#ASB – Taco não é Soft https://blog2.softball.com.br Este é o blog criado para divulgação do Softbol e do Beisebol do Brasil. Um jogo empolgante e com muita estratégia, velocidade, raciocínio rápido. Nosso intuíto é que este esporte Olimpico seja aprendido pelas nossas crianças e que estas consigam assimilar os valores legados dpela cultura Jaonesa que instaurou e continua se dedicando a manter este esporte vivo no Brasil. Compartilhe com amigos que ainda não conhecem e colaborem com a educação das crianças. Ajude a fazer um Brasil melhor. Wed, 21 May 2025 20:28:48 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 Quando conseguiremos alcançar uma maturidade esportiva sem interesses pessoais. https://blog2.softball.com.br/2025/05/21/quando-conseguiremos-alcancar-uma-maturidade-esportiva-sem-interesses-pessoais/ https://blog2.softball.com.br/2025/05/21/quando-conseguiremos-alcancar-uma-maturidade-esportiva-sem-interesses-pessoais/#respond Wed, 21 May 2025 20:28:48 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3002 Um ponto de vista do editor .

É notável a forma como algumas ligas brasileiras, especialmente no beisebol e softbol, parecem mais inclinadas a competir e até a desmerecer o trabalho de outras organizações, ao invés de colaborar para o crescimento e a popularização da modalidade no país. Esse comportamento levanta questionamentos importantes:


Será que a busca por destaque e a percepção de uma suposta superioridade – um “ego inflado” – realmente justificam a falta de união e o possível prejuízo ao desenvolvimento do esporte? Ou o cerne dessa rivalidade reside no medo concreto de que a concorrência diminua o já escasso investimento e patrocínio disponível, comprometendo a subsistência dessas ligas? Estaria o receio da perda de controle e influência sobre a modalidade, ou a “miopia” de uma liderança sem visão de futuro, ditando essa postura segregacionista?


Entendendo a Dinâmica por Trás da Rivalidade
A sua pergunta é bastante perspicaz e, de fato, a complexidade dessa dinâmica reside em diversos fatores:

  • Ego e poder: Algumas ligas podem se enxergar como as únicas detentoras da legitimidade do esporte, o que as leva a uma atitude de superioridade e até de desdém por iniciativas alheias. Essa busca por primazia, muitas vezes, cega para o objetivo maior do desenvolvimento coletivo.
  • Concorrência por recursos: Em um cenário onde o bolo de patrocínio e investimento é pequeno, o medo de que outras ligas “mordam” uma fatia desse bolo é real. A competição por verbas e atenção pode, infelizmente, levar a uma postura defensiva e até hostil.
  • Medo de perda de controle: A ascensão de novas ligas ou o fortalecimento de rivais pode ser interpretado como uma ameaça ao status quo e ao controle exercido por certas organizações. Esse receio de diluição do poder impede a colaboração e a construção de um ambiente mais democrático.
  • Falta de visão e liderança: A ausência de um planejamento estratégico de longo prazo e a incapacidade de enxergar o potencial da união para o crescimento do esporte são grandes entraves. Lideranças que priorizam interesses imediatos e particulares em detrimento do bem comum acabam por perpetuar a fragmentação.
  • Inimizades políticas e imaturidade: E aqui chegamos a um ponto crucial que precisa ser evitado se há um desejo genuíno de crescimento. As “picuinhas” políticas, resultantes da falta de amadurecimento de algumas lideranças, geram atritos desnecessários, desviam o foco dos objetivos maiores e, em última instância, sabotam o progresso do esporte. Para um crescimento sustentável e abrangente, é imperativo que essas rivalidades pessoais e políticas sejam superadas.
  • A Urgência da Colaboração para o Beisebol e Softbol Brasileiros

  • É fundamental que as ligas esportivas brasileiras, especialmente as de beisebol e softbol, reconheçam a importância vital da colaboração para o florescimento da modalidade em todo o país. O modelo atual de competição interna e desmerecimento só prejudica a todos, afasta potenciais fãs, atletas e investidores.
    Ao invés de se digladiarem, essas organizações deveriam:
  • Compartilhar recursos e conhecimento: Unir forças para otimizar o uso de infraestrutura, compartilhar metodologias de treinamento e experiências pode beneficiar exponencialmente o desenvolvimento de atletas e técnicos em todas as regiões.
  • Trabalhar em conjunto para atrair patrocínio e investimento: Um bloco unificado tem muito mais força para negociar com grandes empresas e órgãos governamentais, apresentando um projeto de crescimento mais robusto e atrativo para o esporte como um todo.
  • Desenvolver programas de treinamento e desenvolvimento conjuntos: Criar academias, clínicas e competições que integrem atletas de diferentes ligas pode elevar o nível técnico geral e ampliar a base de talentos.
  • Promover o esporte em nível nacional e internacional de forma coesa: Uma voz única e estratégica na divulgação da modalidade, com eventos e campanhas de marketing coordenadas, terá um impacto muito maior na atração de novos praticantes e na consolidação do beisebol e softbol no cenário esportivo brasileiro.
  • Ao trabalhar juntas, as ligas esportivas brasileiras podem criar um ambiente muito mais colaborativo e inclusivo, beneficiando TODOS os envolvidos: desde os atletas em formação, passando pelos treinadores, dirigentes, patrocinadores, até, e principalmente, os fãs que buscam um esporte vibrante e unificado. A superação das vaidades e a priorização do bem maior do esporte são o caminho para um futuro de crescimento e reconhecimento para o beisebol e softbol no Brasil.
]]>
https://blog2.softball.com.br/2025/05/21/quando-conseguiremos-alcancar-uma-maturidade-esportiva-sem-interesses-pessoais/feed/ 0
Giovanny Cordero, novo Gerente Geral da Seleção Brasileira de Beisebol https://blog2.softball.com.br/2024/02/22/giovanny-cordero-novo-gerente-geral-da-selecao-brasileira-de-beisebol/ https://blog2.softball.com.br/2024/02/22/giovanny-cordero-novo-gerente-geral-da-selecao-brasileira-de-beisebol/#respond Thu, 22 Feb 2024 04:31:37 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=1396

O canal do Beisebol, de Prima TV teve a honra de entrevistar Giovanny Cordero, o novo gerente de Seleção Brasileira de Beisebol.E o Taco Não é soft viu a entrevista exclusiva, acessou o site oficial da CBBS e resumiu alguns pontos relevantes para todos nós, interessados no futuro do Beisebol e do Softbol no Brasil. Com apenas 30 anos, Giovanny traz consigo uma vasta experiência no mundo do beisebol, desde sua trajetória como jogador até sua atuação como empresário no ramo esportivo.

Nascido na Venezuela e tendo se mudado para os Estados Unidos aos 10 anos de idade, Giovanny traz em sua bagagem não apenas a paixão pelo esporte, mas também um profundo conhecimento sobre a indústria do beisebol. Com 12 anos de carreira, começando como jogador e depois atuando como empresário para agências reconhecidas, ele atualmente é diretor de uma instituição de investimento esportivo em San Francisco, onde é responsável por avaliar talentos e investir em suas carreiras.

Ao assumir o cargo de gerente de seleção do Brasil, Giovanny expressa não apenas a realização de um sonho pessoal, mas também um compromisso em ajudar a desenvolver o beisebol brasileiro. Ele destaca a importância de fortalecer as categorias de base, proporcionando aos jovens talentos a oportunidade de alcançar seu potencial máximo desde cedo.

Uma das metas da Confederação Brasileira de Beisebol é fazer história na próxima Copa do Mundo de Beisebol, organizada pela MLB, com a qualificação em 2025 sendo o primeiro passo. Giovanny enfatiza a importância desse torneio e o desejo da equipe em conquistar resultados expressivos, como a medalha de prata alcançada recentemente em Santiago.

O Presidente da CBBS Sr. Jorge Otsuka e o Gerente Geral Giovanny Cordero
fonte: site oficial CBBS

Além disso, o gerente destaca os desafios enfrentados pelo beisebol no Brasil, incluindo a falta de visibilidade e apoio da mídia e a necessidade de profissionalização do esporte, especialmente para os jogadores da base. Ele ressalta a importância da conscientização dos pais sobre as oportunidades oferecidas pelo beisebol, incluindo bolsas de estudo em universidades americanas.

Giovanny também compartilha o orgulho da Confederação em ver jovens talentos brasileiros assinando contratos com grandes times americanos, como Vinícius Santos com o San Francisco Giants e Matias Sato com o Seattle Mariners. Essas conquistas não apenas motivam os esforços futuros, mas também demonstram o potencial do beisebol brasileiro no cenário internacional.

Olhando para o futuro, Giovanny sonha com uma comunidade unida em torno do beisebol no Brasil, tanto no aspecto esportivo quanto profissional. Ele imagina uma estrutura sólida, com uma base sólida de jovens talentos e uma forte presença internacional, onde o beisebol brasileiro seja reconhecido e respeitado em todo o mundo.

Com sua paixão, experiência e visão para o futuro, Giovanny Cordero está determinado a liderar o beisebol brasileiro rumo a novas conquistas e a um lugar de destaque no cenário mundial do esporte. A jornada pode ser desafiadora, mas com a dedicação de indivíduos como ele, o futuro do beisebol no Brasil certamente é promissor.

Com Giovanny no comando, a CBBS acredita que a Seleção Brasileira de Beisebol alcançará novos patamares e inspirará ainda mais fãs e atletas em todo o país, trazendo uma combinação de paixão pelo esporte e uma visão estratégica que são fundamentais para esta posição

Acesse o canal do De Prima TV no YouTube e assista a entrevista. Deixe o joinha e assine o canal. o De Prima TV é o cabal OFICIAL EXCLUSIVO da CBBS para transmitir os jogos da Seleção Brasileira de Beisebol. Como nós todos sabemos, estas noticias você não vê na Imprensa Tradicional. Só em canais profissionais como o De Prima TV e alguns secundários sem muita expressão como o OCC Channel e o MatsumidiaTV.

]]>
https://blog2.softball.com.br/2024/02/22/giovanny-cordero-novo-gerente-geral-da-selecao-brasileira-de-beisebol/feed/ 0