Este é o blog criado para divulgação do Softbol e do Beisebol do Brasil. Um jogo empolgante e com muita estratégia, velocidade, raciocínio rápido. Nosso intuíto é que este esporte Olimpico seja aprendido pelas nossas crianças e que estas consigam assimilar os valores legados dpela cultura Jaonesa que instaurou e continua se dedicando a manter este esporte vivo no Brasil. Compartilhe com amigos que ainda não conhecem e colaborem com a educação das crianças. Ajude a fazer um Brasil melhor.
A BASE VEM FORTE! Sub11, Sub-13, Sub16…

A BASE VEM FORTE! Sub11, Sub-13, Sub16…

Sub-11, Sub-13 e Seleção Sub-19 mostram a força do softbol brasileiro

A Taça Brasil Sub-11 de Softbol realizada em Indaiatuba-SP neste último fim de semana foi muito mais do que um torneio. Foi uma verdadeira aula de técnica, paixão e determinação das nossas pequenas atletas, que provaram, com coragem e competência, que o futuro do softbol no Brasil já está sendo escrito agora — e com letras maiúsculas.

Mais uma vez, a ASB – Associação de Softbol do Brasil marcou presença com excelência ao fornecer os árbitros para a Taça Brasil Sub-11. Tivemos a alegria de encontrar, de surpresa, o próprio presidente da entidade, o Sr. Carlos Oba, que fez questão de prestigiar de perto o talento das nossas pequenas atletas. O Taco Não é Soft agradece a gentileza e o carinho com que fomos recebidos para uma rápida entrevista — é sempre bom ver quem lidera também colocar os pés no campo.

Também fica aqui nosso reconhecimento à comissão organizadora da categoria, que, com muito esforço e planejamento, viabilizou o torneio em dois locais diferentes. Os jogos aconteceram simultaneamente em dois dos três campos da tradicional ACENBI, na rua Chile, e no novíssimo campo do Centro Esportivo Rei Pelé, um presente da prefeitura para a comunidade da Morada do Sol. Este talvez seja o primeiro campo público de softbol do interior paulista — um feito simbólico e necessário, num cenário onde praticamente todos os campos conhecidos ainda pertencem a associações privadas.

Nossa equipe do Taco Não é Soft esteve presente e teve o privilégio de assistir a jogos absolutamente equilibrados, com jogadas dignas das melhores categorias do esporte. As semifinais entre Cooper Clube x Central Glória e Marília x Indaiatuba foram simplesmente emocionantes. A segunda, em especial, foi daquelas partidas em que ninguém fica sentado na arquibancada: alternâncias no placar, arremessos seguros, double plays espetaculares — com bolas cruzando o diamante em altíssima velocidade — e uma energia contagiante vinda das atletas, técnicos e torcedores.

Esses confrontos definiram a final entre Indaiatuba e Cooper Clube, duas das equipes mais bem preparadas do campeonato, na visão do taco. O Cooper conquistou o título com uma vitória apertada por 5 a 4, em um jogo digno de decisão nacional. Sim, estamos falando de meninas com 9, 10 e 11 anos de idade — e sim, elas estão arremessando, rebatendo e jogando com um nível técnico que faz calar as vozes que um dia duvidaram da viabilidade de uma categoria Sub-11 oficial.

Não por acaso, ouvimos da própria Diretora de Softbol da CBBS– Cristiane Goto , entre um jogo e outro, sua alegria em constatar que a base vem forte, consolidando a pirâmide de formação do nosso softbol com qualidade. A vitória recente da Seleção Brasileira no PAN e a classificação histórica para os Jogos Pan-Americanos de 2027 em Lima, no Peru, ficam ainda mais nobres quando percebemos que há meninas preparadas para manter essas conquistas no futuro.

Algumas atletas foram premiadas com destaques:a Lista de premiação pode ser consultada no site da CBBS, ou se quiser, pode ler o artigo no Facebook do Cesar Calderaro.

Além do nível técnico impressionante, vale destacar a hospitalidade impecável da ACENBI, especialmente por meio do trabalho do Diretor Leo Morita, que organizou tudo com carinho e precisão. Um agradecimento especial às mães da categoria Sub-11, que ofereceram um almoço e jantar de tirar o chapéu. Quem esteve lá sabe que o softbol é muito mais do que um jogo — é comunidade, união, família. Agradecimentos especiais para o Kadu e o Marcelo Shida que sustentaram nosso repórter com um pastel de carne excelente.

Quem quiser reviver essas emoções pode procurar as transmissões no canal do OCC Channel, no YouTube do Cooper Softbol, ou ainda no Facebook do Otávio Fernando. Vale cada segundo.

O BRASIL SUB-13 TAMBÉM DEU SHOW… EM PORTO RICO!

Enquanto isso, do outro lado do continente, as meninas do Nikkey Marília da categoria Sub-13 representaram o Brasil com garra e talento no torneio da Little League Softball Panamericana, realizado em Guayama, Porto Rico.

A campanha dessas meninas começou meses atrás, com quatro vitórias incontestáveis na etapa nacional: Cooper/Cotia (7 a 4), Nikkey Marília B (13 a 0), Central Glória-PR (12 a 0) e Indaiatuba (7 a 2). Destaques individuais também merecem menção:

  • Danielle Ayumi K. Fugisaki: melhor jogadora e arremessadora
  • Olívia Lourenço Gimenez: atleta mais esforçada
  • Valentine Primaz S. Santos: melhor empurradora de carreiras e rainha do home run
  • Camila Rodrigues Golim: melhor receptora

Com essa base sólida e inspiradora, o Brasil tem, sim, tudo para continuar crescendo internacionalmente.

E PARA FECHAR: A CANADA CUP

A Seleção Brasileira Sub-19 retornou da Canada Cup, um dos mais prestigiados torneios do softbol mundial, trazendo na bagagem muitos aprendizados. Embora os resultados em campo não tenham sido vitórias numéricas, a vivência técnica, o enfrentamento contra escolas tradicionais e o contato com um nível altíssimo de jogo serão, sem dúvida, pilares de crescimento para essas meninas.

O que se viu no Canadá foi entrega, raça e a certeza de que estamos no caminho certo. Os desafios foram grandes, mas o aprendizado foi maior. E tudo foi documentada pela recém descoberta narradora e comentarista Monica Handa, no canal dela no Facebook.


Em resumo: o Softbol brasileiro está vivo, pulsante e com raízes bem fincadas na nova geração. O que vimos nas meninas do Sub-11, o que conquistamos com o Sub-13 e o que aprendemos com o Sub-15 e Sub-19 é um testemunho claro de que, com organização, carinho e apoio — o futuro é nosso.

Avante, guerreiras do diamante!

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