave Ouro

  • J10 – Anhanguera 2 x 9 Cooper
    Cooper manteve o ritmo e dominou Anhanguera. Defesa segura e disciplina no ataque garantiram mais uma vitória.
  • J11 – Indaiatuba x Anhanguera
    Resultado ainda não disponível até o momento desta publicação
  • J12 – Cooper 13 x 6 Gecebs
    Cooper segue imbatível. Destaque para a agressividade no bastão e ótima rotação de arremessadores.
  • J16 – Gecebs 13 x 4 Indaiatuba
    Gecebs encerrou sua participação na chave ouro com força. Um time que cresceu ao longo do torneio.

Chave Prata

  • J13 – Atibaia 7 x 9 Gigante
    Reedição do confronto da fase de grupos, com resultado semelhante. Gigante mais uma vez levou a melhor, com frieza nos momentos decisivos.
  • J14 – Atibaia 11 x 5 Nippon Blue Jays
    Atibaia encontrou seu jogo e controlou bem as ações contra um adversário que não conseguiu encaixar seu ataque.
  • J15 – Gigante 12 x 3 Nippon Blue Jays
    Gigante encerrou sua campanha com estilo, mostrando força ofensiva e um bom trabalho defensivo.

Chave Bronze

  • J17 – Tozan x Mogi das Cruzes
    Jogo ainda não realizado ou sem informações confirmadas até o momento. Mas de qualquer maneira é muito bom contar com o Lobinhos Guará de Campinas e o time de Mogi das Cruzes no campeonato Paulista.

Final da Chave Ouro – Aguardando o grande desfecho

A grande final aconteceu , e o Taco não é Soft fez uma resenha exclusiva assim que a bola tocou o solo pela última vez. Tudo indicava que Cooper era o time a ser abatido pelo time da casa, mas beisebol é beisebol — e qualquer surpresa poderia acontecer.

É emocionante ver a base se fortalecer novamente, com clubes tradicionais voltando a investir e crianças de todos os cantos do estado jogando, sorrindo e sonhando com o diamante.

E no jogo mais aguardado do fim de semana, o Cooper confirmou seu favoritismo e levantou a taça da Chave Ouro, coroando uma campanha impecável. Com um elenco que mescla técnica, disciplina e muita garra, o time brilhou em cada entrada e mostrou que o trabalho de base sério, quando bem estruturado, rende frutos incríveis. A comemoração no campo foi contagiante, com atletas, treinadores e famílias emocionadas — um símbolo vivo do quanto o esporte forma, ensina e transforma.

O futuro do beisebol paulista passa por aqui — e é promissor. Parabéns aos papais e mamães que decidiram colocar seus filhos para aprenderem este excelente esporte olímpico.


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Qual o interesse do Taco não é Soft no Beisebol? https://blog2.softball.com.br/2025/04/19/qual-o-interesse-do-taco-nao-e-soft-no-beisebol/ https://blog2.softball.com.br/2025/04/19/qual-o-interesse-do-taco-nao-e-soft-no-beisebol/#respond Sat, 19 Apr 2025 21:23:07 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2860

Uma vez, um repórter do Taco foi abordado por alguém muito , muito, muito influente no beisebol com a seguinte pergunta:

“Afinal, Qual é o seu interesse no Beisebol, se o Taco é um blog de Softbol e seu editor é árbitro de Softbol?”

Confessamos: até hoje não conseguimos formular uma resposta à altura da profundidade desse questionamento. A reflexão divagou muito… Principalmente numa mente ardilosa como a nossa. Foi curiosidade pura? Foi uma tentativa de nos conhecer melhor? Foi medo? Uma tentativa de dissuadir-nos de nosso sonho? E aquele afinal, no início da sentença? Um desafio? Adoramos desafios, afinal a vida é um desafio. A família Calderaro adora grandes desafios. Desde que o Bisa Arcângelo chegou no Brasil com seus irmãos e tiveram que se separar. O Brasil tem sido um constante desafio.

Luciano do Vale. O empresário que reinventou o esporte nacional nos apresentando outros esportes diferentes do monopólio futebolístico, e nos inspira.

Mas talvez a pergunta correta não seja essa.

Talvez a pergunta deva ser: por que ainda precisamos justificar o interesse em divulgar o que ninguém mais divulga?

O Taco, como TODOS os seus leitores já sabem, nasceu para preencher uma lacuna histórica no Softbol e Beisebol brasileiros: a absurda ausência de visibilidade.
Nem os órgãos oficiais, nem a imprensa tradicional têm mostrado disposição — ou capacidade — de levar essas modalidades ao conhecimento do público brasileiro. E isso não é uma crítica vazia: é um fato.

Sem o Taco, por exemplo, o esforço do Rony Trindade, lá em Rolândia (PR), com seu projeto Beisebol Legends, jamais chegaria ao conhecimento de quem está fora da bolha. Seu trabalho com o Beisebol de Base, recentemente impulsionado com uma doação de equipamentos feita pelo tradicional time Indaiá, da ACENBI de Indaiatuba, representado pelo Diretor de Beisebol Leo Morita, é apenas UM exemplo entre tantos. E o projeto do Alvorada , de Belo Horizonte do BH Capitals. E os trabalhos de Marília e de Maringá, e os de Atibaia ?

Sem divulgação, essas ações ficam restritas a um grupo pequeno, fechado, e o Brasil continua sem saber que existe talento, paixão e educação sendo moldada por meio do Softbol e do Beisebol.

É claro: o Ministério dos Esportes, as Secretarias de Esportes municipais e até o próprio Comitê Olímpico Brasileiro têm a responsabilidade de incentivar e divulgar todos os esportes — mas não conseguem. Faltam recursos. Faltam equipes. Falta atenção.

E as Federações? Com frequência, faltam estrutura e expertise em comunicação e marketing.

Talvez a melhor resposta àquela pergunta inicial seja essa:

O Taco existe porque o silêncio nos irrita.
O silêncio da mídia.
O silêncio das autoridades.
O silêncio daqueles que veem, mas se calam. A arrogância de algumas pessoas, o estilo político de cancelamento e isolamento social de quem crítica. A percepção de que interesses pessoais mesquinhos se sobrepõem aos interesses da coletividade. E mais, a ganância, o ego elevado, as picuinhas, as invejas, o desprezo pela ajuda. E o sentimento de racismo institucional.

A gente fala porque ninguém mais fala.
A gente mostra porque ninguém mais mostra.
E mais: fazemos isso de forma voluntária. Não temos interesse em “ganhar dinheiro”. Não somos olheiros, agentes, entretanto temos certeza absoluta da competência para administrar dinheiro alheio. Fizemos isso a vida inteira nas empresas que trabalhamos anteriormente.

É por isso que, em vez de apoio, o Taco às vezes encontra resistência, oposição, vaidade. Disputas de poder vazias, que alimentam egos e apagam histórias.

Isso, sim, é um desserviço ao Softbol e ao Beisebol.
É uma afronta ao povo brasileiro, que poderia sim se apaixonar por esse esporte, se tivesse a chance de conhecê-lo. A cada tentativa de oposição ao trabalho, o Taco entende como desafio, como oposição. E isto motiva a equipe a trabalhar mais, a abusar da transparência.

Sejam menos. O Taco é imprensa. O Taco é imparcial. O Taco precisa dos leitores. O Taco quer 🕊 paz. Mas não gosta de ser “cancelado”, ignorado ou ameaçado. Melhor manter um bom relacionamento.com a imprensa, com outras empresas. Não sejam arrogantes.

O Taco segue em frente. Com Softbol, com Beisebol, com quem joga, com quem sonha, com quem ensina e com quem acredita.

Porque se a gente não contar essas histórias… quem vai?

Brasil é grande demais pra ter um dono.


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