#BASEBALL – Taco não é Soft https://blog2.softball.com.br Este é o blog criado para divulgação do Softbol e do Beisebol do Brasil. Um jogo empolgante e com muita estratégia, velocidade, raciocínio rápido. Nosso intuíto é que este esporte Olimpico seja aprendido pelas nossas crianças e que estas consigam assimilar os valores legados dpela cultura Jaonesa que instaurou e continua se dedicando a manter este esporte vivo no Brasil. Compartilhe com amigos que ainda não conhecem e colaborem com a educação das crianças. Ajude a fazer um Brasil melhor. Tue, 17 Jun 2025 05:10:29 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 Resenha da TAÇA BRASIL DE SOFTBOL SUB-19 — Maringá, PR – Junho de 2025 https://blog2.softball.com.br/2025/06/17/resenha-da-taca-brasil-de-softbol-sub-19-maringa-pr-junho-de-2025/ https://blog2.softball.com.br/2025/06/17/resenha-da-taca-brasil-de-softbol-sub-19-maringa-pr-junho-de-2025/#respond Tue, 17 Jun 2025 05:10:29 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3117 A cidade de Maringá respirou softbol nos dias 14 e 15 de junho com a realização da Taça Brasil de Softbol Sub-19, reunindo jovens talentos de várias regiões do Brasil e provando, mais uma vez, a força e a paixão que movem a comunidade do softbol nacional. O torneio foi marcado por alto nível técnico, jogos emocionantes, superação das adversidades climáticas e um espírito colaborativo de fazer inveja a qualquer outro esporte.

Divididos em três chaves classificatórias, os jogos foram equilibrados desde o início. Na Chave A, o destaque ficou com o Nippon Blue Jays e o N Curitiba, que se enfrentaram em um embate direto pela liderança. Após uma vitória expressiva contra Atibaia e Londrina, os curitibanos mostraram consistência e garantiram vaga nas finais com uma atuação dominante contra o Cooper Clube (4×0) e, depois, contra o forte time de Maringá (11×0), sagrando-se campeões da Chave Ouro com propriedade.

Na Chave B, o equilíbrio foi a marca registrada. Com um empate entre Central Glória e Cooper Clube, e vitórias alternadas entre as equipes, a classificação foi decidida nos detalhes. Já na Chave C, Maringá brilhou, vencendo Indaiatuba e Gigantes Gecebs com autoridade, mas tropeçou na final contra o forte elenco de Curitiba.

Um dos pontos altos do evento foi a mobilização da comunidade. Após chuvas intensas na noite de sábado, o campeonato correu o risco de ser interrompido. Mas o espírito de coletividade falou mais alto. Clubes rivais se uniram à organização e literalmente colocaram a mão na terra, ajudando a preparar o Campo Principal para os jogos decisivos. Um verdadeiro exemplo de união pelo esporte.

Outro destaque foi a presença ativa e estratégica da ASB – Árbitros de Softbol do Brasil, que vive um processo de reestruturação interna para atender com ainda mais qualidade às demandas de seus principais clientes. A atuação impecável dos árbitros durante a competição reforça o comprometimento da nova diretoria da ASB em elevar o nível técnico e organizacional das partidas. A padronização, a comunicação clara e a postura segura nos momentos decisivos foram notadas e muito elogiadas por atletas, técnicos e pais.

A cobertura dos jogos do Campo 1 está disponível no canal OCC Channel no YouTube e também nas redes sociais da incansável Mônica Nishimura Handa, que vem contribuindo de maneira decisiva para a visibilidade do softbol nacional. Muitas premiações… muita garra ..

Por fim, deixamos nosso agradecimento caloroso à diretoria da ACEMA / AMS, que nos recebeu com carinho, respeito e hospitalidade. E, claro, não poderíamos deixar de citar o tradicional e inesquecível jantar com costela no fogo de chão, que aqueceu os corações e os estômagos da equipe do Taco não é Soft — mais do que uma refeição, um verdadeiro ritual de confraternização entre apaixonados pelo esporte.

Que venham as próximas edições. O softbol brasileiro segue firme, renovado e cheio de esperança.

Enquanto o softbol feminino Sub-19 agitava Maringá, em Presidente Prudente foi a vez dos pequenos mostrarem seu talento com o bastão e a luva. A 27ª Taça Brasil de Beisebol Pré-Infantil aconteceu no mesmo fim de semana e reuniu nada menos que 18 equipes de diferentes regiões do país, consolidando o evento como um dos mais importantes do calendário de base do beisebol nacional.

A competição foi intensa e cheia de emoção, com jogos disputados e muita garra dos pequenos atletas, que encantaram as arquibancadas com jogadas dignas de grandes ligas. Uma das novidades da edição 2025 foi o sistema de acesso e rebaixamento entre a Divisão 1 e a Divisão 2, o que adicionou ainda mais emoção e estratégia ao torneio.

Após dois dias de jogos e muita adrenalina, Indaiatuba e Pinheiros conquistaram os títulos máximos da competição, se sagrando campeões da edição 2025. Com elencos bem preparados, apoio de suas comissões técnicas e a força das famílias nas arquibancadas, as equipes mostraram que o trabalho na base está sendo feito com seriedade e paixão.

É importante destacar que eventos como esse só acontecem graças ao esforço coletivo de federações, clubes, voluntários e famílias. Mais do que medalhas, troféus ou vitórias, essa Taça Brasil representa a formação de caráter, disciplina e amizade entre os pequenos jogadores, valores que o esporte ensina como poucos.

Parabéns aos campeões, aos que subiram de divisão e aos que voltarão ainda mais fortes no próximo ano. O beisebol infantil brasileiro segue crescendo, e o futuro promete.

Um abraço,
Cesar
Taco não é Soft

]]>
https://blog2.softball.com.br/2025/06/17/resenha-da-taca-brasil-de-softbol-sub-19-maringa-pr-junho-de-2025/feed/ 0
Vitor Ito: um interprete talentoso ou só mais um cancelado por falta de divulgação? https://blog2.softball.com.br/2025/03/14/vitor-ito-um-interprete-talentoso-ou-so-mais-um-cancelado-por-falta-de-divulgacao/ https://blog2.softball.com.br/2025/03/14/vitor-ito-um-interprete-talentoso-ou-so-mais-um-cancelado-por-falta-de-divulgacao/#respond Fri, 14 Mar 2025 02:45:47 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2728 Se o Brasil tivesse uma liga profissional de beisebol, será que Vitor Ito estaria trabalhando como intérprete no Japão? Ou será que estaríamos vendo seu talento brilhar por aqui na conferência Capital SP? A verdade é que Ito, assim como tantos outros jogadores, não tem um time para chamá-lo de profissional simplesmente porque, no Brasil, o beisebol ainda é tratado como um esporte invisível por muitos que poderiam ajudar a promovê-lo. Mas para nós, ele nunca foi amador..

Um atleta que joga desde o T-Ball ( categoria mais básica, de família de jogadores, tendo a tia Márcia – coordenação de Anotações e Estatísticas e o Pai como Técnico e diretor técnico de Softball, que passou sua vida toda no campo, jamais pode ser chamado de “amador”… Nem de brincadeira.

Nas Eliminatórias do World Baseball Classic (WBC) em Tucson, Arizona, Vitor Ito chamou a atenção do mundo ao ajudar o Brasil a garantir uma vaga na competição de 2026. O problema? Ele fez isso enquanto, oficialmente, sua profissão era ser intérprete do Hanshin Tigers no Japão…. Que é um time de , adivinhem? beisebol. Jogador e tradutor ao mesmo tempo, ele mostrou que talento não se perde, só precisa de *espaço para brilhar*. Se nunca perceberam no Japão, ele brilha no país das oportunidades para o mundo todo.

Durante o jogo decisivo contra a Alemanha, Ito executou um “bunt” perfeito ( bunt, é quando o jogador só encosta o Taco na bola pra ela ficar pertinho para que ele fosse eliminado mas possibilitasse um companheiro avançar bases ), ao longo da competição, bateu 38,5%, além de se destacar na defesa como shortstop. Nipo-brasileiro de terceira geração, Ito jogou beisebol no ensino médio, passou pela Universidade Kyoei no Japão e depois pela tradicional equipe de beisebol corporativo da Nippon Life. Mas, em 2023, sem uma liga profissional no Brasil para absorvê-lo, ele se aposentou e assumiu uma nova carreira como intérprete e empresário.

Nas redes sociais japonesas, a atuação de Ito gerou um questionamento inevitável: “Ele é melhor que alguns jogadores profissionais”. Fãs do Hanshin Tigers começaram a se perguntar por que um talento desses não está em campo em vez de apenas traduzindo para os gringos do time:

  • “Não acredito que um jogador tão talentoso trabalha como intérprete… impressionante.”
  • “Por que não colocá-lo no time titular como shortstop e oitavo no bastão?”
  • “Os movimentos dele são de jogador profissional. Não consegui segurar o riso assistindo ao vídeo.”
  • “Vamos contratá-lo!”

E nós perguntamos: por que ele não pode ser contratado no Brasil?

A resposta é simples e incômoda. O Brasil nunca conseguiu profissionalizar um esporte que alguns teimam em esconder e não divulgar. E, enquanto isso, talentos como Vitor Ito precisam procurar emprego em outras funções, mesmo sendo bons o suficiente para competir no mais alto nível.

Ito é também empreendedor. Ele é um dos socios da Prospect, uma empresa que, junto com outros jogadores amadores (ou deveríamos dizer “profissionais sem contrato”?), ensina e dá dicas para técnicos e atletas. Aqui repetimos: Como chamar de amador alguém que jogou beisebol desde o T-Ball, passou por todas as categorias de base e chegou a defender a Seleção Brasileira? Para nós, ele é apenas mais um profissional sem emprego.

E se ninguém no Brasil criou uma liga para contratá-lo! (ainda). Talvez seja hora de pararmos de nos esconder e começarmos a tratar o beisebol como o esporte que ele merece ser.

Sua chance está no recado do Presidente da federação paulista de beisebol e Softbol.

]]>
https://blog2.softball.com.br/2025/03/14/vitor-ito-um-interprete-talentoso-ou-so-mais-um-cancelado-por-falta-de-divulgacao/feed/ 0
Do WBC ao Futuro do Beisebol: Acompanhamos a Final da Taça Little League Brasil https://blog2.softball.com.br/2025/03/09/do-wbc-ao-futuro-do-beisebol-acompanhamos-a-final-da-taca-little-league-brasil/ https://blog2.softball.com.br/2025/03/09/do-wbc-ao-futuro-do-beisebol-acompanhamos-a-final-da-taca-little-league-brasil/#respond Sun, 09 Mar 2025 23:44:37 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2719 este artigo vem acompanhado de uma entrevista exclusiva com o nosso Técnico Campeão, que ajudou a equipe Tecnica a classificar o nosso Brasil para a WBC ( world Baseball Classic). O Mais importante campeonato mundial de Baseball ( MLB / WBSC e Associação de Jogadores profissionais da MLB )


Após a histórica classificação do Brasil para o World Baseball Classic (WBC) 2026, o Taco Não é Soft esteve neste domingo, dia 09 de Março ,no Centro de Treinamento da Yakult, um dos maiores centros de beisebol do país, para acompanhar de perto a final da Taça Little League Brasil na categoria até 16 anos.

O evento reuniu jovens talentos do beisebol nacional em uma competição de alto nível, evidenciando que o esporte tem potencial para crescer ainda mais no Brasil. Durante a visita, tivemos a oportunidade de conversar com Edson Hashizume, presidente da Little League Brasil, sobre a importância do torneio e os desafios para a expansão da modalidade no país.

O evento foi transmitido ao vivo pela equipe do Rafael Matsumoto ( da MatsumidiaTV) com a Narração do Roni Ebina para o canal oficial da CBBS. A equipe de Arbitragem da AAA também ajudou ( Alberto, Hélio, o Zé, o Gustavo , o William, o Kikuchi e tantos outros ) Agradecemos pela pizza. E a Anotação feita pela Cris e Sayuri… Saudades de todos pois só os reencontramos neste campeonato.

O Que é a Little League e Por Que Isso Importa?

Nos Estados Unidos, a Little League é a maior organização de beisebol e softbol juvenil do mundo, promovendo torneios para crianças e adolescentes de diversas idades. É por meio dela que muitos talentos surgem, e os melhores times têm a oportunidade de disputar campeonatos nacionais e até mundiais.

Ter equipes brasileiras disputando a Little League em nível internacional é fundamental para o desenvolvimento do esporte no país. Isso não apenas eleva o nível técnico dos nossos jogadores, mas também aumenta a visibilidade do beisebol brasileiro no cenário mundial.

A final da Taça Little League Brasil mostrou que temos jovens talentos prontos para representar o Brasil, e com mais apoio e investimentos, podemos sonhar ainda mais alto. A equipe do Taco não é Soft e seus colaboradores parabenizam a equipe do Cooper Clube que conseguiu uma brilhante vitória sobre o time da ACENBRA de Atibaia.

São Carlos: Um Polo Internacional de Softbol?

O Taco Não é Soft não apenas acompanha o crescimento do beisebol no Brasil, mas também apoia iniciativas que buscam transformar São Carlos em um polo internacional de softbol. O objetivo é criar mais uma alternativa para os estudantes da cidade aprenderem e se apaixonarem por um esporte coletivo que ensina valores fundamentais como trabalho em equipe, disciplina e respeito.

Com mais projetos voltados para a base, o softbol, tanto quanto o beisebol, podem se consolidar como uma opção esportiva acessível e atrativa para jovens atletas. Assim como acontece com o beisebol juvenil na Little League, a ideia é estruturar o softbol para que mais brasileiros tenham a oportunidade de competir em alto nível.

A final da Taça Little League Brasil reforçou que estamos no caminho certo. Com a classificação do Brasil para o WBC e o fortalecimento das categorias de base, o beisebol e o softbol têm um futuro promissor por aqui.

Agora, cabe a nós – atletas, treinadores, torcedores e entusiastas – continuar apoiando e promovendo esses esportes para que cresçam cada vez mais. Comece por compartilhar este artigo com mais leitores e se possível , assine o canal “OCC Channel” que, vez ou outra,quando pode, faz streaming de jogos de Softball.

O Taco Não é Soft seguirá acompanhando essa jornada de perto!


ENTREVISTA COM O PRESIDENTE DA CBBS: TIAGO CALDEIRA.

]]>
https://blog2.softball.com.br/2025/03/09/do-wbc-ao-futuro-do-beisebol-acompanhamos-a-final-da-taca-little-league-brasil/feed/ 0
Jacarés de São Carlos: A Paixão pelo Beisebol e Softbol Continua https://blog2.softball.com.br/2025/03/05/jacares-de-sao-carlos-a-paixao-pelo-beisebol-e-softbol-continua-2/ https://blog2.softball.com.br/2025/03/05/jacares-de-sao-carlos-a-paixao-pelo-beisebol-e-softbol-continua-2/#respond Wed, 05 Mar 2025 23:54:33 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2625 Montar e manter um time de beisebol ou softbol no Brasil não é tarefa fácil. Mas graças a pessoas como Francisco Goyo, Thiago Souza, Vitor CBA e tantos outros apaixonados pelo esporte, novas equipes seguem surgindo e crescendo, mesmo diante de inúmeros desafios

Um grande exemplo dessa dedicação são os Jacarés de São Carlos, um time que nasceu da fusão de ex-atletas universitários da USP e da mFederal. O que antes era rivalidade dentro dos torneios acadêmicos, se transformou em amizade, churrascos e a vontade de continuar jogando juntos, agora em campeonatos amadores.

Atualmente, os Jacarés treinam no campo de futebol do Jardim Paulistano e competem na Liga Paulista de Beisebol (LPB). Futuramente treinarão em outro espaço perto da Academia Panobianco. O plano inicial era se inscrever na CBA (Campeonato de Beisebol Amador), mas os custos de viagens e logística inviabilizaram essa participação por enquanto. O mesmo acontece com a equipe de softbol, que está no início de sua trajetória e busca crescer da mesma forma que o beisebol universitário cresceu.

Os Desafios de Manter um Time Amador

Francisco explica que, apesar do entusiasmo, manter um time ativo não é simples. Entre os principais desafios, ele destaca:
1⃣ Falta de recursos para viagens e hospedagem – Muitas competições exigem ?deslocamento constante, o que pesa no orçamento da equipe.
2⃣ Compromissos profissionais dos jogadores – Como a maioria dos atletas tem empregos, conciliar a agenda de trabalho com os jogos nem sempre é possível.
3⃣ Manutenção do foco e estruturação da equipe – Para garantir um bom desempenho, os Jacarés decidiram priorizar a LPB, com o objetivo de serem campeões da liga.

Mesmo com essas dificuldades, a chama do esporte segue acesa, graças ao esforço desses organizadores e ao comprometimento dos jogadores. Cada time amador que surge é uma vitória para o beisebol e softbol brasileiros!

*O Softbol Também Está Crescendo!

O sucesso dos campeonatos de beisebol amador está inspirando as meninas do softbol universitário a seguirem o mesmo caminho. O objetivo é que o softbol amador cresça e se fortaleça tanto quanto o beisebol, criando novas oportunidades para as atletas continuarem competindo depois da faculdade.

E para quem ainda duvida da força do softbol no Brasil, basta lembrar que no Brasileirão de Softbol em Londrina, no ano passado, tivemos 58 equipes competindo! Com a dedicação de pessoas como Francisco, Tiago e Vitor, esse número será ainda maior este ano, consolidando o campeonato como o maior da América! ( Teve ano que tivemos 72 ). Quem Organiza este Brasileirão é a ACEL juntamente com a federação Paranaense de Basebol e Softbol

O Taco Não É Soft estará presente para cobrir tudo de perto, e provavelmente o OCC Channel transmitirá algumas partidas ao vivo ! Vamos juntos fazer história no beisebol e softbol brasileiros! ⚾🥎🔥 Caso não esteja em viagem no exterior.

]]>
https://blog2.softball.com.br/2025/03/05/jacares-de-sao-carlos-a-paixao-pelo-beisebol-e-softbol-continua-2/feed/ 0
O Brasil deve conquistar uma vaga no WBC ( World Baseball Classic ) em 2026. https://blog2.softball.com.br/2025/03/05/o-brasil-deve-conquistar-uma-vaga-no-wbc-world-baseball-classic-em-2026/ https://blog2.softball.com.br/2025/03/05/o-brasil-deve-conquistar-uma-vaga-no-wbc-world-baseball-classic-em-2026/#respond Wed, 05 Mar 2025 03:14:07 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2706 Aqui no Brasil, jogamos beisebol da maneira mais gostosa: por prazer e diversão. Mas, é claro, sempre de olho em uma possível oportunidade de contrato em ligas profissionais.

A Seleção Brasileira que busca uma vaga no próximo Clássico de 2026 não carece de talento profissional. Embora não haja jogadores das Grandes Ligas no elenco, a equipe conta com nomes conhecidos, como o prospecto dos Angels, Lucas Ramírez, filho de Manny, e o ex-prospecto dos Yankees, Dante Bichette Jr. Além deles, o arremessador Tiago da Silva, que já jogou ao redor do mundo, e o titular da primeira partida do Brasil, Bo Takahashi, que atualmente defende os Leones de Seibu na NPB do Japão.

Há apenas um jogador na equipe que nunca recebeu um salário para jogar beisebol: o trabalhador da construção civil, Osvaldo Carvalho. Jr.

“Meu pai queria que eu fosse jogador de futebol”, disse Carvalho, com um sorriso tão brilhante quanto o cabelo loiro platinado que tingiu para o torneio. “Mas o beisebol foi o que me encantou.” Ele começou a levar o esporte a sério no ensino médio e acabou se juntando ao time Nikkei Marília, de São Paulo, onde joga até hoje.

Apesar das longas horas de trabalho pesado na construção civil, Carvalho não se arrepende da sua escolha. E quando chega a hora de entrar em campo depois de um dia cansativo, sua energia não falta. “Eu fico muito feliz treinando, não importa o cansaço. Amo esse esporte e isso me motiva a me esforçar ainda mais”, afirmou.

Carvalho cresceu jogando ao lado de muitos dos seus companheiros da seleção brasileira, incluindo Victor Mascai e Heitor Tokar, que estão entre seus amigos mais próximos. Ele se manteve motivado a continuar treinando e trabalhando ao ver esses colegas atuando nas ligas menores ou em outros torneios.

Diferente dos jogadores profissionais, cujas carreiras são dedicadas ao esporte, Carvalho precisou da aprovação de seus chefes e colegas de trabalho para viajar a Tucson e disputar a eliminatória do Clássico com o Brasil nesta semana. O técnico Yuichi Matsumoto está feliz por tê-lo na equipe, pois, além de trazer uma energia única para o grupo, ele está sempre alegre e brincando. Mas não é só isso: Carvalho também se destaca pela velocidade e habilidade no contato com a bola. E no entender da Equipes do Taco, é um exemplo para toda criança que quer aprender Baseball. Poder chegar a umas Seleção Brasileira depende do seu talento e esforço, independentemente de qual cidade você é ou da profissão que você tem. Este esporte é pra todos!!

Nosso amigo e colaborador Edson Kodama publicou um texto em espanhol que serviu como base para esta reportagem sobre um dos jogadores da nossa seleção. Como a Imprensa Nacional não se interessa por esportes que não sejam ” futebol”, acompanhamos as publicações nas redes sociais para fazer nossas observações e constatações sobre o beisebol brasileiro e sua evolução.

Seguimos divulgando com paixão, nos divertindo e esperando que o futuro nos reserve grandes oportunidades para comemorar campeonatos e realizarmos o sonho: treinar e ensinar crianças a perceberem a magia que o Beiseball e Softball podem realizar em suas vidas

Parece que os Jacarés de São Carlos perceberam e logo logo teremos um time de Jacarezinhos… Aguardem.

]]>
https://blog2.softball.com.br/2025/03/05/o-brasil-deve-conquistar-uma-vaga-no-wbc-world-baseball-classic-em-2026/feed/ 0
O Softball nas Escolas Americanas e a Formação de Cidadãos. Por que não fazemos no Brasil? https://blog2.softball.com.br/2025/03/04/o-softball-nas-escolas-americanas-e-a-formacao-de-cidadaos-por-que-nao-fazemos-no-brasil/ https://blog2.softball.com.br/2025/03/04/o-softball-nas-escolas-americanas-e-a-formacao-de-cidadaos-por-que-nao-fazemos-no-brasil/#respond Tue, 04 Mar 2025 00:18:52 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2702 Nos Estados Unidos, o softball é um dos esportes mais populares no ambiente escolar, sendo praticado desde o ensino fundamental até a universidade. O sistema educacional americano valoriza a prática esportiva como uma ferramenta essencial para o desenvolvimento físico, mental e social dos estudantes. Dessa forma, o softball não é apenas uma atividade extracurricular, mas uma parte fundamental da formação de muitos jovens atletas.

As escolas americanas possuem ligas organizadas, com competições regulares e grande envolvimento da comunidade. Os alunos que fazem parte dos times de softball aprendem valores essenciais como trabalho em equipe, disciplina, liderança e superação. Além disso, o esporte serve como porta de entrada para bolsas de estudo em universidades, incentivando os estudantes a manterem um bom desempenho acadêmico.

Outro benefício importante do softball na formação dos cidadãos é o desenvolvimento do espírito esportivo e da resiliência. No esporte, os jovens aprendem a lidar com vitórias e derrotas, a respeitar adversários e a trabalhar duro para alcançar seus objetivos. Esses valores são levados para a vida adulta, tornando os atletas cidadãos mais preparados para os desafios profissionais e pessoais.

A Little League e a Adaptação no Brasil

A Little League é uma organização internacional que tem como objetivo incentivar o baseballl e o softball entre crianças e adolescentes. Nos Estados Unidos, a estrutura da Little League é baseada em distritos escolares, onde cada escola tem seu próprio time e participa de competições locais e nacionais. Isso permite uma ampla difusão do esporte e um desenvolvimento contínuo dos atletas desde a infância.

No Brasil, onde a maioria das escolas não possui times de softball (e para sermos críticos, parece que nem querem mais esta tarefa árdua, Imagine ter que trabalhar com esportes. O estado não dá conta nem de ensinar o básico), o modelo de distritos precisaria ser adaptado. A proposta inicial para popularizar o esporte é estabelecer um único distrito por cidade, reunindo os interessados em um mesmo núcleo de desenvolvimento. Com o tempo e o crescimento da modalidade, a ideia é expandir e permitir que mais escolas adotem o softball como uma atividade esportiva regular.

Enquanto o estado ficará discutindo politicamente se é viável, quanto iria investir e como controlar o dinheiro. o Taco não é Soft vai divulgar projetos como o de Belo Horizonte, MG, o de Marília SP, o de Maringá PR, o de Londrina PR, o de Arujá, SP, o de Santana do Parnaiba, SP, o de Indaiatuba, SP e alguns de São Paulo Capital e vai não só apoiar, como participar ativamente do projeto dos Jacarés de São Carlos, SP.

O Futuro do Softball no Brasil

O objetivo principal dos projetos de beisebol e softball no Brasil é tornar o esporte mais acessível e popular. Com mais equipes e mais fãs, a modalidade pode crescer de forma sustentável, atraindo novos patrocinadores, investidores e empresas interessadas em apoiar sua expansão. O esporte já faz parte do programa olímpico e tem um grande potencial de desenvolvimento no país.

Com a criação de núcleos locais de treinamento e a participação de crianças e jovens em competições, o softball pode se consolidar como uma opção esportiva viável e estruturada no Brasil. A chave para esse crescimento está na educação esportiva, na formação de novos talentos e no engajamento da comunidade em torno do esporte. ( o ue nos parece negligenciado pelo governo que já tem tantas outras pautas problemáticas para resolver).

O Taco Não é Soft continuará acompanhando de perto esse processo e apoiando iniciativas que fortaleçam o beisebol e o softball no Brasil. Acreditamos que, com dedicação e planejamento, poderemos ver um futuro promissor para esses esportes no nosso país, independentemente dos órgãos oficiais responsáveis ! A população ajudando a população e trabalhando em conjunto pode e vai reverter este processo de dependência dos outros. Precisamos de ajuda e não de opositores.

Se não gostam do modelo Americano, vamos utilizar o modelo Japonês, ou qualquer outro modelo que ensine as crianças os valores que o esporte, e principalmente o Softball, proporciona.

]]>
https://blog2.softball.com.br/2025/03/04/o-softball-nas-escolas-americanas-e-a-formacao-de-cidadaos-por-que-nao-fazemos-no-brasil/feed/ 0
O Sonho do Beisebol Universitário: De Limeira a São Carlos https://blog2.softball.com.br/2025/02/22/o-sonho-do-beisebol-universitario-de-limeira-a-sao-carlos/ https://blog2.softball.com.br/2025/02/22/o-sonho-do-beisebol-universitario-de-limeira-a-sao-carlos/#respond Sat, 22 Feb 2025 21:25:20 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2651 Durante 17 anos como professor universitário, tive a oportunidade de lecionar em diversas instituições brasileiras. Sempre me incomodou a forma como o esporte e o condicionamento físico e mental dos alunos eram negligenciados em comparação com as festas universitárias. Enquanto essas festividades são importantes para o convívio social, o esporte é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento pessoal e profissional, algo que poucas instituições valorizam de verdade.

Nos meus últimos anos de ensino, em uma faculdade de Limeira, tentei introduzir o beisebol e o softbol na vida dos alunos. Os estudantes de Engenharia Elétrica até se empolgaram, mas foi só entusiasmo inicial. Os de Administração não demonstraram muito interesse. Mas foi com os alunos de Engenharia de Produção que o projeto realmente ganhou vida.

Durante uma atividade interdisciplinar entre as disciplinas de Gestão Estratégica e Gestão da Inovação, propus que os alunos criassem uma empresa fictícia para aplicar os conceitos aprendidos em sala. Depois de muitas discussões, surgiu a ideia de uma empresa dedicada a ensinar professores de educação física a incluir beisebol e softbol no currículo escolar. Nasceu, então, a NSL, com estrutura, missão, valores e toda a formalização necessária para operar como uma empresa de verdade.

Um Novo Caminho, o Mesmo Sonho

Hoje, não estou mais naquela instituição. Retornei ao gerenciamento de projetos e consultoria empresarial, ajudando empresas a sair da mesmice e a melhorar seus times de marketing, muitas vezes displicentes e sem propósito definido. Mas o sonho de contribuir para a sociedade por meio do esporte não acabou—ele apenas mudou de forma. Agora, estou envolvido em uma organização que se preocupa com o bem-estar físico e mental das pessoas.

Se você está se perguntando o que isso tem a ver com beisebol e softbol, a resposta é simples: a semente foi plantada em Limeira, mas o solo não era fértil. Agora, estamos levando essa ideia para São Carlos, onde os administradores parecem mais humildes e menos resistentes a novas ideias. Com o apoio de instituições como o Onovolab, a Academia Panobianco e até a Secretaria de Esportes de São Carlos, quem sabe esse projeto finalmente floresça?

O Esporte Universitário Ainda Tem Esperança

Fico feliz em ver que a ideia ainda vive na universidade, agora com a nova turma de Educação Física, que tem o potencial de agregar atletas de diferentes cursos e formar equipes para disputar os campeonatos universitários de beisebol e softbol. O Taco Não é Soft está apoiando os calouros de Educação Física de 2025, especialmente o Kukimoto, que, como São Tomé, só acredita vendo.

Tenha fé, Kukimoto! O time vai sair do papel, vai ficar forte e, quem sabe, pode ser campeão em quatro anos. O beisebol e o softbol universitário ainda têm muito para crescer no Brasil, e nós estaremos lá para contar essa história! ⚾🔥

Esta acabando… Últimos retoque e aberta a visitação.

Inauguração na Segunda-feira .dia 24 de fevereiro as 18:00. Eu acho que a Kombi do Português vai estar lá.

]]>
https://blog2.softball.com.br/2025/02/22/o-sonho-do-beisebol-universitario-de-limeira-a-sao-carlos/feed/ 0
Do Campo à Arbitragem: Oportunidades para Jovens Atletas no Softbol https://blog2.softball.com.br/2025/02/18/do-campo-a-arbitragem-oportunidades-para-jovens-atletas-no-softbol/ https://blog2.softball.com.br/2025/02/18/do-campo-a-arbitragem-oportunidades-para-jovens-atletas-no-softbol/#respond Tue, 18 Feb 2025 10:39:33 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2621 O softbol brasileiro não se destaca apenas pelos talentos dentro de campo, mas também pela formação de novos árbitros, garantindo o crescimento e a profissionalização do esporte. Nos últimos anos, uma tendência tem se consolidado: jovens atletas, ainda em atividade, buscando a arbitragem como mais uma forma de contribuir para o jogo.

Seguindo os passos de árbitras como Midori, Yasmin e Gabi Trinosky, a jovem Juju do Nikey Marília está provando que é possível brilhar tanto com a luva quanto como Arbitro. Aos 15 anos, Joana de Brito, também conhecida como JoJo, já conquistou o vice-campeonato da Taça Mário Jissaka, em Atibaia, sendo um dos grandes destaques do torneio como arremessadora. Mas seu talento vai além da defesa e do ataque: ela já fez curso de estatística e anotações e agora está investindo na formação como árbitra.

Essa decisão acompanha uma necessidade real do softbol brasileiro. Com a CBBS adotando a mecânica de arbitragem com dois árbitros, a demanda por profissionais qualificados cresce. Atletas em formação, como a JoJo, têm uma oportunidade única de aprender as regras a fundo, melhorar sua leitura de jogo e, quem sabe, representar o Brasil em competições internacionais da WBSC.

A transição entre jogar e arbitrar não é novidade no softbol mundial. Muitos dos melhores árbitros foram, em algum momento, jogadores apaixonados pelo esporte. Além disso, a experiência dentro do campo ajuda os árbitros a entender melhor a dinâmica das partidas, tomar decisões mais precisas e contribuir para o desenvolvimento do jogo de maneira mais completa.

Se você é um atleta e ama softbol, considere também a arbitragem! O caminho para o alto nível do esporte passa por muitas trilhas, e a arbitragem pode ser uma delas. Quem sabe você não é o próximo grande nome do softbol brasileiro, dentro ou fora das quatro bases?

O Taco Não É Soft continua acompanhando essa nova geração de árbitros e jogadoras que fazem o softbol crescer no Brasil. Ensine seus filhos a jogar, ensinar, apitar e viver o softbol! 🥎

]]>
https://blog2.softball.com.br/2025/02/18/do-campo-a-arbitragem-oportunidades-para-jovens-atletas-no-softbol/feed/ 0
Franquias de Softball , no Brasil seria possível? https://blog2.softball.com.br/2025/02/03/franquias-de-softball-no-brasil-seria-possivel/ https://blog2.softball.com.br/2025/02/03/franquias-de-softball-no-brasil-seria-possivel/#respond Mon, 03 Feb 2025 01:02:06 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2556 As franquias são modelos de negócios que permitem que empreendedores individuais operem sob uma marca estabelecida, oferecendo produtos e serviços padronizados. Para garantir a qualidade e a consistência da marca, as franquias definem necessidades e amarras específicas que os franqueados devem seguir.

Essas amarras incluem:

  1. Padrão de qualidade: As franquias estabelecem padrões rigorosos para a qualidade dos produtos e serviços oferecidos.
  2. Protocolos operacionais: As franquias definem procedimentos operacionais padrão para garantir a consistência na prestação de serviços.
  3. Treinamento e capacitação: As franquias oferecem treinamento e capacitação contínuos para garantir que os franqueados e seus funcionários estejam atualizados sobre os produtos e serviços.
  4. Controle de estoque e suprimentos: As franquias podem exigir que os franqueados comprem estoque e suprimentos de fornecedores aprovados.
  5. Marketing e publicidade: As franquias podem definir estratégias de marketing e publicidade padrão para garantir a consistência da imagem da marca.

No entanto, apesar dessas amarras, os clientes podem preferir uma loja a outra da mesma franquia devido a fatores como:

  1. Ambiente e clima organizacional: A atmosfera e o clima da loja podem influenciar a experiência do cliente. Lojas com ambientes agradáveis e funcionários amigáveis podem atrair mais clientes.
  2. Localização e acessibilidade: A localização da loja e a facilidade de acesso podem influenciar a escolha do cliente.
  3. Serviço ao cliente: A qualidade do serviço ao cliente pode variar entre lojas da mesma franquia. Lojas com funcionários treinados e atenciosos podem oferecer uma experiência mais agradável.
  4. Promoções e ofertas: Lojas podem oferecer promoções e ofertas exclusivas que não estão disponíveis em outras lojas da mesma franquia.

Em resumo, caros leitores, as franquias definem necessidades e amarras para garantir a qualidade e a consistência da marca, mas os clientes podem preferir uma loja a outra da mesma franquia devido a fatores como ambiente, localização, serviço ao cliente e promoções.

Aqui em São Carlos, especificamente, conversei com muitas pessoas sobre o que elas sentem de ruim e que as faz desistir de uma academia em relação a outra. Uma delas disse falta de espaço… Ela não gosta de academias onde tem gente encostando em gente… Outras 5, reclamaram da falta de atenção dos “professores”, principalmente para pessoas “normais”, professores que não sabem lidar com alunos “carentes” de conhecimento, atendentes que ficam no celular… Ao corrigirmos estes pontos, a nossa “parte” da franquia pode, além de ser referência para a rede, elevar o padrão de qualidade das concorrentes na cidade.

E é isto que nossos alunos e não alunos precisam. Uma academia que pense no cidadão São Carlense.

o Taco não é soft , que é o único Blog que conhecemos que se preocupa em divulgar coisas que a mídia tradicional sequer sabe que existe e nunca lhes despertou curiosidade, sabe que a NSL Limeira está expandindo as suas atividades para São Carlos e provavelmente Jaguariúna ( a confirmar ). E que, terá um local de treinamento bem próximo da melhor , maior e mais tecnológica academia de São Carlos.

Alem de aprender a jogar Softbol, o atletinha poderá ter todo um aparato tecnológico a disposição com apoio a musculação e outras necessidades físicas dependendo de sua idade , inclusive com acesso a nutricionistas e possivelmente médicos do esporte.

]]>
https://blog2.softball.com.br/2025/02/03/franquias-de-softball-no-brasil-seria-possivel/feed/ 0
TUSCA: Por Trás das Festas, Muita Organização e Seriedade nos Jogos Esportivos https://blog2.softball.com.br/2024/11/18/tusca-por-tras-das-festas-muita-organizacao-e-seriedade-nos-jogos-esportivos/ https://blog2.softball.com.br/2024/11/18/tusca-por-tras-das-festas-muita-organizacao-e-seriedade-nos-jogos-esportivos/#respond Mon, 18 Nov 2024 12:23:34 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2379 O TUSCA (Torneio Universitário de São Carlos) se consolidou como o maior encontro esportivo universitário de São Paulo e, possivelmente, do Brasil. Realizado anualmente, ele combina a intensidade dos jogos com a animação das festas e baladas que promovem integração e confraternização entre os estudantes de diversas instituições.

Este ano, o Taco Não É Soft marcou presença no evento, acompanhando de perto o crescimento e a visibilidade do esporte universitário no Brasil, especialmente o softbol, que começa a chamar atenção da mídia. Pela primeira vez, uma equipe da Jovem Pan também esteve presente, cobrindo o torneio e destacando os esportes com a seriedade que merecem.

Softbol em Alta no TUSCA

O destaque esportivo ficou novamente para a equipe da UNICAMP, que manteve sua hegemonia no softbol. A UNICAMP venceu com maestria a CAASO por 15 a 0 e a UFSCar por 18 a 3, mostrando um desempenho impecável em campo. Infelizmente, a disputa pelo segundo e terceiro lugares teve de ser interrompida devido às chuvas, mas isso não tirou o brilho da competição.

A vitória da UNICAMP reforça o crescimento do softbol no ambiente universitário e a importância de eventos como o TUSCA para o desenvolvimento do esporte. Além disso, a presença da mídia ajuda a atrair novos adeptos e patrocinadores, aumentando o alcance do esporte.

Organização e Logística

Para garantir a organização e segurança do evento, as sedes CAASO (Centro Acadêmico Armando Sales de Oliveira da USP São Carlos) e UFSCar delegaram a produção do torneio a empresas especializadas. Conversamos com Matheus, do curso de pós graduação Mercados de Capitais da FECAPI, e Giovana, estudante de Administração da PUC-SP, que integraram a equipe da Warm Up, responsável pela produção esportiva do TUSCA. Eles destacaram a logística robusta, que inclui:

  • Produção esportiva: Organização dos jogos e infraestrutura para as modalidades.
  • Eventos sociais: Festas seguras e bem planejadas.
  • Arbitragem profissional: Garantindo seriedade e qualidade nos jogos.

Essa estrutura profissionalizada reflete o comprometimento dos organizadores em oferecer um evento completo, que une esporte, lazer e integração com excelência.

Integração e Impacto

Além do softbol, outras modalidades também tiveram destaque, fortalecendo o espírito esportivo entre os universitários. As festas, por sua vez, são uma parte essencial do TUSCA, promovendo interação entre os participantes de diferentes universidades. Essa união de esporte e entretenimento é um dos fatores que tornam o TUSCA único e altamente aguardado pelos estudantes.

Conclusão

O TUSCA reafirma sua relevância no cenário esportivo universitário brasileiro, mostrando que por trás da alegria das festas há uma organização sólida e um foco no desenvolvimento do esporte. Parabéns à UNICAMP, pela vitória no softbol, e a todos os envolvidos na realização de mais uma edição memorável do torneio. Que o TUSCA continue crescendo e inspirando futuros eventos!

]]>
https://blog2.softball.com.br/2024/11/18/tusca-por-tras-das-festas-muita-organizacao-e-seriedade-nos-jogos-esportivos/feed/ 0