A Seleção Brasileira Adulta de Softbol protagonizou um daqueles capítulos que misturam suor, esperança e, por que não, um pouco de sorte – da boa! Lutando bravamente por uma vaga no Mundial de Softbol e pelos Jogos Pan-Americanos, o Brasil entrou em campo contra El Salvador com uma missão clara: vencer. E venceu com autoridade: 10 a 0, sem deixar dúvidas sobre o seu merecimento. Fizemos a lição de casa.Agora restava-no torcer por uma série de resultados.
Mas a classificação não dependia só de nós. Era preciso que a Colômbia, jogando em casa, perdesse dois jogos: um contra a Venezuela, e outro contra o México. Cenário improvável? Total. Mas o softbol, assim como a vida, adora surpreender. E surpreendeu bonito: Colômbia caiu primeiro para a Venezuela, num jogo apertado, e em seguida perdeu para o México. O grupo de WhatsApp do Taco não é Soft quase explodiu de emoção com cada out, cada corrida, cada lance acompanhado à distância, com coração colado na tela.
Com esse resultado, o Brasil garantiu o 6º lugar na classificação geral e, com ele, uma das vagas para os Jogos Pan-Americanos! Uma façanha tão surpreendente que até as jogadoras brasileiras, que acompanharam os jogos decisivos da Colômbia direto do hotel, custaram a acreditar.




Mas a jornada ainda não terminou. No último dia de competição, o Brasil enfrentará o adversário direto na luta por uma vaga no Mundial. É mais uma chance de mostrar que a qualidade do nosso softbol não é apenas promissora — é realidade em ascensão.
E o esporte não para! No embalo dessa conquista, a Seleção Sub-23 já embarca para o Canadá, onde disputará a Canada Cup a partir do dia 07/07. E, nos dias 12 e 13 de julho, os olhos se voltam para Indaiatuba-SP, onde as futuras estrelas do softbol brasileiro — as “pequenininhas” do Sub-11 — disputarão com garra a Taça Brasil de Softbol Sub-11, o que antes se chamava de categoria mirim.

O Taco não é Soft parabeniza todas as atletas, comissões técnicas, familiares e apoiadores dessa campanha memorável. Que venham osJogos Pan-Americanos! Que venha o Mundial! E que o nosso softbol siga firme, crescendo base por base, com talento, coragem e — por que não? — uma pitada de sorte brasileira.
Valeu, Brasil!
Um abraço,
Cesar
Taco não é Soft



























