Quando a bola era de todos
o esporte não pode se transformar em um espelho político do nosso país. Um lugar onde você precisa “escolher lados”, menos o seu. Onde não há espaço para imparcialidade, para a liberdade de pensar e de construir. Cada atleta, técnico, árbitro ou voluntário que abaixa a cabeça para esse tipo de imposição está reforçando uma lógica autoritária, feudal, egoísta.
