Este é o blog criado para divulgação do Softbol e do Beisebol do Brasil. Um jogo empolgante e com muita estratégia, velocidade, raciocínio rápido. Nosso intuíto é que este esporte Olimpico seja aprendido pelas nossas crianças e que estas consigam assimilar os valores legados dpela cultura Jaonesa que instaurou e continua se dedicando a manter este esporte vivo no Brasil. Compartilhe com amigos que ainda não conhecem e colaborem com a educação das crianças. Ajude a fazer um Brasil melhor.
Quando a bola era de todos

Quando a bola era de todos


Houve um tempo, não tão distante, em que o esporte brasileiro ousava sonhar além das quatro linhas limitadas de um campo de futebol

Foi *Luciano do Valle, visionário da TV e apaixonado por esporte, quem “importou” para o Brasil a ideia de que o país podia ser mais do que futebol. *Vôlei, basquete, boxe, automobilismo, softbol, beisebol, atletismo… todos tiveram, por um tempo, voz e vez na tela, porque ele acreditava que todo esporte merece palco. E que os brasileiros eram capazes de se apaixonar por qualquer jogo — *desde que pudessem conhecê-lo.
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Antes dele, nos longínquos anos 1940, Boris Casoy — sim, aquele mesmo do “Isso é uma vergonha!” — narrava jogos de beisebol pelo rádio. O Brasil ainda respirava liberdade esportiva, e o povo tinha o direito de gostar do que quisesse.

Mas isso mudou.

Com a ditadura veio o decreto não escrito de que o único “desporto brasileiro” seria o futebol. E, junto com ele, a centralização, o marketing forçado, o controle do gosto popular. Não foi à toa que o futebol, tão genuíno nas origens, *se tornou vitrine para a política, palco para a corrupção e abrigo para interesses escusos.

Hoje, olhamos em volta e vemos um esporte sequestrado. Uma paixão nacional transformada em máquina de lucro, onde a bola só rola quando os donos do sistema permitem — e para poucos. O resto? Que se contente com os restos.

Quantos maus-caráteres se disfarçam de “donos da bola”? Quantos vestem a camisa do esporte apenas para manter seus pequenos feudos de poder e vaidade? E quantos talentos, ideias e projetos são ignorados só porque vêm de fora do “sistema” oficial?

Não basta amar o esporte. É preciso resistir por ele.
É sobre isso que falamos a seguir.

Silenciar para controlar: a chantagem emocional e o autoritarismo chegaram esporte brasileiro?

No Brasil de hoje, aprendemos cedo a não contrariar. A abaixar a cabeça. A concordar mesmo quando algo nos fere. Aprendemos, infelizmente, que questionar significa ser colocado de lado. Cancelado. Silenciado. Se não pertencer a matilha, então, seraz fadado ao “esquecimento”.

É isso que eu acho que estou vivendo, infelizmente. é um reflexo muito real e doloroso do que chamamos de sociodinâmicas autoritárias

Não é sobre mim, especificamente. É sobre um sistema onde, para manter o poder, alguns preferem calar vozes do que encarar críticas construtivas. Onde chantagens emocionais — do tipo “se você falar com ele, está contra nós” — viram método de gestão. Um colega meu, recentemente, levou uma advertência por simplesmente falar comigo. Não por tomar partido, não por me defender — apenas por conversar. Isso, além de infantil, é doentio e reflexo da sociedade sócio politica que somos forçados a viver.

E aqui vai um recado: o esporte não pode se transformar em um espelho político do nosso país. Um lugar onde você precisa “escolher lados”, menos o seu. Onde não há espaço para imparcialidade, para a liberdade de pensar e de construir. Cada atleta, técnico, árbitro ou voluntário que abaixa a cabeça para esse tipo de imposição está reforçando uma lógica autoritária, feudal, egoísta.

E o mais triste: até instituições que deveriam ser livres — como as associações de bairro, clubes particulares, Atleticas Universitárias, escolas secundaristas — se sentem forçadas a entrar nesse jogo, pois precisam do apoio de quem controla os recursos e os torneios. Trocam o coletivo pelo controle, o mérito pela conveniência, as suas bolas pelo taco maior. O medo nos faz fazer coisas impensáveis. Assedio moral também.

Sim, o Softbol é um capricho meu. Uma paixão genuína. Mas não aceito ver esse amor virar moeda de troca política ou palco de tiranias disfarçadas de gestão esportiva. Eu sou gestor, professor, empresário , empreendedor e YouTuber..

Criticar não é destruir. É propor. Quem não aceita crítica, não aceita crescer. E quem controla amizades, silencia vozes e impõe o medo como ferramenta de liderança, na verdade lidera apenas um curral, não um projeto.( Mesmo que , sob sua tutela deixa alguns projetos saírem do papel, só pra ver no que vai dar )

Se você também sente que estamos vivendo sob um império de chantagens e medos, junte-se a nós. Vamos ser mais leves, mais propositivos e menos impositivos
A liberdade de opinião é o primeiro passo para que o Softbol, o esporte e o país avancem. Diferencie uma pessoa , de suas ideias. e jamais, jamais as proíba de fazer o que quer que seja.


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