Este é o blog criado para divulgação do Softbol e do Beisebol do Brasil. Um jogo empolgante e com muita estratégia, velocidade, raciocínio rápido. Nosso intuíto é que este esporte Olimpico seja aprendido pelas nossas crianças e que estas consigam assimilar os valores legados dpela cultura Jaonesa que instaurou e continua se dedicando a manter este esporte vivo no Brasil. Compartilhe com amigos que ainda não conhecem e colaborem com a educação das crianças. Ajude a fazer um Brasil melhor.
O brilho do time é maior quando todas brilham juntas

O brilho do time é maior quando todas brilham juntas


Reflexões sobre união, protagonismo coletivo e o verdadeiro espírito do Softbol ( na visão do Taco não é Soft – baseado nos 16 anos de convivência com a “familia” Softbol – principalmente com o Arbitros e Clubes japoneses )

Entre os tacos, os treinos e as viagens que nos emocionam, há um elemento que não pode ser esquecido: a importância do coletivo.

Estamos prestes a ver mais uma geração de meninas fazer história pelo Brasil: o time SUB-13 do Nikkey Marília se prepara para representar nosso país na etapa Panamericana da Little League, em Porto Rico. Um feito grandioso. Uma conquista que, por si só, já diz muito sobre o talento, a garra e a dedicação dessas atletas, seus técnicos, pais e apoiadores.

Mas aqui vai um convite à reflexão.

Nos últimos dias, enquanto buscávamos imagens e fotos para divulgar essa história linda no blog, percebemos algo curioso e, ao mesmo tempo, preocupante: *quase todas as fotos compartilhadas pelas famílias exaltavam apenas a filha que estava na imagem. Faltava o grupo. Faltava o time. Faltava a consciência de que *ninguém joga Softbol sozinho.

E isso não é uma crítica — é um chamado. Um pedido carinhoso, como quem observa de fora e, com o coração cheio de admiração por todas, pensa:
“Se esse time chegou tão longe, foi porque cada menina, do banco à titular, teve um papel fundamental.”

🌱 O elogio isolado pode virar sombra

Quando exaltamos apenas uma jogadora, por mais talentosa que ela seja, acabamos sem querer criando divisões. A menina que lê um post que não a inclui pode se perguntar: “E eu, não fiz parte disso?”
E isso dói.

Às vezes, não dói no começo. Mas com o tempo, *minam-se as raízes da união. Crescem o ciúme, o sentimento de exclusão, a vaidade, o individualismo. E aí, perdemos o melhor que o esporte tem a oferecer: *a formação de caráter através da convivência e da cooperação.

🤝 A verdadeira vitória está na coletividade

O Softbol, como qualquer esporte coletivo, é uma *escola de vida. Ensina que *não existe estrela solitária que vença campeonatos. Ensina que até aquele erro de arremesso no 3º jogo foi parte da construção da vitória no 4º. Ensina que apoiar a colega é tão importante quanto rebater. Ensina que ganhar é sobre somar — nunca sobre se destacar sozinho.

Por isso, convidamos as famílias, com todo carinho e respeito, a pensarem sobre isso.
O que é mais bonito: uma só filha celebrada ou todas as meninas reconhecidas como uma equipe, uma irmandade que constrói juntas uma história inesquecível?

📸 Vamos postar fotos do time?

Vamos, sim! Vamos *fazer história juntas, de mãos dadas. Se tiver uma foto do grupo completo, manda pra gente! A gente quer contar essa história do jeito que ela merece: com *todas as protagonistas no mesmo palco, com suas diferenças, sorrisos, erros e acertos. Porque o que essas meninas já fizeram é maior que qualquer jogada individual.
É sobre o Brasil. É sobre o futuro. É sobre valores.

E se você é mãe, pai, técnico ou parente… lembre-se:
o brilho da sua filha é lindo — mas é ainda mais bonito quando ela brilha ao lado das outras.

Esse é o Softbol que queremos construir.
Esse é o Brasil que queremos representar.

Um abraço,
Cesar
Taco Não é Soft

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