Uncategorized – Taco não é Soft https://blog2.softball.com.br Este é o blog criado para divulgação do Softbol e do Beisebol do Brasil. Um jogo empolgante e com muita estratégia, velocidade, raciocínio rápido. Nosso intuíto é que este esporte Olimpico seja aprendido pelas nossas crianças e que estas consigam assimilar os valores legados dpela cultura Jaonesa que instaurou e continua se dedicando a manter este esporte vivo no Brasil. Compartilhe com amigos que ainda não conhecem e colaborem com a educação das crianças. Ajude a fazer um Brasil melhor. Tue, 15 Jul 2025 15:43:47 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 Hello world! https://blog2.softball.com.br/2025/07/15/hello-world/ https://blog2.softball.com.br/2025/07/15/hello-world/#comments Tue, 15 Jul 2025 15:43:47 +0000 https://blog2.softball.com.br/?p=1 Welcome to WordPress. This is your first post. Edit or delete it, then start writing!

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Softbol Para Todos: Um projeto que transforma vidas em São Carlos https://blog2.softball.com.br/2025/06/06/softbol-para-todos-um-projeto-que-transforma-vidas-em-sao-carlos-2/ https://blog2.softball.com.br/2025/06/06/softbol-para-todos-um-projeto-que-transforma-vidas-em-sao-carlos-2/#respond Fri, 06 Jun 2025 03:45:54 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=3069 Em meio às quadras, bastões e luvas, uma nova história está sendo escrita em São Carlos, interior de São Paulo. Não é apenas sobre esportes. É sobre inclusão, educação, desenvolvimento e, acima de tudo, sobre acreditar que é possível transformar vidas por meio do softbol e do beisebol. Assim nasce o projeto “Softbol Para Todos”, uma iniciativa que une paixão, voluntariado e compromisso social.

Onde tudo começou

O “founder” da CBSC é professor e é pai de atletas que se educaram com a ajuda do beisebol e softbol. Ao ministrar aulas de Gestão Estratégica e Gestão da Inovação e Tecnologia propôs aos seus alunos criar uma empresa fictícia para aplicarem-na na prática, Os alunos, que poderiam ter escolhido qualquer empresa, decidiram homenagear o esforço e sonho do professor em educar crianças a partir de um time de Softball. Uma ficção em sala que extrapolou as barreiras entre sociedade e universidade.

O projeto então surgiu da inquietação deste grupo de universitários que, apaixonados pelo esporte e motivados por um forte senso de responsabilidade social, decidiram sair do discurso e partir para a prática. Eles entenderam que, se não começarem agora, as futuras gerações dificilmente terão acesso a modalidades esportivas tão ricas em valores como o softbol e o beisebol. E que se depender dos órgãos governamentais, os objetivos e prioridades são outros.

“Nosso foco está nas crianças do ensino fundamental e médio. A base. Aquelas que, amanhã, podem não só se tornar atletas, mas também cidadãos melhores, conscientes, resilientes e preparados para os desafios da vida”, explicam os organizadores.

Apoios que fazem diferença

O projeto não caminha sozinho. Ele conta com o apoio de parceiros que acreditam no poder do esporte como ferramenta de transformação.

Entre eles está o time dos Jacarés de São Carlos, referência local na prática do beisebol e, que oferece suporte técnico e estrutural, no nome do Francisco J. Goyo Brito. Há também a participação de Thiago Souza, ex-olheiro (scouter) oficial do Houston Astros no Brasil, que traz sua expertise internacional, proporcionando às crianças uma visão muito mais ampla sobre o esporte, suas possibilidades e até caminhos profissionais futuros.

Outro pilar importante do projeto é o ONOVOLAB, um dos maiores hubs de inovação do Brasil, sediado em São Carlos. Através do ONOVOLAB, o projeto estabelece conexões com tecnologia, educação e empreendedorismo, mostrando que o esporte pode ser também uma porta de entrada para outras carreiras e desenvolvimento pessoal.

E, para consolidar esse movimento, empresários locais como alguns dos sócios da PanoBianco Via Prado – São Carlos abraçaram a causa, oferecendo suporte e acreditando na proposta de impactar a comunidade local através do esporte e da educação.

Até mesmo a Biotônica, do  Haroldo, está sendo contactada para ajudar com os seus projetos de sensoriamento funcional remotos para  Ajudar atletas a alcançarem todo o seu potencial.

Desafios que não desanimam

Se por um lado o projeto coleciona parcerias valiosas, por outro enfrenta desafios que parecem típicos da realidade brasileira. A falta de apoio dos órgãos públicos é uma ferida aberta.

“Por questões puramente pessoais e políticas, não conseguimos apoio das entidades oficiais. A verdade é dura, mas real: para alguns, projetos como o nosso não geram votos, não trazem holofotes, e por isso não são prioridade. Investir em crianças, esporte, educação e cidadania, infelizmente, ainda não é visto como retorno político suficiente”, desabafa um dos líderes do projeto.

Mesmo assim, o grupo segue firme, provando que é possível fazer muito, mesmo sem recursos milionários, quando se tem propósito, união e trabalho em equipe.

Muito mais que esporte

O Softbol Para Todos não ensina só como rebater, arremessar ou correr para a base. Ensina sobre disciplina, respeito, resiliência, cooperação, raciocínio rápido e tomada de decisão. E vai além: o projeto também oferece espaço para desenvolvimento de bioanálises esportivas, acompanhamento de indicadores de desempenho e introdução às estatísticas aplicadas ao esporte, algo extremamente valorizado nas grandes ligas e universidades do exterior.

As crianças e adolescentes participantes têm a oportunidade de compreender desde cedo conceitos de ciência aplicada ao esporte, como análise de movimento, prevenção de lesões e desenvolvimento de desempenho. Além disso, aprendem a transformar números em estratégia, a pensar como analistas, desenvolvendo uma habilidade que pode, inclusive, ser levada para além dos campos e aplicada na vida acadêmica e profissional.

Uma proposta de troca justa

O projeto é claro e transparente em seus objetivos. Não busca lucros exorbitantes, tem fins comerciais com relação a venda de serviços , cursos especiais voltados ao softball e a educação, cursos de regras de softball, intermedia Arbitragens. Tudo voltado a manter a administração do projeto. É 100% voluntário e feito com amor.

E a proposta de parceria é simples, porém poderosa: “Em troca de apoio — seja logístico, estrutural, material ou institucional —, oferecemos visibilidade. Queremos mostrar para o Brasil inteiro, através do nosso blog e das nossas redes, que existem instituições e pessoas que apoiam verdadeiramente o desenvolvimento esportivo e educacional dos jovens. Gente que faz, que não espera, que acredita”, explica um dos organizadores.

O futuro que já começou

O Softbol Para Todos em São Carlos não é só um projeto esportivo. É um manifesto. Um chamado para quem acredita que o esporte educa, transforma e empodera.

E, se depender dessa turma de universitários, dos Jacarés, de Thiago Souza, do ONOVOLAB, da PanoBianco Via Prado e de tantos outros que estão chegando, o futuro do softbol e do beisebol no Brasil estará cada vez mais ligado à educação, à ciência, à inclusão e, principalmente, ao amor.


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Softbol Sub-16 de Atibaia: Uma História de Pertencimento e Conquista https://blog2.softball.com.br/2025/05/18/softbol-sub-16-de-atibaia-uma-historia-de-pertencimento-e-conquista/ https://blog2.softball.com.br/2025/05/18/softbol-sub-16-de-atibaia-uma-historia-de-pertencimento-e-conquista/#respond Sun, 18 May 2025 12:40:56 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2968

Em tempos de grandes transformações sociais, educacionais e culturais, o esporte continua sendo um dos caminhos mais legítimos para a construção da identidade coletiva de um povo. E foi com esse espírito que o time de softbol de Atibaia, após mais de 15 anos de esforço silencioso, suor em campos pouco vistos e sonhos costurados com o tempo, chegou ao tão esperado quadrangular final da categoria Sub-16.

Pode parecer pouco para quem só conhece o futebol. Pode parecer invisível para quem só olha para as medalhas. Mas para quem vive o softbol, quem acorda cedo para treinar com disciplina, quem segura o bastão com orgulho e veste as cores da cidade como se fosse a própria pele, essa classificação representa muito mais do que uma posição no pódio.

Ela representa pertencimento. Representa a força de um grupo que cresceu unido, que encontrou no esporte um refúgio, uma família, um propósito comum. Ela representa Atibaia, uma cidade que sempre foi sinônimo de belezas naturais e qualidade de vida, agora se revelando também como solo fértil para o surgimento de heróis do diamante.

O que o softbol ensina vai muito além das bases, dos arremessos e das rebatidas. Ensina respeito. Ensina disciplina. Ensina a celebrar as diferenças e a crescer com elas. Muito disso se deve à influência japonesa que moldou o esporte no Brasil, trazendo consigo valores que equilibram o espírito competitivo com a humildade, o foco com a gentileza, a vitória com o coletivo.

É natural que surjam rivalidades, que as emoções transbordem nas arquibancadas ou nos grupos de mensagens. Mas o softbol não dá espaço para o egoísmo florescer. Ele devolve cada deslize com aprendizado e cada provocação com silêncio e foco. No lugar de vaidade, cresce o trabalho em equipe. No lugar de ódio, cresce o orgulho.

E que orgulho ver Atibaia ali. Entre os quatro melhores. Mostrando para o estado, para o Brasil e para o futuro que valeu a pena. Que existe sim um jeito bonito, limpo e apaixonado de torcer. Que se pode competir sem destruir. Que o esporte pode sim ser um instrumento de união entre escola, bairro, cidade – e até entre culturas.

Que as crianças e adolescentes de Atibaia que hoje olham para este time vejam mais do que atletas. Vejam espelhos. Vejam possibilidades. Vejam amigos, irmãos e irmãs de luta. Vejam o futuro.

E que os adultos também vejam. E entendam. Que existe vida vibrante no campo de softbol. Que ali nascem sonhos, cidadania, liderança e laços que durarão para sempre.

Parabéns, Atibaia! Que esta conquista seja só o começo.

Um abraço,
Cesar
Blog Taco não é Soft

assista a semifinal entre Atibaia e Nikkey Marília, de Marília no canal da CBBS, com gravação do MatsumidiaTV e narração do Roni Ebina.


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Enzo Ferreira Canali: o futuro do beisebol brasileiro já está em campo https://blog2.softball.com.br/2025/04/09/enzo-ferreira-canali-o-futuro-do-beisebol-brasileiro-ja-esta-em-campo/ https://blog2.softball.com.br/2025/04/09/enzo-ferreira-canali-o-futuro-do-beisebol-brasileiro-ja-esta-em-campo/#respond Wed, 09 Apr 2025 00:55:45 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2800 Olá, pessoal! Aqui é o César, do OCC Channel, e também do blog Taco não é Soft, e hoje trago para vocês uma entrevista muito especial com uma das promessas do nosso beisebol nacional: Enzo Ferreira Canali. Ele é atleta da seleção brasileira sub-10 e participou recentemente de torneios internacionais representando o Brasil com muito orgulho.

A conversa também contou com a presença de seu pai, Ricardo Canali, grande incentivador e parceiro de jornada. Encontramos com os dois no Clube Nipo de Indaiatuba que será um polo do projeto ESPORTE CIDADÃO. Na ocasião foi Inaugurada a LIBS- Liga Indaiatubana de Beisebol e Softbol. Vamos juntos conhecer essa história inspiradora?

Uma trajetória que começa cedo

Enzo começou a jogar beisebol bem novinho, por volta dos 4 anos de idade, e já acumula experiência internacional. Ele foi campeão da Taça Little League aqui no Brasil e, mais recentemente, defendeu o time de indaiatuba sub-10 em Porto Rico na Little League Latin America. O desempenho da equipe brasileira foi marcante, terminando em 7º lugar em um torneio com adversários fortes da América Latina, incluindo equipes da República Dominicana e Porto Rico — países com enorme tradição no beisebol.

A importância da experiência internacional

Ricardo, o pai do Enzo, falou sobre como essas experiências são fundamentais para o desenvolvimento dos atletas. Segundo ele, participar de campeonatos fora do país faz com que as crianças percebam o quanto o beisebol brasileiro está evoluindo.

“A gente percebe que estamos no caminho certo. Claro, ainda temos muito a aprender com as potências do beisebol, mas ver nossos meninos em campo disputando de igual para igual é um sinal claro de progresso”, comentou Ricardo.

Treinos, posições e a vida fora do campo

Enzo atua como shortstop e arremessador, posições que exigem bastante agilidade e visão de jogo. Ele contou que treina bastante com seus colegas em Indaiatuba, e que o clube precisa vencer as dificuldades típicas de recrutar novos atletas para o esporte.

Na escola, poucos colegas conhecem o beisebol, e muitos ainda têm receio de jogar por medo da bola, como é o caso de um amigo que levou uma bolada e ficou traumatizado. Enzo, no entanto, segue firme, mostrando que com dedicação e treino dá pra encarar qualquer desafio.

Diversão em primeiro lugar

Uma das falas mais marcantes da entrevista foi sobre o verdadeiro espírito do beisebol na infância: a diversão. “O mais importante no campo é se divertir”, disse Enzo. Ricardo complementou: “Esse é o espírito da Little League. Até os 17 anos, o foco é o prazer de jogar. A competição existe, mas é leve, saudável e deve fazer bem.”

Projetos que fazem a diferença

A conversa também abordou o projeto Base, de Indaiatuba, que busca incluir crianças de 6 a 15 anos no esporte por meio do programa Esporte Cidadão. Com o apoio da prefeitura e da construção de um novo campo no Complexo Rei Pelé, o projeto vem ganhando força e já se tornou o berço da nova Liga Indaiatubana de Beisebol.

Além disso, São Carlos, SP está criando um polo de softbol com o projeto Jacarezinhos, que mesmo sem campo próprio, já inicia atividades em espaços cobertos, mostrando que o amor pelo esporte supera qualquer obstáculo.


Indaiatuba quer se tornar referência nacional em beisebol. São Carlos, no softbol. E com jovens como o Enzo, não temos dúvidas de que esse futuro já começou.

Nosso agradecimento especial ao Enzo e ao Ricardo por compartilharem sua história com a gente — e seguimos juntos, fazendo o beisebol e o softbol crescerem no Brasil!

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Softbol para Iniciantes https://blog2.softball.com.br/2025/03/22/softbol-para-iniciantes/ https://blog2.softball.com.br/2025/03/22/softbol-para-iniciantes/#respond Sat, 22 Mar 2025 19:14:47 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2764 Bem-vindo ao Softbol! Este texto foi criado para ajudar iniciantes ( principalmente seus pais e avós ) a aprenderem os fundamentos do Softbol e compreenderem como esse esporte pode impactar positivamente o desenvolvimento das crianças, tanto física quanto emocional e socialmente. Também abordaremos os cuidados físicos necessários para jogadores de diferentes idades. O Taco não é Soft está divulgando também o Projeto da CBSC-SC intitulado Softball Para Todos os Brasileiros, no caso, principalmente os de São Carlos;
https://www.facebook.com/cesar.calderaro.1 é o facebook do Cesar, um dos idealizadores. https://www.facebook.com/occ.softbol/ pagina do projeto , por enquanto só o OCC Channel patrocinando. Seja voluntário e ajude as crianças. Dê aquele apoio como fez o Time dos Jacarés.


O que é o Softbol?

O softbol é um esporte coletivo Olímpico que compartilha semelhanças com o beisebol, mas possui suas próprias características, como campos menores, uma bola maior, um taco mais fino e regras um pouco diferentes. Ele é jogado entre duas equipes, onde o objetivo é marcar mais pontos (corridas) que o adversário, rebatendo a bola e correndo pelas bases. O Time que ataca fica no taco. E o time da defesa fica no campo, tentando Eliminar 3 atacantes para poder haver a troca, ir para o ataque e tentar fazer pontos.


Regras Básicas do Jogo

  1. Posições: O jogo conta com nove posições defensivas em campo, incluindo arremessador, receptor e jogadores no campo interno e externo.
  2. Rebatida e Corrida: O rebatedor tenta acertar a bola e correr pelas bases (1ª, 2ª, 3ª e home plate) sem ser eliminado.
  3. Eliminação: Um jogador pode ser eliminado se o defensor pegar a bola no ar, tocar o corredor com a bola ou pisar em uma base antes do corredor chegar.
  4. Inícios e Fim: Um jogo tem, geralmente, sete entradas (innings), onde cada equipe tem uma chance de atacar e defender.

Benefícios do Softbol para Crianças

1. Desenvolvimento Físico:

  • Coordenação motora: Rebater e arremessar envolvem movimentos que fortalecem a coordenação entre mãos e olhos.
  • Força e agilidade: Correr pelas bases e arremessar a bola promovem condição física e rapidez.
  • Saúde geral: A prática regular reduz o sedentarismo e incentiva hábitos saudáveis.
  • Saúde mental: No campo o jogador tem que ficar concentrado e atento, o que o faz parar de pensar aleatoriamente

2. Desenvolvimento Social:

  • Trabalho em equipe: O softbol ensina a importância de cooperar para um objetivo comum.
  • Comunicação: Crianças aprendem a se expressar, ouvir os colegas e tomar decisões rápidas.
  • Disciplina e Respeito: Seguir regras e respeitar adversários e companheiros são valores fundamentais do esporte.

3. Desenvolvimento Emocional:

  • Confiança: Superar desafios no jogo fortalece a autoconfiança.
  • Resiliência: Lidar com vitórias e derrotas ensina a enfrentar situações adversas na vida.

Equipamentos Necessários

  • Luvas: Cada jogador precisa de uma luva para pegar a bola.
  • Bola: A bola de softbol é maior que a de beisebol, facilitando o manuseio por crianças.
  • Bastão: Usado para bater a bola.
  • Uniforme: Inclui camiseta, calça, boné e calçados apropriados.
  • Capacete: Necessário para a segurança dos rebatedores.
  • Protetores: Incluem joelheiras, caneleiras e coletes para os receptores.

Cuidados Físicos por Faixa Etária

Crianças (5 a 12 anos):

  • Foco no aprendizado básico: Priorize o desenvolvimento de habilidades motoras e coordenação.
  • Evite sobrecarga: Limite a duração dos treinos para prevenir lesões por esforço repetitivo.
  • Alongamento: Antes e após as atividades para melhorar a flexibilidade e prevenir lesões.

Adolescentes (13 a 18 anos):

  • Fortalecimento muscular: Introduza treinos leves de força para suportar demandas físicas crescentes.
  • Hidratação: Garanta uma hidratação adequada antes, durante e após os treinos.
  • Prevenção de lesões: Oriente o uso correto dos equipamentos e técnicas de jogo.

Adultos (+18 anos):

  • Aquecimento: Intensifique os exercícios de aquecimento para preparar os músculos.
  • Treinos específicos: Foque em força, resistência e estratégia de jogo.
  • Avaliações médicas: Realize check-ups regulares para monitorar a saúde.

Por Que o Softbol é Importante?

O softbol é mais do que um esporte; é uma ferramenta poderosa para moldar indivíduos. Ele ajuda crianças e jovens a descobrirem seu potencial, construírem amizades duradouras e desenvolverem habilidades que serão úteis ao longo da vida. Além disso, promove a inclusão, a diversidade e a união entre comunidades escolas e cidades.

Seja você um pai, treinador ou jogador, lembre-se: o importante não é apenas vencer, mas aprender e se divertir durante o processo.

Venha fazer parte da família do softbol e viva essa experiência inesquecível! Procure os Jacarezinhos ( o nome do time 1 do Projeto. )

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Mitos e Verdades Sobre o Beisebol e Softbol nos Clubes Brasileiros https://blog2.softball.com.br/2025/03/18/mitos-e-verdades-sobre-o-beisebol-e-softbol-nos-clubes-brasileiros/ https://blog2.softball.com.br/2025/03/18/mitos-e-verdades-sobre-o-beisebol-e-softbol-nos-clubes-brasileiros/#respond Tue, 18 Mar 2025 17:51:04 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2744 No Brasil, o beisebol e o softbol sempre tiveram uma característica peculiar: sua prática esteve quase que exclusivamente restrita aos clubes nipo-brasileiros. Mas por quê? Esse fenômeno não ocorreu por um motivo técnico ou estrutural, e sim por uma questão cultural. Diferentes comunidades imigrantes trouxeram seus esportes e os cultivaram em seus clubes sociais. Enquanto italianos, alemães e outras etnias focaram no futebol, as colônias japonesas abraçaram o beisebol e o softbol, esportes que já eram populares no Japão. Com isso, criou-se o mito de que esses esportes eram “coisa de japonês”, afastando outras comunidades da prática. Por outro lado, devido a perseguição na era Vargas, as colônias japonesas conseguiam se divertir e confraternizar somente em campeonatos nos finais de semana. As mães e esposas dos jogadores preparavam.comida (obento) e ficavam na torcida pelos seus times . De 1950 pra 2025 não mudou muita coisa.

o Taco não é Soft tem severas críticas com relação a essa “segregação” esportiva que se impõe. Somos todos Brasileiros e devemos praticar todos os esportes possíveis, não só o futebol. E para isso é importante o marketing e a propaganda.

O Mito da Divisão de Gênero

Outro equívoco comum é a ideia de que o beisebol é um esporte para os “machos” e o softbol para as “meninas”. Essa visão ultrapassada gerou uma divisão artificial e prejudicial dentro da comunidade esportiva. Enquanto nos Estados Unidos pouca distinção existe ( informação incerta ) e na Argentina o softbol é mais popular que o próprio beisebol, no Brasil ainda há resistência para tratar os dois esportes de forma equitativa. Essa separação não tem base técnica, e sim uma construção cultural que precisa ser revista.

A Realidade Dentro dos Clubes

A predominância dos clubes nipo-brasileiros se deu por desinteresse das demais associações esportivas. Como consequência, a maioria dos atletas acaba sendo descendente de japoneses, pois são as famílias que frequentam esses clubes. No entanto, mesmo dentro dessas organizações, existem divisões internas significativas. Os departamentos de beisebol e softbol costumam ser separados, e cada clube possui várias categorias, gerenciadas de forma independente.

Esse modelo gera desafios. Com poucos sócios e recursos escassos, há disputas internas entre categorias e até entre administradores, que competem pelo mesmo atleta. Como os jogadores passam, em média, apenas dois anos em cada categoria, há um esforço constante para captar novos talentos e mantê-los engajados.

Além disso, os clubes precisam se autofinanciar. Como raramente há verba suficiente para distribuir entre todos os departamentos, cada categoria precisa buscar seus próprios recursos por meio de rifas, eventos e patrocínios. Essa necessidade acaba criando uma competição interna dentro dos próprios clubes, tornando o ambiente, por vezes, desgastante.

A Cultura dos Clubes e o Modelo de Gestão

A influência cultural japonesa também impacta a gestão dos clubes. O envolvimento familiar é intenso: os pais ajudam na alimentação dos atletas, na limpeza dos espaços e na educação dos jogadores, fortalecendo um modelo comunitário baseado no voluntariado. Essas organizações funcionam quase como grandes famílias, onde a ajuda mútua é essencial para manter os times ativos. No entanto, a falta de profissionalização e transparência financeira pode dificultar a expansão do esporte. Já existem outros modelos administrativos mistos que estão sendo testados. Ainda incipientes, mas podem inovar e modernizar clubes que queiram adot-las no futuro.

Nos Estados Unidos e na Argentina, o softbol e o beisebol são muito mais amplos e diversificados, com estrutura mais profissionalizada e aberta a diferentes perfis de atletas. No Brasil, talvez o modelo ideal seja um meio-termo: manter o espírito comunitário e a dedicação voluntária, mas também abrir espaço para maior profissionalização, captação de patrocínios e expansão do esporte para além dos clubes nipo-brasileiros.

O Papel do Taco Não é Soft

O blog Taco Não é Soft existe para divulgar e desmistificar o beisebol e o softbol no Brasil. Nosso objetivo é que, no futuro, mais atletas e mais recursos possam chegar a esses esportes, evitando disputas internas desnecessárias e tornando as modalidades mais acessíveis a todos. Se tivermos mais jogadores, mais dinheiro, mais campeonatos e menos ego, poderemos crescer de forma sustentável e justa, sem precisar dividir os esportes por gênero ou manter práticas excludentes.

O beisebol e o softbol são para todos. Cabe a nós derrubar os mitos e abrir espaço para um futuro mais inclusivo e promissor para essas modalidades no Brasil

A obrigação do incentivo , constitucionalmente e moralmente é do governo , mas, cono tudo no Brasil, a gente só fica esperando o responsável fazer algo e criticando. Resolvemos adotar a tática DIY ( Do it yourself) , traduzindo para o português : para de reclamar, dar ideias e se irritar, tire os glúteos da cadeira e faça algo você mesmo. A ajuda vira da comunidade realmente comprometida com o esporte….e as represálias virão, certamente de interesseiros e invejosos. Críticas e sugestões são bem-vindas ❤❤⚾⚾🥎🥎🥎

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A Tirania da Ignorância: Como Donos de Empresas Afundam Seus Negócios com Assédio Moral e Decisões Imbecis https://blog2.softball.com.br/2025/03/15/a-tirania-da-ignorancia-como-donos-de-empresas-afundam-seus-negocios-com-assedio-moral-e-decisoes-imbecis/ https://blog2.softball.com.br/2025/03/15/a-tirania-da-ignorancia-como-donos-de-empresas-afundam-seus-negocios-com-assedio-moral-e-decisoes-imbecis/#respond Sat, 15 Mar 2025 18:11:25 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2733 A figura do empresário onisciente, que tudo sabe e tudo pode, é um mito perigoso que assola o mundo dos negócios, especialmente em empresas familiares. A arrogância e a teimosia de alguns donos, aliadas à sua relutância em delegar poder e confiar em seus administradores, criam um ambiente tóxico de assédio moral e decisões imbecis que podem levar à ruína.

O Assédio Moral como Ferramenta de Controle

Em muitas empresas, o dono exerce um controle autoritário, desrespeitando seus funcionários e administradores. Críticas públicas, humilhações, gritos e ameaças são comuns, criando um clima de medo e insegurança. Essa atmosfera sufoca a criatividade, a inovação e a capacidade de tomar decisões assertivas.

Administradores são pagos para administrar, analisar riscos e tomar decisões estratégicas. No entanto, quando são impedidos de exercer suas funções por um dono que se acha superior e infalível, a empresa sofre. O medo de confrontar o chefe e perder o emprego paralisa a equipe, impedindo a identificação e correção de erros.

Pior que isso é o Gerente que tem essas características idênticas mas tem um conflito maior ainda. Tomar suas decisões esdruxulas em nome do dono da Empresa pois está “alinhadíssimo” com o mesmo, mas, assume que o funcionário nunca pode criticar o seu trabalho principalmente para um superior. Pois seu próprio medo impõe o mesmo ao funcionário.

A Ilusão da Onisciência e o Desprezo pela Ciência da Administração

A crença de que o dono sabe tudo e não precisa de conselhos é um erro fatal. A administração é uma ciência humana, complexa e em constante evolução. Ignorar os princípios da gestão, desprezar a análise de dados e desconsiderar a opinião de especialistas é receita para o fracasso.

A burocracia e os processos padronizados são importantes, mas a flexibilidade e a capacidade de adaptação são cruciais em um mercado dinâmico e imprevisível. O ciclo de Deming, que prega a melhoria contínua através do planejamento, execução, verificação e ação, é fundamental para o sucesso de qualquer empresa. Mas o tempo para se fazer esta análise, em situações corriqueiras tem que ser percebido pelo empregado no local de execução da tarefa.

Empresas Familiares: O Calcanhar de Aquiles da Terceira Geração

Estudos mostram que a maioria das empresas familiares não sobrevive à terceira geração. Um dos principais motivos é a dificuldade em profissionalizar a gestão e romper com o modelo autoritário do fundador. A falta de planejamento sucessório, a mistura de questões familiares e empresariais e a resistência à mudança são outros fatores que contribuem para o declínio. Pode-se acrescentar também a má escolha dos gestores e o item de controle e indicadores errados.

A terceira geração, muitas vezes, herda um negócio próspero, mas não possui a mesma visão e capacidade de gestão do fundador. A falta de preparo e a resistência em buscar conhecimento e apoio externo podem levar a decisões equivocadas e ao declínio da empresa.

A Importância da Humildade e do Reconhecimento da Limitação Humana

Ninguém sabe tudo. O mercado é cruel e pune a arrogância e a teimosia. Reconhecer a própria ignorância e buscar o conhecimento é fundamental para o sucesso. A humildade em ouvir a opinião de outros, a capacidade de aprender com os erros e a disposição para mudar são características essenciais para um líder de sucesso.

Conclusão

Donos de empresas que exercem assédio moral e tomam decisões imbecis estão fadados ao fracasso. A tirania da ignorância e o desprezo pela ciência da administração são venenos que corroem o ambiente de trabalho e destroem o potencial de crescimento da empresa.

É preciso romper com esse modelo arcaico e abraçar uma gestão mais profissional, democrática e humana. Administradores devem ter autonomia para exercer suas funções, e donos devem ter a humildade de reconhecer suas limitações e buscar o conhecimento necessário para tomar decisões assertivas.

Lembre-se: o sucesso de uma empresa não depende apenas do capital financeiro, mas também do capital humano. Valorizar seus funcionários, respeitar suas opiniões e criar um ambiente de trabalho saudável e produtivo é o melhor investimento que um empresário pode fazer. Cada Decisão tomada achando que conhece a resposta administrativa só funciona na engenharia e nas teorias que a gente não vivenciou na pratica. Nunca transforme uma questão administrativa em questões pessoais e vice versa. Sua percepção da realidade dos fatos pode estar escondidas por conta de valores distorcidos, competitividade acirrada e medo da sua própria limitação.

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A População Faz a Diferença: Beisebol e Softbol para as Crianças de São Carlos https://blog2.softball.com.br/2025/02/25/a-populacao-faz-a-diferenca-beisebol-e-softbol-para-as-criancas-de-sao-carlos/ https://blog2.softball.com.br/2025/02/25/a-populacao-faz-a-diferenca-beisebol-e-softbol-para-as-criancas-de-sao-carlos/#respond Tue, 25 Feb 2025 06:32:43 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2668 Toda criança precisa praticar exercícios físicos. Essa não é uma novidade – todo pai, médico ou professor de educação física sabe que a atividade física é essencial para o desenvolvimento infantil. O esporte melhora o sistema nervoso central, aprimora a coordenação motora fina e grossa, estimula o raciocínio rápido e fortalece músculos e articulações.

A prática esportiva deveria ser parte fundamental da educação, mas, infelizmente, nem sempre é prioridade para o Estado e os municípios. Se quem deveria investir no esporte infantil não o faz, cabe à própria população tomar a iniciativa e mudar essa realidade.

Quando a Sociedade se Mobiliza, as Cidades Mudam

Felizmente, existem empresários visionários que enxergam além e fazem acontecer. Em algumas cidades do interior, investimentos privados revitalizaram centros históricos, reduzindo problemas sociais, melhorando a paisagem urbana e proporcionando mais segurança para os moradores.

Um exemplo de transformação sem interferência do poder público é São Carlos, interior de São Paulo. O ONOVOLAB, um dos maiores hubs de inovação do Brasil, reúne mais de 70 empresas que impulsionam o desenvolvimento da cidade. A Academia Panobianco, maior academia de São Carlos, escolheu instalar-se na mesma região, compartilhando o mesmo objetivo: promover saúde e bem-estar para os cidadãos são-carlenses.

Mas essa mentalidade de inovação e desenvolvimento não para por aí. Agora, São Carlos ganha um projeto voluntário sem fins lucrativos, totalmente dedicado ao ensino de Beisebol e Softbol para crianças.

OCC Group e o Sonho de Ensinar Beisebol e Softbol

O OCC Group tem uma missão clara: ensinar beisebol e softbol gratuitamente para crianças regularmente matriculadas em qualquer escola da cidade. Além disso, oferece treinamento para professores de educação física, permitindo que o esporte seja incorporado às aulas e alcance um número ainda maior de alunos.

O beisebol e o softbol são esportes olímpicos, mas praticamente desconhecidos no Brasil. O projeto, sustentado por doações de voluntários e empresas, quer mudar isso e dar uma nova oportunidade para as crianças de São Carlos.

O Que Falta para o Projeto Crescer?

Como toda iniciativa voluntária, o projeto precisa de apoio. Atualmente, as necessidades principais são:
✅ Um local adequado para armazenar equipamentos de treino.
✅ Apoio de empresários que queiram investir na estrutura.
✅ Voluntários para ajudar na organização e treinamento das crianças.
✅ Doações de equipamentos, uniformes e materiais esportivos.
✅ Transporte para que as crianças possam competir em torneios em outras cidades.

O Que Já Temos?

O projeto já deu os primeiros passos! Hoje, ele conta com:
✔ Um local de treinamento disponível.
✔ Quatro crianças de 10 a 12 anos já interrssados
✔ Um time de beisebol adulto apoiando.( Os Jacarés)
✔ Um árbitro dedicado ao projeto.
✔ O blog “Taco não é Soft” promovendo a iniciativa.
✔ Uma equipe de marketing inovadora.
✔ Apoio de clubes de beisebol de outras cidades.
✔ Uma atleta de Indaiatuba que já doou um capacete e um taco para os iniciantes!

Este projeto é ambicioso, se escolas da cidade colaborarem, se o poder público ajudar ( sem se preocupar com os votos que converterão), se os empresários inovadores da cidade colaborarem ( esquecendo momentaneamente o que os motiva a crescer – dinheiro e retorno de Investimento ) , conseguiremos projetar o nome da cidade em nível nacional como maior centro de beisebol e softbol do interior de São Paulo

Mais do que tudo, o projeto tem algo que dinheiro nenhum compra: vontade e disposição para fazer acontecer.

Como Ajudar?

Se você quer conhecer mais sobre o projeto, acesse NSL.softball.com.br e veja como contribuir. Seja doando material, ajudando na divulgação ou se voluntariando, qualquer apoio faz a diferença.

O Taco não é Soft tem o compromisso de divulgar iniciativas que incentivam o ensino do beisebol e do softbol. Sabemos que a mídia tradicional só divulga o que dá audiência e retorno financeiro, mas acreditamos que o Brasil precisa aprender a não depender dos governos.

A mudança começa com quem tem atitude. Vamos juntos fazer do beisebol e do softbol uma nova oportunidade para as crianças de São Carlos!

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A Importância dos Anotadores e das Estatísticas no Beisebol e Softbol https://blog2.softball.com.br/2025/02/24/a-importancia-dos-anotadores-e-das-estatisticas-no-beisebol-e-softbol/ https://blog2.softball.com.br/2025/02/24/a-importancia-dos-anotadores-e-das-estatisticas-no-beisebol-e-softbol/#respond Mon, 24 Feb 2025 23:05:51 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2660 Em qualquer esporte, além dos atletas, técnicos, dirigentes, preparadores físicos e da necessidade de um local adequado para treinamento, existe um grupo de pessoas que desempenha um papel fundamental nos bastidores: os anotadores estatísticos. Eles são responsáveis por registrar cada detalhe da partida, garantindo que os dados sejam coletados corretamente e que o jogo fique devidamente documentado.

Esse trabalho é essencial, principalmente em campeonatos organizados por Confederações, Federações e Ligas, pois o registro oficial do jogo é o que comprova sua realização e valida os resultados. Sem isso, não há como confirmar quem venceu e quem perdeu, nem construir o histórico oficial da competição.

Os “Animadores” do Beisebol e Softbol

No beisebol e softbol, os anotadores fazem parte de um grupo chamado “ANOTAÇÕES”, que, assim como os árbitros, passam por treinamentos anuais para se manterem atualizados. Eles também são responsáveis por recrutar novos anotadores, realizar reciclagens e garantir que os processos sejam padronizados de forma universal.

Existem profissionais altamente experientes que já atuaram em jogos internacionais, Pan-Americanos e Copas do Mundo. Entre essas figuras de destaque, temos Tia Carmen, de Maringá, e Tia Márcia, de São Paulo e o Jorginho de Curitiba ( o Jorginho é o Anotador responsável pelo Softbol Brasileiro junto a CBBS – ele é anotador a mais de 45 anos e já passou por todos os sistemas que inventaram ), além de muitas outras anotadoras experientes que dedicam seu tempo para ensinar e compartilhar conhecimento. A Sayuri, a Cris ( Márcia ), a Patrícia Yoshio, a Patrícia do Fábio, o Matheus , a Ciça, a outra Cris, Ricardo GP, o outro Ricardo Auoka ( não consigo guardar o sobrenome dele)… “No grupo oficial de anotações temos 76 pessoas treinadas e em condições de anotar jogos tanto no papel quanto no Software da WBSC que a CBBS adotou”

Nos dias 22 e 23 de fevereiro, esse compromisso com a formação de novos anotadores ficou evidente no Cooper Clube, que gentilmente cedeu suas instalações para a realização de um curso iniciante de anotação. Esse tipo de iniciativa é fundamental para manter o nível técnico do esporte elevado, garantindo que todos os campeonatos sigam padrões internacionais de estatística e registro.

Tivemos também treinamentos em Maringá, em Curitiba, em Atibaia.

A Importância das Estatísticas nos Jogos

As estatísticas no beisebol e softbol não servem apenas para documentar os resultados—elas são usadas para avaliar o desempenho dos jogadores, ajudar as equipes a ajustarem suas estratégias e até mesmo definir quem será convocado para seleções ou times profissionais. A seguir, destacamos cinco estatísticas essenciais que são utilizadas em toda a comunidade do beisebol e softbol:

  1. Média de Rebatidas (Batting Average – AVG)
    • Indica a eficiência do rebatedor ao comparar quantas rebatidas ele conseguiu em relação ao número total de vezes que foi ao bastão.
    • Exemplo: Um jogador com AVG de 0.300 significa que ele consegue uma rebatida válida em 30% de suas tentativas.
  2. Corridas Impulsionadas (Runs Batted In – RBI)
    • Mede quantas corridas um jogador ajudou a marcar ao rebater a bola e permitir que corredores avancem até o home plate.
    • É uma das principais estatísticas para avaliar a eficácia ofensiva de um jogador.
  3. ERA (Earned Run Average) – Média de Corridas Merecidas
    • Estatística crucial para arremessadores, mostra quantas corridas merecidas um pitcher permite, em média, a cada nove entradas.
    • Um ERA baixo indica um bom desempenho do arremessador.
  4. OPS (On-base Plus Slugging)
    • Combina duas estatísticas:
      • On-base Percentage (OBP): frequência com que o jogador chega em base.
      • Slugging Percentage (SLG): poder do jogador para rebater bolas que resultam em bases extras.
    • Quanto maior o OPS, mais completo é o rebatedor.
  5. Fielding Percentage (FPCT) – Porcentagem de Defesa
    • Mede a eficiência defensiva de um jogador, considerando quantas jogadas defensivas ele executou corretamente.
    • Um FPCT próximo de 1.000 indica um defensor extremamente confiável.

Conclusão

O trabalho dos anotadores pode não ser tão visível quanto o dos jogadores ou técnicos, mas é absolutamente essencial para a organização e desenvolvimento do beisebol e softbol. Além de registrar a história de cada jogo, as estatísticas ajudam a medir a evolução dos atletas, influenciam decisões estratégicas e são uma peça-chave no crescimento do esporte.

Se você nunca prestou atenção nesse detalhe antes, da próxima vez que assistir a um jogo, lembre-se: por trás de cada grande jogada, há alguém registrando tudo para que o esporte continue evoluindo!

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Reciclagem da ASB: Árbitros se preparam para a temporada 2025 com novidade na mecânica de arbitragem https://blog2.softball.com.br/2025/02/15/reciclagem-da-asb-arbitros-se-preparam-para-a-temporada-2025-com-novidade-na-mecanica-de-arbitragem/ https://blog2.softball.com.br/2025/02/15/reciclagem-da-asb-arbitros-se-preparam-para-a-temporada-2025-com-novidade-na-mecanica-de-arbitragem/#respond Sat, 15 Feb 2025 21:10:02 +0000 https://blog.softball.com.br/?p=2614 Nos dias 15 e 16 de fevereiro, a Associação de Árbitros de Softbol do Brasil (ASB) realizou sua reciclagem anual no tradicional Clube Anhanguera, em São Paulo. O evento reuniu 50 árbitros de diversas regiões do país, que dedicaram o fim de semana para revisar as regras, atualizações e, principalmente, a movimentação em campo. Afinal, um bom posicionamento é essencial para garantir uma arbitragem justa, eficiente e sem interferências no jogo.

A grande novidade: mecânica com dois árbitros

Para os campeonatos oficiais da Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol (CBBS) em 2025, será adotada a mecânica de arbitragem com dois árbitros em campo. Esse sistema, amplamente utilizado nos Estados Unidos e no Canadá, já era aplicado no Brasil apenas nos torneios universitários. Agora, será padrão em competições nacionais, trazendo mais dinamismo e precisão para as decisões dentro de campo. Outra mudança é que os jogos não terão mais limite de tempo, entretanto os Arbitros foram orientados para cobrar das atletas uma maior rapidez nas trocas ataque defesa.

A abertura do evento contou com presenças importantes, como o Presidente da Federação Paulista de Softbol, os Diretores de Softbol do Anhanguera, o Presidente da ASB, além dos demais diretores da entidade. O encontro reforçou o compromisso de todos com o desenvolvimento do esporte e a capacitação contínua dos árbitros.

Taco Não É Soft também se recicla!

E claro, o Taco Não É Soft esteve presente! Não apenas para cobrir o evento, mas também para se atualizar sobre as regras e novas mecânicas. Não que nossos repórteres estejam prontos para entrar em campo com uma mascara de proteção e protetor de peito na mão, mas nunca se sabe quando um “olhar treinado” pode ser necessário em uma emergência!

Seja dentro do diamante

ou nas arquibancadas, o softbol brasileiro só cresce com o esforço de quem se dedica voluntariamente ao esporte. Ensine seus filhos a descobrirem o mundo do softbol e do beisebol! ⚾🥎🔥

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